
Andamos fora do ar por uma semana. E ainda estamos meio levitantes.
Ninguém fica uma semana com Jair Moggi, Vera Oliveira e Nora impunemente. Tem que pensar. Tem que sentir e fica querendo mais.
Fizemos o primeiro módulo de 5, dentro de uma formação em consultoria proposta para quem deseja trabalhar e agir de fato ‘com’ e não ‘para’, muito menos ‘contra’ o seu cliente.
E é assim. No ambiente corporativo vivemos em meio a toneladas de autores espertos e bobagens motivacionais. Quem diria que as visões e elucubrações de um para muitos obscuro e complexo pensador nascido num lugar perdido do império austro-húngaro poderiam ser tão estimulantes e frutíferas.
Rudolf Steiner, surpreendente gênio que brotou na Europa entre o final do século XIX e o início do século XX; da era vitoriana ao entreguerras; escreveu lições que ainda guardam atualidade e valor. Da filosofia à agricultura, passando por pedagogia e medicina.
Dedicamo-nos mais de 12 horas por dia, entre palestras e variadas atividades exercitando o corpo, a mente e a emoção.
Exige muito mais que trabalhar. Aliás, quem é que realmente se esforça no trabalho? Aí é que se percebe como tanto do trabalho é realizado no piloto automático: cansa e muitas vezes não satisfaz.
O grupo trouxe a inesperada mística da diversidade: homens, mulheres, jovens, idosos, belos, não tão belos, diferentes formações, profissões, interesses e culturas.
De comum só o mesmo desejo: aprender e sair com algo – ou muito – mais do que entrou para aplicar em suas vidas, seus trabalhos, suas relações com o mundo.
Vale a pena. Vale o esforço. Aprender é bom.