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Sono dos executivos
A maior parte dos colaboradores e gestores, não apenas do universo do RH, mas de todas as áreas, acham que horas de trabalho intensas, pressão, falta de tempo para si mesmo e irritação são fatores que fazem parte da rotina dos executivos. Esse perfil parece se encaixar no estereótipo de todos aqueles que almejam um cargo superior. Entretanto, esse tipo de comportamento pode acarretar problemas, não apenas na área profissional, como também na área pessoal de todos aqueles que se dedicam em excesso ao trabalho.
O que muda com o Registro Eletrônico de Ponto?
A portaria nº 1.510, assinada em 2009 pelo ministro Carlos Lupi, regulamenta o registro eletrônico de ponto e a utilização do Sistema de Registro Eletrônico de Ponto. Entretanto, passado quase um ano da assinatura do documento, o RH ainda alimenta críticas sobre quais serão as reais mudanças para as empresas, e para o quadro de funcionários. Em março, a matéria “As implicações da nova Portaria 1510” publicada na Revista profissional&negócios, já elucidava algumas dessas dúvidas.
Estressados não são promovidos
Horas de trabalho intensas, pressão, falta de tempo para si mesmo e irritação são fatores que fazem parte da rotina da maior parte dos executivos, e parece se encaixar no estereótipo de profissionalismo. Entretanto, pesquisas médicas mostram que esse tipo de comportamento não é a chave para o sucesso. Segundo uma pesquisa da operadora Omint, realizada com 12.057 executivos, o estresse faz mal à carreira e provoca uma queda de até 50% no rendimento do colaborador.
Sua empresa tem memória?
A recuperação da memória empresarial cresce no Brasil, e junto com ela, vêm novas oportunidades no mercado de trabalho. Os chamados centros de memória são criados para guardar documentos, objetos, fotos, imagens que contam a história da organização e auxiliam a comunicação institucional da companhia, além de ajudar na redescoberta de valores e experiências quanto à marca, criar empatia com a trajetória da organização e pode, inclusive refletir sobre as expectativas dos planos futuros.
Jovens fora do mercado de trabalho
Nos últimos seis anos, a quantidade de pessoas com idade entre 18 e 24 anos diminuiu e, hoje, cerca de 425 mil jovens ocupados, ou em busca de ocupação, deixaram de pressionar o mercado de trabalho nas seis principais regiões metropolitanas do Brasil. Se uma quantidade semelhante de jovens já estivesse inserida no mercado de trabalho, a taxa de desemprego metropolitano, que hoje gira em torno de 7,5% da população economicamente ativa (PEA), poderia ficar próxima de 10%.
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