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Economia e gestão de pessoas

15/3/2010

Retenção de talentos, motivação e remuneração são os temas que mais preocupam as empresas atualmente, revela pesquisa realizada pela ISK Consultoria. Esses fatores são os preponderantes para a permanência de colaboradores e o investimento deles na carreira. A remuneração e o reconhecimento do trabalho por meio de bônus em dinheiro já é parte da pauta das companhias. Mas o que o RH acha disso? É assim que funciona? A Revista profissional&negócios foi atrás dessas respostas.

 

Fernando Montero, Diretor de Operações da Human Brasil, acredita que, se até pouco antes da crise as empresas buscavam estabelecer diferentes parâmetros de remuneração a fim de tornar seus profissionais mais competitivos, durante e após a crise pode ser observada uma tendência ainda maior neste sentido. “Aspectos relacionados à porção variável da remuneração dos profissionais tiveram um destaque, pois em situação de crise as empresas precisaram se reinventar, diminuindo parcela do seu custo fixo mensal para fazer face à redução de seu nível de faturamento, seja local como internacional. Para não perder todo o investimento feito em seus talentos profissionais durante os últimos anos, muitas empresas optaram por redução de jornada de trabalho com diminuição de salário fixo; porém, para os cargos mais estratégicos/gerenciais, possibilitaram que essa redução pudesse ser compensada por conta de atingimento de metas, o que, se cumprido, poderia não só equiparar como também superar o salário fixo anterior desses profissionais”;

 

Montero ainda diz acreditar que ainda é prematuro falar em redução generalizada da base média salarial dos profissionais por conta da crise, em função da redução da demanda por postos de trabalho. Isto por que, segundo ele, nem todos os setores da economia sofreram em igual intensidade com a crise. “Nos setores onde a relação oferta de vagas x demanda por profissionais for maior, ou seja, onde exista uma oferta maior de vagas do que de profissionais disponíveis no mercado, os profissionais que disputam essas vagas são extremamente valorizados e, pelo contrário, com a sua experiência, provocam elevação do valor de oferta para essas posições. É o caso, por exemplo, do Brasil, no que diz respeito às vagas de engenheiros e especialistas no setor de construção civil e infraestrutura, especialistas em tecnologia da informação, meio ambiente etc.”

 

Leia a matéria completa na edição de fevereiro da Revista profissional&negócios.


Veja mais em Remuneração nas oscilações econômicas

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