Confira quais são os vícios que continuam iguais ano após ano, de baixo do teto de uma empresa, e como lidar com eles.
1. Papo de vestiário
Banheiro ou chuveiro da empresa ou da academia não são os melhores lugares para abordar o chefe e falar de trabalho. Mas pelo jeito, 40% da população corporativa não se deram conta disso.
Se acontecer de alguém te chamar para conversar sobre e-mails e clientes durante uma escovação de dente pós-almoço, diga gentilmente que prefere conversar em dez minutos, em sua mesa, com mais privacidade e conforto.
2. Lá se foi o lanchinho
Esqueceu o pacote de biscoito em cima da mesa e, no dia seguinte, ele não estava mais lá? Ou devoraram seus bombons que ficavam na sua gaveta, sem dó? Quando a fome aperta no escritório é comum colegas comerem o lanchinho alheio. Principalmente quando o expediente vai até mais tarde.
Ao notar o sumiço, jogue uma indireta como “Estou com fome e meu pacote de biscoito sumiu. Quem vai me dar outro?”. Se isso não der certo, comece a levar maçãs e balas de gengibre.
3. E-mails comprometedores
Uma das principais maldades corporativas é o envio de e-mails apontando o erro de um colega para o chefe dele, ou para o chefe em comum. Você já fez isso? Tudo bem. Reconheça o erro, e não o repita.
Quando não estiver contente com as atitudes do colega, chame-o para uma conversa em particular, direta e gentil. Se você foi a vítima, faça o mesmo e explique que você poderia ter resolvido a situação.
4. Viciados em reunião
Fazer reuniões ficou tão banal que já é normal as pessoas aceitarem os convites online sem pestanejar. E é ainda mais comum seu chefe lembrar em cima da hora que não poderá comparecer, e mandar você ir no lugar dele, mesmo que não tenha nenhuma noção do assunto ou do que vai dizer.
Informe-se sobre a pauta e veja se realmente faz sentido participar, uma vez que muita gente convida uma lista imensa sem saber que contribuição dará. Se for esse o caso, argumente com quem convidou. Se houve reincidência, sugira um melhor aproveitamento do tempo. E se nada der jeito, sempre tem o batalha naval.
5. Os espaçosos
Tem gente que por onde passa deixa coisas largadas, e quando você vê, tem uma cesta de natal no corredor – em época de páscoa. E ainda tem aquele que toma conta do armário coletivo inteiro para guardar suas coisas, sem o mínimo de espírito de coletividade.
Converse com a equipe, de uma maneira geral, para combinar uma forma de dividir o armário, para que todos tenham seu espaço. Ou proponha um mutirão de limpeza. Quanto às coisas largadas nos corredores, explique que aquilo pode atrapalhar a imagem de quem o fez, dando uma “má impressão”, de que a pessoa não respeita o espaço dos colegas. Isso sem citar o fato daquilo poder causar acidentes, caso alguém tropece e caia.
6. Insônia
Sabe aqueles colegas ou chefes que tem insônia a noite e ficam mandando e-mails? Essa atitude pode mostrar que a pessoa quer se exibir como bom profissional, já que trabalha até tarde, e que é um workaholic. Nas empresas modernas, nenhum dos dois é bem visto.
Se você conseguiu cumprir suas tarefas, não há motivo para se sentir mal se seu colega trabalhou até de madrugada e você não. Responda o que for necessário e pergunte se pode ajudá-lo a resolver algum problema que se estendeu até tarde, se esse for o caso.
7. Bronca na frente de todos
Criticar ou dar bronca em alguém em público é coisa do tempo da máquina de escrever. Já saiu de moda a anos, mas tem gente que insiste nessa prática. Falha grave.
Espere o autor da bronca se acalmar e chame-o de lado, diga que não gostou do ocorrido, que se sentiu ofendido e que ficaria feliz se isso nunca mais repetisse.
