Uma poderosa ferramenta de auxílio ao autoconhecimento e desenvolvimento de equipes começa a se consolidar no mercado brasileiro, principalmente no apoio ao trabalho de coaching: o eneagrama. Trata-se de um instrumento que visa entender, com maior profundidade, as dificuldades das pessoas e auxiliá-las a minimizar tais problemas, dentro dos processos de coaching e desenvolvimento de equipes.
A aplicação do eneagrama na área organizacional começou na década de 1970 com o psiquiatra boliviano Oscar Ichazo e foi desenvolvido pelo psiquiatra chileno Cláudio Naranjo. O sistema original tem todo um lado místico, mas o eneagrama foi adaptado para a psicologia ocidental. Essa adaptação feita pelos psiquiatras sul-americanos é fruto de um trabalho que foi passando da esfera do conhecimento pessoal para o profissional.
Esse instrumento é muito preciso e muito prático e teve grandes resultados no mundo dos negócios.
O eneagrama moderno apresenta o funcionamento da personalidade humana e descreve de maneira precisa e esclarecedora nove tipos de comportamentos: perfeccionista, altruísta, narcisista, personalista, racionalista, legalista, generalista, estadista e pacifista.
A compreensão desses nove tipos de comportamentais trabalhados pelo eneagrama (link) amplia a visão do mundo e a aceitação dos outros, contribuindo para a melhoria das relações interpessoais particulares e em empresas. O eneagrama não se limita a abordar os problemas, ele também aponta caminhos específicos para superar as atitudes mecânicas e recorrentes.
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