Inúmeros estudos mostram que, a cada quatro faltas ao trabalho motivadas por problemas de saúde, uma acontece em função de doenças bucais. Com um índice elevado como este, a inclusão de um plano de assistência odontológica na cesta de benefícios oferecidos pelas empresas acaba sendo tão relevante quanto necessária. O mercado como um todo parece estar conectado a essa realidade.
Assim como os planos médico-hospitalares, os planos odontológicos começaram a surgir de maneira mais estruturada e profissional na década de 1980 para se transformar realmente em um benefício desejado pelas pessoas e empresas. As organizações com foco em qualidade de vida passaram a perceber que não é aceitável existir um “plano de saúde” sem que este contemple a saúde bucal.
Com a criação da ANS (Agência Nacional de Saúde) e a Lei 9656/98, cerca de dez anos atrás, não apenas os planos odontológicos, mas também os planos médico-hospitalares, passaram a ter maiores exigências e controles, o que veio a creditar maior confiança e qualidade, sensíveis ao consumidor final e às empresas em geral.
Ainda assim é preciso ter cuidados. Veja algumas dicas para o momento de contratar os serviços de planos odontológicos:
1. A operadora e o plano oferecido devem estar registrados na ANS;
2. A operadora deve oferecer rede credenciada suficiente para o atendimento, além de pronto-socorros, central de atendimento ao cliente 24 horas;
3. Programas de odontologia preventiva devem fazer parte do escopo do programa;
4. O investimento no desenvolvimento profissional de seus dentistas credenciados deve ser um imperativo;
5. A prática do reembolso para atendimentos fora da rede credenciada também é desejável.
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