
30 September 2010
Todos nós, de alguma forma, já ouvimos falar nessa palavra meio esquisita. Com certeza, também já passamos por momentos que nos deixarem estressados sem mesmo darmos conta da importância desse sintoma para nossa saúde física e mental.
Estresse (no Brasil) ou Stress (em Portugal) pode ser definido como “a soma de respostas físicas e mentais de uma incapacidade de distinguir entre o real e as experiências e expectativas pessoais. Pela definição, stress inclui a resposta de componentes físicos e mentais.” (wikipedia). Apesar de ser mais conhecido como um sintoma negativo, pode se apresentar tambem de forma positiva em nossa vida.
Abordarei aqui os 2 tipos de stress que poderemos sentir algum dia. Quando temos alguns fatores no trabalho como por exemplo, sobrecarga de tarefas e responsabilidades, ambiente competitivo, falta de um bom relacionamento entre colegas e superiores, além de um futuro incerto na empresa, teremos algumas sensações negativas que nos trarão consequencias físicas e emocionais. Trata-se de uma forma de stress negativo (distress) que pode trazer desde dores de cabeça, insônia, dores na coluna, cansaço até uma grande angústia ou depressão. Muitos são os casos de afastamento de trabalho em virtude desses sentimentos. Mesmo as pessoas que são donas de seu próprio negócio, não tendo, portanto, pressões de chefias, acabam cobrando muito de si, e por isso, costumam trabalhar sempre muito mais do que o necessário, não tendo tempo para ele mesmo ou para para a sua familia. Muitas vezes não tiram férias ou nem mesmo um fim de semana tranquilo. Com o passar dos anos, isso desencadeia um sentimento de apatia, cansaço e infelicidade, o que poderá trazer muitas consequencias ao organismo.
Ao contrário do que se pensa, o stress não é propriamente uma doença, mas sim, através dele muitas poderão surgir. Porém, existe também o chamado stress positivo (eustress), que ocorre em situações como o casamento, uma viagem dos sonhos ou uma premiação, onde estaremos com diversas atividades para fazer. Nosso organismo através da produção de adrenalina, nos deixa animados, eufóricos e com total energia e motivação. Nossa capacidade de produção aumenta sensivelmente nessa fase.
De acordo com Steve Sauter, estudioso da área, a empresa perde muito com o stress de seus funcionários, pois eles acabam se afastando por causa de doenças associadas a ele, como problemas cardiovasculares, depressão, ansiedade, tendinite e dores na coluna, sendo o tempo de recuperação em alguns casos, muito longo.
Ainda segundo Sauter, muitas empresas já estão implantando programas para ensinar os funcionários a meditarem, incentivando a praticarem exercícios e a dedicarem mais tempo ao lazer, além de conciliarem vida pessoal e profissional, por meio de flexibilização dos horários, como já ocorre em empresas americanas.
Um estudo recente da Universidade da Califórnia, em Berkeley, concluiu que aborrecimentos diários, como pais ou filhos doentes, colegas irritantes, engarrafamentos e longos trajetos de ônibus, são às vezes mais estressantes até que eventos grandes e dramáticos, como a perda do emprego, o divórcio ou a morte do cônjuge. O que se tira desse estudo é uma mensagem otimista. Está certo que não é razoável esperar uma vida sem eventos estressantes. Mas é perfeitamente possível para cada um de nós determinar até certo ponto como essas situações nos afetam no cotidiano. É nesses casos, em que não estão envolvidas questões de vida e morte, que as técnicas anti-stress funcionam.
Portanto, é necessário que a pessoa tenha um auto-conhecimento muito grande para prestar atenção aos primeiros sinais que poderão ser de um stress negativo, bem como ter hábitos saudáveis e tranqüilidade, pois vale a pena buscar uma harmonia entre a vida profissional e a pessoal, através da qual pode-se alcançar a felicidade.
28 September 2010
Mudar não é nada fácil. O desconforto, a insegurança, a saída da “zona de conforto”, muitas vezes incomodam as pessoas. Não é diferente nas organizações, principalmente nos dias de hoje, onde muitas empresas tiveram ou terão que se adequar a algumas modificações nas relações internas e externas que norteiam o ambiente que se percebe atualmente. Pode-se citar uma grande inquietação que trouxe a época de mudanças na relação da empresa com o cliente externo, dando início à tão propagada EXCELÊNCIA NO ATENDIMENTO AO CLIENTE, colocando-o em um pedestal, o que provocou diversas reflexões acerca do processo. Desde então, diversas mudanças foram implantadas nas empresas para que não se perdesse de vista a necessidade de atender a esse novo consumidor que se tornou a razão de ser das empresas.
Em tempos de mudança, algumas reflexões se fazem necessárias. Para que isso ocorra, será necessário comentar sobre alguns aspectos relacionados às inquietações e resistências que podem surgir dentro e fora das organizações.
Utilizarei de uma parte do livro “Ensinando o Elefante a Dançar”, escrito por James A. Belasco. O autor escreve sobre a forma como os filhotes de elefantes são domados: Os treinadores prendem elefantinhos com correntes pesadas a estacas profundamente enterradas, para que aprendam a ficar no seu lugar. Assim mesmo os elefantes adultos nunca tentam afastar-se, embora detenham de força para puxar a estaca e sair. Seu condicionamento limita seus movimentos apenas graças a uma pequena pulseira de metal em volta de sua pata – presa a nada.
Como fortes elefantes, muitas empresas estão presas a regras de condicionamento impostas desde cedo. “Sempre foi assim”, é o que dizem. Essa atitude limita o progresso, assim como a corrente solta em volta da pata do elefante. Todos os esforços para se adequar de nada adiantarão, pois o comodismo está impregnado na organização.
Porém, a necessidade de implantação de mudanças é uma realidade do mundo atual e essa realidade provavelmente não mudará tão cedo. As empresas deverão enfrentar ainda mais mudanças no futuro, em ritmo cada vez mais acelerado. Terão que, cada vez mais lidar com novas tecnologias e atualizações das já existentes, além de reorganizações empresariais, iniciativas de melhoria de processos e também fusões e aquisições. Com isso, torna-se necessário o envolvimento de todos, para que não afete o resultado esperado peos acionistas, colaboradores e clientes. São relativamente poucas as organizações que instituem mudanças (ou são forçadas a isso) que percebem os benefícios almejados e, na verdade, muitas acabam em situação pior do que antes. Não enxergam a importância de ser ter uma visão estratégica para ficar à frente no mercado, de forma a preparar-se para as exigências do mercado. Algumas organizações têm êxito integrando soluções técnicas que façam parte do conjunto de mudanças, com profunda e pró-ativa orquestração dos aspectos humanos associados à mudança.
As organizações que obtêm êxito preocupam-se principalmente com os públicos (internos e externos) que poderão ser afetados. O envolvimento e compreensão de todo o processo pelas pessoas são extremamente necessários e cruciais para a realização das mudanças necessárias. Ter profissionalismo e capacidade gerencial para lidar com os aspectos humanos em uma fase de mudanças dentro da organização, ajuda a alcançar um resultado positivo. O ambiente deve ser de confiança, transparência e envolvimento, para que não afete os níveis de motivação, trabalho em equipe, relações interpessoais e produtividade. Portanto, os principais agentes de mudanças nas organizações devem ter consciência que necessitam estar à frente de todas as etapas, trazendo para perto de si as pessoas, pois, caso contrário, o “barco” poderá afundar!
27 September 2010
O mercado de trabalho tem vivenciado diversas mudanças e exigências que fazem com que habilidades técnicas e humanas sejam um diferencial competitivo no momento de buscar uma oportunidade de emprego. Uma delas diz respeito ao que antes era considerado essencial na hora da seleção dos profissionais, como por exemplo, conhecimento em informática e grau de instrução. Nos dias atuais, outras exigências fazem com que os interessados em conquistar um bom cargo, estejam atentos e abertos às mudanças. As empresas estão buscando um novo profissional, que enxergue o que faz como uma missão e a organização para a qual trabalha como sendo seu próprio negócio. É o que se pode chamar de “intrapreneur”, ou seja, empreendedor interno. Para isso deverá possuir características próprias dos empreendedores de sucesso como, por exemplo: dinamismo, capacidade de liderar equipes, bom relacionamento interpessoal, visão de futuro, ousadia, capacidade de elaborar projetos a curto, médio e longo prazos e um grande potencial de comunicação oral e poder de persuasão. Não há mais lugar no mercado para as pessoas que se fecham em sua sala sem transitarem pelos diversos ambientes internos e externos. Seja qual for o cargo exercido, o profissional deve ter uma mente aberta, capaz de aceitar e enxergar oportunidades a todo momento.
Uma grande mudança nos dias atuais é a inversão de papéis no mercado de trabalho, trazendo como conseqüência a ocupação de cargos por ambos os sexos. Mulheres realizando atividades que antes somente homens faziam e vice-versa. Atualmente, é comum vermos alguns exemplos dessa transição, como por exemplo, mulheres dirigindo ônibus, frentistas em diversos postos de gasolina, bem como Oficiais no Corpo de Bombeiros. Não se assuste, se chegar em uma oficina mecânica e encontrar uma mulher com as mão sujas de graxa e o rosto atento no motor do seu veículo que ficou para ser consertado. Atentas às mudanças e oportunidades, elas estão buscando especializações em cursos diversos. Em contrapartida, de olho nesse público-alvo, instituições de ensino oferecem cursos profissionalizantes capazes de atender à nova profissional que se engaja às exigências atuais.
Assim como as mulheres estão ocupando cargos antes aparentemente masculinos, também pode-se perceber o grande número de homens que estão exercendo funções que sempre foram das mulheres. Na área da educação, principalmente nos ensinos fundamental e médio, sempre foi mais comum a presença do sexo feminino, que desempenhavam um papel quase familiar, sendo chamadas de “tias” pelas crianças. Atualmente, os homens estão atuando nas salas de aula desde o início da vida escolar da criança.
Também em restaurantes, como “cheff” eles estão surpreendendo com seus dotes culinários, elaborando pratos que estão atraindo clientes de todas as partes. Na área de corte e costura muitos homens estão trabalhando com confecção e reformas de roupas femininas, de uma maneira extremante cuidadosa e detalhista, percepção até então vista como uma característica estritamente feminina.
Não dá mais para olhar com ceticismo essas mudanças que estão ocorrendo também nos lares brasileiros. Cada vez mais é comum a participação do homem nas tarefas referentes ao lar e aos filhos recém-nascidos, como banho, mamadeiras, etc. no lugar das esposas e mães que se encontram trabalhando fora de casa.
O importante é saber que há lugar no mercado de trabalho para ambos os sexos e que somente a competência e um grande diferencial competitivo garantirão um cargo invejável, tanto para homens como para as mulheres. Portanto, é preciso aceitar essas mudanças, preparar-se e buscar o tão sonhado sucesso profissional, deixando de lado o preconceito e a vaidade, pois o sucesso não escolhe o sexo!
26 September 2010
Nos tempos atuais, toda atividade exige uma boa comunicação, tanto verbal como não-verbal. No meio acadêmico, o estudante cada vez mais se depara com disciplinas onde é necessário fazer a apresentação de diversas atividades, seja em sala de aula ou
É bastante expressivo o número de alunos que trazem uma dificuldade e se preocupam de uma forma angustiante no momento em que terão que expor suas idéias em público.
Na etapa profissional, tem início a fase de procurar sua colocação no mercado de trabalho, se deparando com processos de entrevistas e dinâmicas de grupos, onde sua comunicação verbal e não-verbal será avaliada. Dentro das Organizações, é cada vez mais freqüente as apresentações em reuniões de projetos, bem como participação em processos de negociação, além de atendimento ao cliente e vendas.
Também poderá ser necessário ministrar palestras em Seminários internos e e externos. Dessa forma, cada vez mais torna-se imprescindível o aprendizado da arte de falar em publico.
“Quem não se comunica se estrumbica”, já disse há muitos anos atrás o saudoso Chacrinha (Abelardo Barbosa), um verdadeiro mestre
1) Naturalidade: Chacrinha agia sempre com naturalidade, mesmo que isso pudesse parecer ridículo para algumas pessoas. Ele não tinha, em nenhum momento com a sua fala, o compromisso de acertar 100%. O que as pessoas achavam dele não interferia em momento algum nas suas apresentações.
2) Bom Humor: Encontramos todos os dias pessoas que estão sempre passando a sensação que o mundo todo brigou com ele. Não são capazes de usar o bom humor em sua comunicação. Chacrinha usou e abusou dessa qualidade em todas as suas falas, e quem se lembra de suas aparições na TV, deve-se recordar do quanto ele sorria para a platéia, para os artistas. O sorriso e o bom humor são as chaves que abrem todas as portas necessárias a uma boa comunicação.
3) Empatia: Uma das ações mais importantes nas relações interpessoais e na comunicação é a capacidade de nos colocarmos no lugar do outro. A empatia produz uma aproximação mágica entre as pessoas. O grande mestre da comunicação da TV Abelardo Barbosa, sempre demonstrou essa qualidade, quando se posicionava perante os outros de uma forma empática, tranqüilizando, brincando, sendo amigo e muitas vezes se emocionando com alguém que conquistasse uma vitória ou até mesmo uma derrota em seu programa.
4) Autenticidade: Apesar de suas roupas extravagantes, próprias de um personagem criado, Chacrinha jamais deixou de sero. Autêntico Naturalmente expansivo, alegre, irreverente e carismático, nunca se deixou levar pelo julgamento dos outros. Ele não foi apenas um bom comunicador, foi uma grande pessoa em sua plenitude na arte de encantar o público com sua arte de falar
Portanto, mãos à obra e lembre-se: QUER TER SUCESSO? Comunique-se com o mundo!
25 September 2010
Todos os dias, ao acordarmos, deparamos com um mundo à nossa volta, coisas por fazer, além de objetivos e metas para serem alcançados. A partir desse momento, somos donos de nossas atitudes e pensamentos. Esses serão direcionados de acordo com alguns aspectos que irei discorrer ao tocar em um assunto que considero extremamente importante no tempo em que estamos vivendo: Ética.
O conceito da palavra ética origina-se do Grego - Ethos – costume, comportamento, caráter, modo de ser, hábito, forma de vida. É considerado como o estudo do que é bom ou mau, correto ou incorreto, justo ou injusto, adequado ou inadequado. Compreender o significado de cada um dos itens abordados dentro desse conceito é importante para enxergarmos a maneira como, não apenas nós, mas as diversas pessoas com as quais convivemos ou apenas encontramos em nosso cotidiano, conduzem a vida pessoal e profissional.
Podemos agir de acordo com os valores e crenças que nos foram passados pelos diversos grupos com os quais convivemos, bem como com aqueles que ainda nos serão mostrados ao longo de nossas vidas. O principal valor é aquele que herdamos do primeiro grupo com o qual interagimos: a família. Nossos pais, com certeza, procuraram ensinar-nos, de acordo com a educação recebida por eles, noções do que é certo e errado, moral e imoral. Foi exatamente nessa época de nossa vida que ouvimos frases como “não faça isso, está errado”; “não pegue objetos que não são seus”; “peça desculpas!”, e muitas outras que demonstravam a correta forma de agirmos perante as outras pessoas.
Passamos a conviver, posteriormente, com nosso segundo grupo social, que foram os nossos colegas de escola, professores e outras pessoas logo no início de nossa vida acadêmica. Nesse período, embasados nos valores familiares herdados, vivenciamos situações diversas de comportamentos que nos colocaram à prova constantemente. Aprendemos então, novos valores e crenças nessa etapa importante na nossa formação. Quantas vezes tivemos duvidas sobre o que nossos pais nos ensinaram e o que os professores achavam que era correto ou os nossos colegas traziam de suas casas em relação às suas atitudes! Têm inicio aí os primeiros conflitos pessoais, gerados pelos nossos valores pessoais e os valores sociais.
Crescemos, terminamos os estudos e vamos então para nossa etapa profissional, passando a conviver com um grupo que já se encontra formado antes de nossa chegada à empresa. A partir daí, nosso cargo e funções dentro do mesmo também nos colocarão diante de diversas situações: contatos com clientes, fornecedores, colegas e superiores. Teremos responsabilidades em relação ao patrimônio da empresa e, muito provavelmente, algumas decisões deverão ser tomadas por nós.
Podemos então optar por agir de acordo com nosso livre arbítrio, decidindo de forma consciente, através da liberdade de pensamentos que temos. Ao fazermos parte de um grupo, seja ele qual for, podemos escolher sermos ou não éticos, e pequenos gestos demonstram exatamente nossa posição diante de todas as situações que vivenciamos.
Muitas pessoas pensam que ética passa apenas por atitudes como não roubar, não subornar ou não aceitar propinas. Porém, a ética vai muito além de tudo isso, estando presente em pequenas ações diárias que podem trazer prejuízos para nossa família, sociedade e empresas. Algumas delas que eu considero não apenas falta de ética, mas total falta de educação:
1) Jogar lixo nas ruas ou pela janela dos veículos: quando vejo alguém fazer isso, fico pensando nas sérias conseqüências para a comunidade, além de prováveis acidentes com veículos. Prova disso são as enchentes que tomam conta de muitas cidades, arrasando a vida de muitas pessoas, que provavelmente jogaram o lixo nos lugares corretos, porém a pessoa que provocou tudo isso deve estar dormindo tranquilamente em sua casa segura e o carro do qual jogou esse lixo está bem guardado dentro de uma garagem.
2) Furar filas: fico questionando o que as pessoas que tomam essa atitude pensam a respeito disso se é que têm capacidade para pensar. Vejo pessoas sem condições físicas que, mesmo tendo os seus direitos garantidos por lei, com atendimento preferencial, são incapazes de tal atitude, ao passo que algumas que se julgam melhores por causa de seu poder aquisitivo ou profissão, passam tranquilamente na frente de todos, por julgarem seu tempo mais precioso do que de todos.
3) Não prestar um bom atendimento ao Cliente: não dar as informações corretas, não prestar os serviços necessários e destratar as pessoas ao telefone, não são apenas posturas profissionais negativas. Atitudes assim têm a ver com educação e respeito pelos que procuram a empresa. O mínimo que se espera de que atende aos clientes é cortesia e presteza nas informações.
Fazer com que o convívio com as pessoas com as quais lidamos diariamente seja de forma pessoal ou profissional, o melhor possível, respeitando os valores de todos – morais, religiosos, sexuais, sociais, etc., é um bom princípio de ética. Portanto, devemos prestar bastante atenção nas nossas ações, tendo sempre como aliada a empatia, ou seja, colocar-se no lugar dos outros. Lembre-se, ética não se separa da Moral e do Direito, e o mais importante é podermos olhar no espelho e ter respeito e orgulho pela imagem que ele reflete, além de podermos deitar tranquilamente nossa cabeça e nossa consciência no travesseiro todas as noites dormindo um sono justo!
24 September 2010
"Se queres fazer coisas verdadeiramente grandiosas,... não faças o que os outros estão a fazer!”
Todos sabem que cada vez mais o mercado de trabalho encontra-se competitivo e que para se obter sucesso profissional, já não basta apenas possuir um bom nível de escolaridade ou algumas habilidades que o cargo exije. Portanto, mais do que nunca é necessário conhecer como o empreendedorismo pode ajudar a turbinar a carreira profissional.
O empreendedor, de acordo com Fernando Dolabella, autor de diversos livros da área “é alguém que sonha e busca transformar o seu sonho em realidade” Ele enxerga oportunidades a todo o momento, e nunca desiste de seus sonhos. Ainda, de acordo com o autor, os requisitos básicos para o mundo em que vivemos são os seguintes: lidar com complexidades, possuir múltiplas interfaces, ter senso de oportunidade, cooperação, gerar conhecimentos, auto-conhecimento, auto-estima, autonomia e sonho.
No estudo do empreendedorismo, são analisadas algumas características comportamentais básicas para o sucesso e a realização do projeto empresarial e pessoal, que se encontram divididas em três conjuntos: Realização, Planejamento e Poder. Quem conseguir identificar e trabalhar essas características conseguirá êxito e estará à frente no mercado de trabalho. É necessário, em primeiro lugar, ter uma noção de propósito e uma meta, ter um desejo muito grande em atingi-lo concentrando o seu coração e sua mente nos objetivos desejados.
Sem visão de futuro, ficará difícil alcançar o sucesso, correndo-se o risco de deixar as oportunidades passarem por não ter planos traçados. A primeira coisa a fazer é perguntar-se: “O que eu quero e para onde desejo ir?”. Seu objetivo deve ser muito bem definido, para garantir que o caminho seja direcionado.
Outra característica importante que deve ser colocada em prática é capacidade de se relacionar com as pessoas, aumentando seu networking. Pessoas tímidas, egocêntricas e que não se aproximam dos outros, perdem oportunidades enormes de aumentar seu conhecimento e de se relacionar com os outros. A rede de contatos é uma preciosa chave capaz de abrir portas para todos. A comunicação é primordial no mundo dos negócios, pois cada vez mais as empresas estão investindo em profissionais que consigam transitar em todos os locais do mundo. A timidez, como já se sabe, é um grande obstáculo para conseguir sucesso na carreira, sendo necessário persistir e livrar-se desse ponto fraco.
Exigência da qualidade, eficiência e comprometimento são outras características empreendedoras que devem fazer parte do dia-a-dia de quem almeja um lugar de destaque. Não adiantar continuar fazendo as coisas mais ou menos, com qualidade mais ou menos, pois o cliente hoje está consciente de seus direitos, além da necessidade cada vez maior de pautar as atitudes dentro de uma ética necessária para as relações profissionais e pessoais.
Mais do que nunca, não deixar de inovar, buscando informações, novos cursos, conhecer outros assuntos e viajar sempre, de forma a ter um aprendizado contínuo, tendo em mente que a busca de conhecimento é para toda vida e não ocupa lugar. Preste atenção em você, no mercado e seja o empreendedor de sua carreira, não deixando a responsabilidade de seu sucesso nas mãos das pessoas ou da sorte. Lembre-se: “quem acredita, sempre alcança!”
23 September 2010
Vontade é o que não falta nas pessoas quando se fala em ter o seu próprio negócio. Muitos sonham com o dia em que serão donos do seu próprio nariz e abrirão uma empresa. Mas entre sonhar e realizar há uma grande diferença e existem alguns requisitos importantes para não se surpreender com o fracasso.
Já está comprovado que o Brasil é um dos países onde mais se abrem empreendimentos, ocupando o 7º lugar no ranking mundial do empreendedorismo, de acordo com o Relatório GEM 2006. Porém, é muito grande o número de empresas que fecham suas portas antes do segundo ano de vida. Isso se deve a diversos fatores, como a falta de planejamento, conhecimento de mercado e insegurança do empreendedor com relação à economia e potencial de vendas.
O que faz as pessoas terem vontade de montar um negócio próprio, além da necessidade financeira é o desejo de ter uma autonomia, realização pessoal e também uma oportunidade detectada no mercado. Muitas vezes o sonho de empreender é deixado de lado por medo e insegurança. Esses sentimentos são naturais do ser humano, porém, devem ser trabalhados para que não venham a imobilizar a pessoa, deixando de lado tudo que sempre almejou para sua vida perdendo oportunidades de fazer o que gosta através de um empreendimento próprio.
É necessário muita coragem para arriscar em qualquer mercado, porém, algumas atitudes poderão auxiliar na decisão de abrir uma empresa e obter sucesso como empreendedor.
Primeiramente, deve-se conhecer o seu perfil de empreendedor, diagnosticando o que sabe fazer de melhor, conhecendo suas limitações e competências, ou seja, ter um auto-conhecimento. Quanto mais o candidato a empreendedor souber dele mesmo, melhores condições ele terá para trabalhar seus pontos fortes e pontos fracos.
Em segundo lugar, a preparação através de cursos, leituras, participação em eventos, onde ele poderá obter informações sobre os passos a serem seguidos no empreendimento. É extremamente importante preparar-se para as diversas etapas que se seguirão no dia-a-dia, além de conhecer a realidade de ser dono de uma empresa. A preparação traz segurança para enfrentar os obstáculos que poderão surgir a qualquer momento. É importante saber pedir ajuda para aquelas habilidades que a pessoa não possui, mas que podem ser adquiridas ao longo de sua vida.
Fazer o que se gosta é outro fator importante para ajudar a vencer o medo de empreender, principalmente porque será necessário uma dedicação total ao negócio, e esse envolvimento se torna prazeroso quando temos paixão por aquilo que fazemos, tornando-nos capazes de contagiar a todos os envolvidos (interna e externamente). Perceber o que traz felicidade e prazer é um dos passos importantes na decisão de ter o próprio negócio. Principalmente porque o empreendedor terá que passar muitas horas de seu dia envolvido com a empresa, sócios, clientes, fornecedores, podendo até, se necessário, trabalhar em fins de semanas e feriados. Portanto, sentir prazer no que faz torna o trabalho bem melhor.
Acreditar em si mesmo ajudará o empreendedor a aumentar sua auto-estima, que é um fator importante para aumentar a capacidade de alcançar os objetivos a que se propôs. As portas estarão sempre abertas para as pessoas que acreditam em sua capacidade e se amam, pois elas têm uma crença positiva em relação a si, suas metas e em relação aos outros. Deve-se colocar no papel o que se deseja alcançar para deixar bem claro o objetivo de seu empreendimento.
E por último, mas não finalizando totalmente o processo que é continuo, para ajudar a perder o medo e a insegurança com relação ao novo empreendimento, o ideal é elaborar um Plano de Negócios realista e detalhado, pois as informações nele contidas serão imprescindíveis para a tomada de decisões no dia-a-dia do empresário, dando-lhe informações seguras para orientá-lo.
22 September 2010
Sempre estamos falando de sucesso, de felicidade e da busca incessante pela vitória. Todos nós estamos sempre buscando isso em nossas vidas Porém, às vezes nos deparamos com alguns fracassos e perdas, nem sempre desejáveis. Fazer uma reflexão sobre o assunto torna-se necessário, para que possamos entender que o verdadeiro equilíbrio encontra-se na flexibilidade. Nossa vida não é uma linha reta e passamos por alguns momentos que podem nos tornar frágeis e impotentes, podendo transformar-se em uma depressão, caso não tenhamos maturidade para superar as fases ruins.
Queremos ser campeões, vencer sempre e é isso que nos motiva em todos os momentos. Temos que ter objetivos e colocar nosso coração e nossa mente para trabalharem a favor de alcançá-los. Mas, e quando algo não dá certo e fracassamos? O que fazer? Nesse exato instante é que vem a grande diferença entre os vencedores e os perdedores. Para os perdedores a vida termina aí, não há mais nada que se possa fazer, e pensando assim mergulham em seus fracassos não enxergando mais nenhuma possibilidade de recomeçar. Claro que toda perda ou toda derrota nos deixam angustiados, e necessitamos viver momentos que são tristes, mas o que não se deve é ficar pra sempre nesse estado. É preciso buscar uma saída e ir para frente, aprendendo com os erros. Os vencedores conseguem fazer diferente, reagindo de forma positiva, fazendo desse momento um aprendizado para sempre.
Em diversas áreas de nossa vida sofremos perdas e temos alguns fracassos. Nós já começamos a perder alguma coisa desde que nascemos, pois sofremos com a separação natural e necessária do conforto do útero materno. Ao longo de nossa vida, passaremos por fases boas e ruins. Seja no plano pessoal ou profissional vamos errar, acertar, sorrir e chorar até que nossa vida termine. Portanto, temos que entender que tudo que nos acontece faz parte do nosso mundo.
Temos exemplos de fracassos de empreendedores, que tiveram que fechar as portas de suas empresas. O Brasil, apesar do ser considerado o sétimo país mais empreendedor do mundo, de acordo com dados do GEM (Global Entrepreneurship Monitor), também é considerado campeão em mortalidade infantil de empreendimentos. Isso significa perda de investimentos e demissões que acabam afetando diversas pessoas e famílias.
A escritora Judith Viorst, em seu livro Perdas Necessárias, discorre sobre as diversas perdas em nossa vida. Segundo ela, “quando pensamos em perdas, pensamos na morte das pessoas que amamos. Mas a perda é muito mais abrangente, pois perdemos não só pela morte, mas também por abandonar e ser abandonado, por mudar e deixar cosas para trás e seguir nosso caminho.”
Ainda de acordo com a autora, “essas perdas são parte da vida – universais, inevitáveis, inexoráveis. E essas perdas são necessárias porque para crescer temos de perder, abandonar e desistir.”
Não existe nenhum manual que nos ensine a dar a volta por cima, a driblar o fracasso, mas o que podemos fazer é começar a agir de forma a conseguirmos sobreviver apesar de tudo. Pensamentos positivos, auto-estima, auto-conhecimento, família e amigos são grandes aliados para superarmos fases difíceis de nossas vidas.
Bola para a frente, trabalhe sua auto-confiança sempre, tenha pessoas ao seu lado e não se deixe embrulhar para sempre como um fantasma no passado. Procure virar a página, encerrar o ciclo, escrever uma nova história. Como diz o poeta: “Você verá que é mesmo assim, que a história não tem fim. Continua sempre que você responde sim à sua imaginação. A arte de sorrir cada vez que o mundo diz não!”
21 September 2010
“Se quer tirar mel, não espante a colméia” (Dale Carnegie)
Você certamente conhece ou já conheceu alguém que tem como característica marcante uma capacidade de influenciar pessoas, fazer amigos e conseguir o que quer. Também, conhece ou conheceu pessoas que por mais que insistam, tentem ou falem, não conseguem obter o objetivo desejado, seja no campo pessoal ou profissional. O que será que diferencia essas pessoas?
Em 1937, foi publicada a primeira edição do livro “Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas”, escrito por Dale Carnegie. Considerado um dos maiores best-sellers do mundo em vendas, o principal assunto nele abordado é o poder de influência que as pessoas podem ter, através de exemplos de diversas personalidades do mundo. De acordo como o autor, o livro surgiu através de cursos educativos para negociantes e profissionais de ambos os sexos,
O poder de influência não depende do nível hierárquico ocupado na empresa, nem de se ter visibilidade. Segundo Oscar Motomura, fundador da consultoria AMANA-KEY, “a influência deve ser o fim, não a ação intermediária. Ela só se concretiza à medida que alguma coisa acontece, como uma mudança. Diz ainda que “quem tenta convencer alguém exerce influência de fora para dentro. A influência mais legítima ocorre de dentro para fora, porque a pessoa está convicta de que este é o melhor caminho para ela.”
Alguns profissionais só obtêm sucesso porque exercem e possuem essa habilidade, conquistando nas empresas onde trabalham uma posição privilegiada, pois de acordo com Fátima Zorzato, presidente da Russel Reynolds, consultoria de recrutamento de executivos de primeiro escalão “quem é influente para o negócio é quem tem poder nas empresas hoje e não o contrário.” Salienta ainda que a influência pode ser exercida em qualquer idade, pois o que conta é o grau de conhecimento que a pessoa tem em relação a um assunto e seu nível de relacionamento. Além disso, quem é influente traz para perto de si todas as pessoas, sabe identificar oportunidades, crises, encontra soluções rapidamente e, acima de tudo, sabe ouvir as pessoas, elogiando-as ao invés de criticá-las.
É importante lembrar que se nós procurarmos impressionar apenas por interesse, jamais conseguiremos amigos verdadeiros e leais. De acordo com Dale Carnegie, “você pode fazer mais amigos em dois meses, interessando-se pelas pessoas, do que em dois anos, tentando conseguir o interesse dos outros sobre você.” Todos gostam de ser admirados e, portanto, para se fazer amigos, certas atitudes não podem ser negligenciadas, como por exemplo, trata-las com entusiasmo e respeito, interessando-se verdadeiramente por elas.
O poder de influência também passa pela impressão que podemos causar no primeiro contato com alguém, seja por motivos profissionais ou sociais. O impacto de um sorriso nesse momento pode exercer um poder mágico, trazendo resultados positivos ou negativos. De nada adianta sorrir se não houver sinceridade nesse momento, pois essa atitude não engana ninguém. Um exemplo disso é o profissional que trabalha na área de vendas, que para conseguir vender seu produto ou serviço, passa o tempo todo sorrindo de forma mecânica para o cliente, simplesmente porque ouviu em algum curso, que a primeira coisa que o cliente deve ver é o sorriso do vendedor. Isso não é fórmula mágica para conquistar ninguém, pois o verdadeiro sorriso vem de dentro. As pessoas devem sorrir porque estão felizes consigo, com seu trabalho, com sua vida e não simplesmente porque precisam vender algo ou conseguir alguma coisa. Ele deve servir para demonstrar prazer ao encontrar com as pessoas, principalmente quando elas sentem o mesmo. O verdadeiro sorriso não depende de graduação ou nível social, e sim, da auto-estima e bem estar da pessoa. O grande segredo do de conquistar e influenciar as pessoas, não é querer ser importante, mas sim, fazer a outra pessoa sentir-se importante. Conquiste amigos, seja sincero e exerça seu poder de influência!
19 September 2010
O líder tem um papel fundamental na organização, como tomador de decisões além de uma responsabilidade muito grande no processo de desenvolvimento da equipe. Liderar significa, muito mais do que atributos profissionais, possuir algumas características humanas, devendo fazer parte da vida dos liderados de uma forma diferente do que os chamados “chefes” exerceram durante muitos anos.
Fazer parte da vida das pessoas para sempre, sendo lembrado como exemplo, modelo e acima de tudo, estimular o crescimento das pessoas, é a verdadeira essência da liderança atual. Traz a sensação do dever cumprido e do reconhecimento, pois isso significa que a liderança deixou de ser apenas o comando através do organograma, para uma relação de educação, orientação e compromisso com o desenvolvimento das pessoas.
Os grandes líderes que fizeram parte da humanidade possuíam em comum, características imprescindíveis que os tornaram exemplo de milhões de seguidores. Todos nós temos na lembrança a figura de alguém que foi muito importante para nosso crescimento, que pode ter sido o pai, a mãe, um irmão, um parente próximo ou até mesmo um professor, que de forma grandiosa tornou-se nosso modelo de pessoa.
Os grandes empreendedores que conhecemos, trazem dentro de si a essência de liderar de uma forma quase única, porém, serve de exemplo para todos os liderados. Muitos líderes empreendedores fizeram e ainda continuam fazendo diferença, como por exemplo, Jack Welck, que Iniciou sua carreira na General Electric Company em 1960 e, em 1981, tornou-se o oitavo chairman e CEO da empresa. Em seu livro “Paixão por Vencer”, podemos encontrar lições básicas de uma liderança baseada na confiança e responsabilidade pelos liderados, marca registrada desse grande líder. São citadas algumas atitudes como a responsabilidade incansável de melhorar a equipe, o empenho em fazer com que as pessoas não só compreendam a visão, mas também para que a vivenciem e a respirem, a capacidade de se colocar no lugar dos outros, a transparência, franqueza e reconhecimento dos méritos, entre outras.
Ainda de acordo com Jack Welch, o líder tem coragem para tomar decisões impopulares e agir com base no instinto, questionam e instigam, inspiram a assunção de riscos e o aprendizado constante, dando o exemplo. e comemorando as vitórias alcançadas. As comemorações criam uma atmosfera de reconhecimento e de energia positiva. Imagine uma final de campeonato sem que a equipe vencedora festeje a vitória. Ainda assim, as empresas não raramente realizam grandes proezas e deixam tudo passar em branco. O trabalho está muito presente na vida de todos para que não se reconheçam os momentos de realização. Explore-os tanto quanto possível. Transforme-os em grandes feitos.
O líder sabe como ninguém, construir a autoconfiança – promovendo encorajamento, cuidados e reconhecimento em sua equipe. A autoconfiança energiza, dando ao pessoal a coragem para ousar, para assumir riscos e para superar os próprios sonhos. É o combustível das equipes vencedoras.
Gostaria de citar, como outro exemplo, o técnico Bernardinho, da seleção brasileira de vôlei, que tantas vitórias tem trazido para o país. Bernardinho é um líder vibrante! Aprendeu muito mais com erros do que com as jogadas que não deram certo, Ele vibra a cada vitória, comemorando e indo para junto do time. Segundo ele, “não importa a vitória que obtivemos agora. Importa a vitória seguinte”. Consegue trazer para a equipe um grau de sinergia e comprometimento tão grandioso capaz de fazer superar todos os obstáculos que surjam ao longo de uma partida de vôlei.
O verdadeiro líder, portanto, é aquele que tem a capacidade de transformar, educar, orientar, ouvir e desenvolver pessoas, fazendo-as chegar ao podium, com a sensação de que valeu a pena todo e esforço e sacrifício empenhados nas tarefas dentro da organização, fazendo a diferença na vida das pessoas.
18 September 2010
O mercado vive uma época de acirrada competitividade e mudanças constantes, levando o empresário e o consumidor a pensarem cada vez mais de formas diversas sobre valores no atendimento ao cliente. Muito se tem escrito e falado sobre a importância do bom atendimento e a prestação de serviços, porém, é necessário entender que o Marketing de Relacionamento é uma das alternativas mais estratégias para a manutenção e fidelização do cliente.
Houve um tempo
Essa mudança fez com que a atividade de marketing necessitasse estar estreitamente ligada a todos dentro da organização, funcionando como elos de uma corrente, o que vai garantir o melhor atendimento ao cliente final, entregando-lhe o produto ou serviço da forma como ele necessita. Porém, além disso, tornou-se necessário agregar Valor para o Cliente, podendo estar presente em qualquer ação que se tenha no atendimento e vendas. Muitos desses valores encontram-se nos serviços prestados por uma empresa e que são considerados intangíveis, como por exemplo, uma boa prestação de serviços, entrega em domicilio, um atendimento de excelente qualidade e outras ações que, quando bem feitas, permanecem na mente do cliente tornando-o satisfeito com a empresa.
Sigfried Vasques Domingues, Mestrando em Administração da USP, escreveu um ensaio onde discorre sobre a importância do valor percebido como estratégia para o Marketing de Relacionamento. Segundo ele, “o conhecimento do valor percebido pelo cliente em seus produtos e serviços, comparativamente à concorrência, e a adoção de estratégias que contemplem esse valor, permitem à empresa obter as vantagens competitivas necessárias à lealdade dos clientes.”
Um dos pontos principais no contato com o cliente é o diálogo, pois todos gostam de serem ouvidos. A opinião do cliente deve funcionar como um importante canal de relacionamento, onde ele poderá contribuir através de opiniões, ou até mesmo em momentos de queixas. A empresa que atende as reclamações dos clientes e aproveita esse feedback para melhorar seu atendimento e prestação de serviços, tem maiores possibilidades de conquistar e manter esse consumidor.
O Marketing de Relacionamento passa por algumas etapas muito importantes, começando pela conquista do cliente, onde a primeira impressão poderá ser fatal. Nesse primeiro contato, o cliente deverá sair da empresa com uma imagem positiva da empresa como um todo. Em segundo lugar, o objetivo deverá ser o de satisfazer plenamente as necessidades e desejos do cliente, entregando-lhe o que ele necessita, aliando a essa venda todo o processo de prestar-lhe o melhor serviço. Depois, a preocupação deverá ser o da retenção desse cliente, através de estratégias de marketing que o façam sentir vontade de retornar e fale bem da sua empresa para as outras pessoas. Por último, e não termina aqui, o objetivo deverás ser o de ampliar o Relacionamento. Nessa etapa, é que a empresa deverá entender que, mesmo que possua todos os instrumentos necessários para conquistar suas metas, é nas pessoas que estão diretamente em contato com o cliente que se encontra a responsabilidade do sucesso do Marketing de Relacionamento.
17 September 2010
Com certeza você já ouviu ou leu a frase “Momentos da Verdade”, muito utilizada para ilustrar o que significa um atendimento com qualidade e excelência ao cliente. Regras de Ouro para encantar e fidelizar os consumidores têm sido difundidas em todos os artigos, vídeos e palestras sobre marketing e vendas. São os momentos em que o cliente entra em contato com alguém da sua empresa, porém, o que cada uma faz é que vai garantir a sobrevivência no mercado.
Esses momentos podem significar o sucesso de uma venda e a garantia da satisfação das pessoas que fazem contato com a empresa, seja pessoalmente, por telefone ou internet. Preocupar-se em transmitir uma imagem positiva nos primeiros segundos do atendimento já é um grande passo para que o cliente tenha confiança e mantenha um relacionamento de fidelidade, o que é muito difícil conquistar nos tempos atuais de concorrência acirrada e competitividade global.
Muitas falhas ocorrem em um simples contato telefônico, em uma visita técnica, no total descumprimento do que foi prometido - como prazos de entrega ou instalação de produtos - bem como no tratamento dado às reclamações. É necessário que o cliente saia satisfeito após qualquer situação de atendimento, e se houver algum problema, este seja detectado e corrigido no menor prazo possível.
Segundo Luiz Marins, “o básico do atendimento é ser simpático, entregar o serviço que prometeu na propaganda ou no contrato. Atender bem é a coisa mais básica, não necessitando ser complicada ou sofisticada, e sim, com atitudes simples como o sorriso sincero, a rapidez no atendimento, fazendo o cliente ganhar tempo e não se sentir menosprezado”. Para ele, “a falta de sensibilidade de alguns atendentes é visível quando deixa as pessoas esperando horas por algo que já está pronto ou pode ser feito de imediato. Algumas empresas não conseguem enxergar, nem praticar o básico: ser cortês, educado, atento, interessado e cumprir com aquilo que se promete. Empresas que não praticam ações como estas ficam abaixo da expectativa dos seus clientes.”
Todos podem surpreender positivamente seus clientes, fornecedores, colegas de trabalho, etc. Mas para isso acontecer, é necessário treinar as pessoas para descobrirem e criarem momentos mágicos, evitando assim os momentos trágicos - aqueles que surpreendem negativamente os clientes.
O profissional da linha de frente precisa ir além do atendimento, tendo atitudes que não só deixem o cliente satisfeito como também surpreso com algo que não esperava. Sem custos elevados para a empresa, esses pequenos gestos fazem a grande diferença, pois não se trata de adquirir equipamentos de alta tecnologia, mas sim, de contratar gente que entenda e goste de gente. Muito além do que o sorriso mecânico e um tratamento falso e artificial, o que realmente deixa um cliente satisfeito é ter seu problema resolvido sem burocracias e perda de tempo.
Porém, infelizmente, muitas pessoas que têm contato direto com os clientes, não são preparadas ou não possuem autonomia para lidar com as contingências. De um lado, por sua própria culpa, mas de outro, encontram-se os empresários ou gerentes que ainda insistem em centralizarem tudo, não preparando seus colaboradores para se sentirem os próprios donos da empresa onde trabalham. Muitos treinam seus funcionários para cumprirem regulamentos, negligenciando o lado humano, ou seja, colocam “máquinas” e não pessoas para venderem produtos a qualquer custo, visando apenas o lucro imediato.
As empresas vencedoras são aquelas que entendem que o cliente mudou e que lidar com os diversos tipos de pessoas e situações, de forma profissional e inteligente, indo além do atendimento e vendas, é o grande diferencial competitivo do mercado!
16 September 2010
Algum dia você acordou com a sensação de que não tem sorte no emprego, sentindo-se infeliz e desmotivado? Sentiu-se injustiçado por estar trabalhando há anos em um cargo na empresa sem ser reconhecido? Saiba que esse é um sentimento que faz parte de milhares de profissionais em todos os lugares. Algumas angústias podem ser consideradas naturais, pois injustiça e protecionismo todos nós sabemos que fazem parte do mundo profissional. Porém, algumas questões devem ser repensadas quando falamos em carreira.
Há algumas décadas atrás, bastava ter um curso de segundo grau, conhecimento em informática, e o emprego estava garantido por muito tempo. Com o passar dos anos, as empresas foram se modernizando, a concorrência aumentou vertiginosamente, trazendo como conseqüência a necessidade de mudanças no perfil de seus colaboradores. Clientes cada vez mais exigentes, fim do produto como único meio de sobrevivência e início da era da prestação de serviços. Essas mudanças trouxeram uma enorme necessidade de ações para que, tanto as empresas quanto os profissionais se mantivessem no mercado. A maior delas se encontra exatamente mudança do perfil das pessoas que trabalham nessas empresas.
O mercado de trabalho atual exige alguns requisitos importantes que devem ser observados por todos que desejam fazer a grande diferença como profissional. Abaixo, encontram-se apenas alguns deles. Esteja atento, pare de reclamar e faça a grande diferença no mercado de trabalho.
1) Conhecimento: Como já foi dito, não basta apenas ter um diploma, e sim, buscar cada vez mais novas formas de diferenciação, técnicas atuais modernas e multiplicidade de conhecimento, uma vez que as empresas buscam resultados. Portanto, funcionário que não traz lucro ou clientes para dentro das organizações não é interessante para a mesma.
2) Perfil Empreendedor: O profissional não deve se enxergar mais como um mero empregado da empresa, e sim como um sócio, fazendo tudo como se aquele empreendimento fosse seu. Buscar aprimorar características empreendedoras que são a persistência, visão de futuro, criatividade, planejamento, identificação de oportunidades, entre outras, para fazer a diferença como profissional.
3) Rede de Contatos: De acordo com pesquisas, mais de 50% da colocação de profissionais no mercado são feitas através da indicação de amigos ou profissionais reconhecidos. Portanto, criar e manter uma boa rede de contatos é a chave mágica que consegue abrir diversas portas. É possível fazer um bom network participando na sociedade, fazendo amigos, sendo simpático, receptivo e disponível para os outros. Manter-se atualizado sobre os eventos e participar intensamente de cursos, seminários, congressos, são algumas formas certeiras de ser conhecido e reconhecido.
4) Comunicação: Não dá para pensar em um profissional que não se comunique tanto verbalmente quanto de forma escrita. Pessoas tímidas, que não conseguem se expressar em público, ficam esquecidas quando essa habilidade é necessária. Terão sucesso profissional aqueles que tiverem capacidade de apresentar projetos, conversar com diversas pessoas e comunicar-se com qualidade e desprendimento. Outro item que deve ser observado é a comunicação escrita, tendo capacidade de redigir e expressar-se da melhor forma possível.
5) Auto-Estima e Motivação: Quem anda cabisbaixo, sentindo-se a pior das criaturas e injustiçado, correrá o risco de, no mínimo, de bater a cabeça em um poste. Amar-se profundamente, ter uma motivação para a vida e buscar a felicidade sem depender dos outros para que isso ocorra, é necessário para que a pessoa enxergue o mundo com outros olhos. Fracassos sempre existirão em todas as áreas, mas não devemos desistir de nossos objetivos pessoais e profissionais.
14 September 2010
Ainda é muito comum se ouvir de alguém a seguinte frase: “tenho pavor de falar em público!” Se perguntarmos os motivos desse pavor, ouviremos uma série de justificativas como: timidez, medo de não dar conta, não levar jeito para a oratória, entre outras. Por isso, muitas pessoas preferem ficar escondidas no fundo da platéia, do que correr o risco de serem chamadas para apresentar algum trabalho ou projeto.
De acordo com Reinaldo Polito, especialista
“Herdamos esse mecanismo de defesa. Hoje, quando sentimos medo, sofremos uma descarga de adrenalina para que possamos nos movimentar mais depressa enquanto ela vai sendo metabolizada. Só que, para falar em público, nós sentimos medo, sofremos a descarga de adrenalina -para que possamos nos movimentar mais rápido durante a fuga-, mas não dá para fugir. Por isso, ela permanece um tempo maior no organismo e provoca a confusão que todos conhecemos: as pernas tremem, as mãos suam, o coração bate mais forte, a voz enrosca na garganta e até os pensamentos maravilhosos que eram tão claros antes de falar desaparecem diante do público.”, explica Polito.
Porém, atualmente, qualquer profissão requer essa habilidade de comunicação oral e somente será bem sucedido quem possuí-la, pois ela é tão importante quanto conhecer as técnicas da função que exerce.
Começando pela escola, cada vez mais os professores estão exigindo dos alunos que elaborem trabalhos não somente escritos, mas que também os apresentem em sala de aula ou auditório. Sem falar no Trabalho de Conclusão de Curso, cuja apresentação é feita para uma banca de professores ou convidados. Nessa etapa, é comum que os futuros profissionais entrem em pânico, comprometendo muitas vezes sua exposição.
Com a entrada no mercado de trabalho, tem início outra etapa, onde desde o processo de seleção, o candidato necessita participar de dinâmicas de grupos, além de entrevistas, que evidenciarão a capacidade de comunicação oral. Consequentemente, quanto mais o profissional for promovido na hierarquia da empresa, maiores serão as possibilidades de que ele venha a participar de Congressos, Feiras ou outros eventos onde tenha que expor projetos ou trabalhos para grandes platéias.
Vencer o medo de falar em público não é uma coisa que ocorra da noite para o dia, porém, somente com atitudes positivas, buscando auxilio com profissionais da área ou até mesmo através de um acompanhamento psicológico, essa barreira poderá ser transposta. O exercício constante, enfrentando os “fantasmas” e se preparando de forma correta, com certeza trarão muitos benefícios para aqueles que necessitem fazer exposições para outras pessoas. Buscar conhecer bem o assunto a ser falado, preparar um material de qualidade e ser espontâneo são imprescindíveis para uma boa apresentação.
Lembre-se: Não há mais lugar no mercado de trabalho para aquelas pessoas que ainda insistem em ficarem escondidas como medo de se exporem, pois o sucesso vem sempre para aqueles que ousarem fazer diferente. Vença o medo e garanta seu sucesso profissional.
12 September 2010
Ao fazermos parte de uma organização, passamos grande parte do nosso tempo lidando com pessoas tais como nossos superiores, colaboradores, colegas de trabalho, clientes e fornecedores. Todos dependem direta ou indiretamente de nossos serviços. Porém, muitas vezes ficam prejudicados por causa de algumas atitudes que colocam em risco a reputação e o relacionamento entre todos.
Pessoas que não entendem o verdadeiro sentido da palavra serviço, podem prejudicar a todos na empresa, e, consequentemente o cliente final. Tarefas por terminar, atendimento ruim, desinteresse, falta de parceria, conflitos e inveja são apenas algumas coisas que podem interferir no resultado final esperado por todos.
Existem algumas atitudes que, quando são entendidas e colocadas em prática, fazem toda a diferença no campo profissional e pessoal. Ao lidarmos com pessoas, devemos cuidar para que nossas relações sejam as melhores possíveis, transformando nosso local de trabalho em um ambiente prazeroso.
Alguns exemplos dessas atitudes positivas serão apresentados aqui e se cada um começar a mudar seu comportamento ou pelo menos observar como tem agido, já estará fazendo uma grande diferença. A primeira delas é a PARCERIA, principalmente quando diversas pessoas trabalham em um mesmo local. Portanto, os objetivos devem ser os mesmos, e ajudar um colega a resolver um problema é uma atitude que só traz benefícios a todos. Outra atitude é o RESPEITO com aquelas pessoas que entram na empresa e se sentem inseguras no primeiro dia de trabalho. A melhor coisa que se pode fazer nesse momento é oferecer ajuda e mostrar como é a empresa, dando-lhe suporte no que for necessário. Quem chega a um lugar pela primeira vez já encontra o grupo formado e isso pode intimidá-lo a se aproximar e pedir ajuda. Portanto, prontificar-se a isso é uma bela atitude que só faz bem e traz segurança para o novo colega. A próxima atitude é essencial para o sucesso de todos, pois trata-se da ÉTICA, principalmente quando se trabalha diretamente com clientes externos e fornecedores. Respeitar os princípios morais, éticos, sexuais, sociais e religiosos requer ações que solidificam as relações. Toda empresa deve estar balizada em uma política de qualidade que envolva os valores e crenças, devendo os mesmos serem de conhecimento dos integrantes da empresa.
É necessário também ter COMPROMETIMENTO que passa por diversas atitudes que vão desde o respeito com as pessoas até a consciência em não desperdiçar os materiais da empresa, contribuindo com ações como pegar um clips no chão ou economizar materiais. O desperdício diário poderá acarretar em custos ao final de um dia, mês ou ano, e todos devem estar conscientes de sua responsabilidade com a empresa e o meio ambiente.
É necessário para um bom trabalho ter uma boa DISCIPLINA, para que tudo esteja organizado na empresa. Ser disciplinado significa cumprir os horários estabelecidos, ter os materiais organizados, trabalhar de forma a não prejudicar as tarefas dos colegas e atender bem aos clientes, colocando-se à disposição para ajudar em caso de alguma dificuldade.
Por fim, a atitude positiva que se pode ter para ter sucesso no trabalho é a TOLERÂNCIA, respeitando as limitações das outras pessoas, não se achando o melhor
Segundo W Clemente Stone, “Há pequenas diferenças entre as pessoas, mas essa diferença faz uma grande diferença. A pequena diferença é a atitude. A grande diferença é se a atitude é positiva ou negativa”. Praticando atitudes positivas, podemos tornar nosso ambiente de trabalho agradável, e ganharemos confiança e transformaremos essas horas em momentos crescimento profissional e pessoal.
11 September 2010
Que a concorrência é muito importante para o mercado, ninguém duvida. Ainda mais em tempos de produtos iguais, está cada vez mais acirrada a guerra entre empresas, todas querendo abocanhar seu pedaço de mercado.
Porém, mais do que lutar, é necessário conhecer quem é realmente o seu concorrente, para que se possa acompanhar e adotar medidas para vencer a batalha do marketing.
Um exemplo disto é a Coca-Cola que durante muito tempo pensou que seu principal concorrente era a Pepsi, agindo apenas para tirar de campo esta marca. Demorou, mas acordou para o fato de que até mesmo quando alguém tomava uma xícara de chá deixaria de consumir seu produto.
Assim ocorre com muitas empresas que visualizam seus concorrentes apenas pela marca que comercializam, esquecendo-se de pensar que mesmo vendendo produtos ou serviços diferentes dos seus, muitos outros fatores poderão ser levados em consideração pelos clientes. Estes poderão deixar de adquirir qualquer coisa em virtude de outras. O que importa neste caso, são os valores que lhe dizem respeito.
Os concorrentes mais diretos de uma empresa são aqueles que perseguem os mesmos mercados-alvo e adotam estratégias semelhantes devendo ser monitorados a todo momento, através de três variáveis, de acordo com Phillip Kotler:
1) Participação de mercado (market share): significa a participação dos concorrentes no mercado-alvo. É necessário conhecer qual é o percentual de mercado que está sendo ocupado pelos concorrentes, de forma a perceber o quanto se está perdendo em não investir neste nicho.
2) Participação na lembrança de marca (share of mind): porcentagem de consumidores que identifica o concorrente ao responder, quando solicitado: “Nomeie a primeira empresa que lhe vem em mente nesse setor.” Já se sabe que a segunda lei do marketing é a Lei da Mente, ou seja, quando não se pode ser o primeiro no mercado, deve-se fazer de tudo para ser o primeiro na mente do cliente.
2) Participação de preferência (share of heart): porcentagem de consumidores que identifica o concorrente ao responder à solicitação: “Identifique a empresa da qual você prefere comprar o produto.” Todos temos uma marca ou empresa importantíssima para nós. Pode-se dizer que é a empresa de nosso coração. Aquela que fidelizamos, mesmo que isto possa parecer impossível.
Toda vez que um consumidor responde a uma das três variáveis acima, estará escolhendo aquela empresa com a qual deseja se relacionar. Isto poderá englobar diversos fatores como atendimento, preço, qualidade, pontualidade na entrega, garantia, segurança, etc. Também significa conhecer quais são os principais atributos valorizados pelos clientes.
Portanto, para vencer a preferência dos clientes, a empresa precisa perguntar?
- Quem são realmente meus concorrentes?
- Quais são seus pontos fortes e pontos fracos?
- O que eles procuram no mercado?
- O que modifica o comportamento de cada um deles?
Fazendo isto, ela estará se preparando para elaborar suas estratégias e buscar um lugar na mente e no coração daqueles que mais importam nesta guerra de consumo: os clientes!
10 September 2010
A negociação é uma atividade que exercemos todos os dias, seja na família, nas empresas ou nas relações sociais. Nesse exato momento, milhões de pessoas estão sentadas em algum lugar do planeta, realizando negociações que poderão mudar toda a sua vida ou a vida das organizações. Muito pouco se estuda sobre o tema, porém, é imprescindível conhecermos os aspectos que envolvem esse processo que vivenciamos e vivenciaremos por toda a vida.
Existem vários conceitos de negociação, sendo que todos eles levam o um objetivo comum que é a obtenção do sim, satisfazendo ambas as partes, o que é comumente conhecido como “Ganha-Ganha”, gerando uma sensação de conquista e poder de persuasão.
A arte de negociar deve ser treinada e desenvolvida, pois não é fácil chegar a um acordo, principalmente quando sabemos que o sucesso da negociação poderá acarretar em alguma perda ou concessão de uma das partes envolvidas.
A primeira habilidade essencial para se tornar um bom negociador é a comunicação, pois a todo momento será necessário dar e receber feedback no momento em que estamos dialogando com alguém.
Segundo Arthur Diniz, economista e fundador da Crescimentum - Coaching for Performance “da mesma forma que negociamos o tempo todo, estamos também nos comunicando – e de diversas formas por meio de palavras, olhares, gestos etc. Até mesmo quando não fazemos nada nos comunicamos pela não-comunicação.”
Também é necessário saber ouvir a outra parte, deixando de lado nossos preconceitos. Essa é considerada uma das partes mais difíceis da comunicação, pois as pessoas ainda não conseguem ouvir com paciência e empatia. Saber ouvir vai muito além do que apenas escutar o que o outro fala, pois trata-se de uma entrega ao outro, devendo estar com todos os canais comunicativos abertos. Não adianta nada fingir que está ouvindo e depois tomar decisões apenas baseado no que pensa ou acha que é o melhor para ambas as partes.
Outra habilidade que faz parte do processo de negociação é o relacionamento entre as parte. Quando negociamos com alguém não podemos nos esquecer que estamos em um processo de relação interpessoal, que envolve diálogo, respeito e consideração com o outro. De acordo com Roger Fisher, especialista norte-americano, fundador e diretor do Harvard Negotiation Project, uma organização da Harvard University dedicada a melhorar teoria e prática de resolução de conflitos, “quando estão negociando, as pessoas se vêm como inimigas e não pensam que estão trabalhando conjuntamente para resolver um problema” Ainda segundo ele, “a negociação será melhor se ambas as partes acreditarem que buscam resolver uma preocupação comum e devem descobrir como lidar com suas diferenças.”
É necessário conhecer todas as etapas do processo de negociação, seja para a venda de um produto, contratos diversos ou até mesmo nas relações que temos fora da empresa, bem como desenvolver todas as habilidades que ajudarão a alcançar os objetivos desejados. Sem conhecimento e informação, o negociador poderá ter surpresas desagradáveis perdendo uma boa oportunidade de negócio!
9 September 2010
Imagine a seguinte cena: um auditório lotado, um palco e um microfone. De repente, abrem-se as cortinas e um foco de luz é disparado para um único ponto: VOCÊ. O que sentiu? Vontade de sair correndo? Pernas e mãos trêmulas? Suor na testa? Vontade que o chão se abra naquele exato momento e você desapareça por ele?
Não precisa ficar preocupado. Você é apenas um entre milhões de mortais que agiriam assim, ou seja, você é normal!
Falar em público é considerada uma das maiores situações que mais geram medo nas pessoas, sendo maior até mesmo que o medo de andar de avião ou até da morte, conforme pesquisas realizadas. Porém, poderão existir situações em que essa tarefa deverá ser exercida e aí será necessário enfrentar o fantasma da comunicação oral.
São diversos os motivos que levam uma pessoa a temer falar em público, podendo ser destacadas as seguintes: nervosismo, auto-imagem negativa, timidez, autocrítica exagerada, falta de experiência na área e falta de habilidade em comunicar-se oralmente, entre outras.
É importante, portanto, buscar reconhecer qual ou quais dos motivos acima estão impedindo você de vencer as barreiras e se expor diante de um público, além de fazer uma análise profunda das oportunidades perdidas por não vencer esse medo. Ao invés de ficar censurando a si mesmo, que tal procurar aprimorar técnicas de comunicação?
Uma das primeiras coisas a fazer é descobrir qual é a crença que você carrega dentro de si que o torna incapaz. Ela está em você ou nas pessoas que o cercam? Por que acredita que não é capaz? Quem te disse isso? Faça uma análise profunda e honesta enfrentando os fantasmas que muito provavelmente, você criou e alimentou durante anos de sua incapacidade para se comunicar oralmente. Feito isso, que tal um curso de oratória? As técnicas são primordiais para aprimorar algumas habilidades como: postura, gesticulação, voz, planejamento, recursos, aparência, etc. Existem centenas de cursos disponíveis até pela internet que o ajudarão a conhecer essas técnicas.
Pense em quantas vezes você recuou diante de um convite para se apresentar
Em um mundo globalizado e competitivo como o que estamos vivendo, existe um fator imprescindível e que não pode ser contestado: comunicar-se de forma eficaz significa possuir um grande poder e autoridade no meio em que se vive. Buscar ser o melhor em tudo que se faz é o maior desafio que o profissional desse século poder ter. É necessário aliar conhecimento técnico com habilidades, inteligência emociona e relacionamento interpessoal, garantindo um lugar expressivo no mercado de trabalho.
Quem se comunicar bem torna-se reconhecido a aceito pelas pessoas, sendo necessário ter coragem para se expor, e a comunicação é essencial para o ser humano, através da qual estabelecemos os elos que nos ligam à própria existência. Um bom comunicador imprime sua marca no mundo, não apenas “levando a vida”, e sim, registrando sua passagem pela terra.
“Respiramos comunicação! Essa lei é imutável. Ignorá-la é selar um pacto com a inanição afetiva, mental e intelectual!”, (Reinaldo Polito, especialista
7 September 2010
Um bom espelho, coerência e preocupação com a imagem! Esses três itens não devem nunca faltar ao profissional que esteja preocupado com sua imagem e desenvolvimento. Causar uma boa impressão deve fazer parte da cartilha de todos aqueles que estão ou queiram entrar no mercado de trabalho.
Uma imagem leva 30 segundos para ser construída quando estamos em contato pessoal com alguém e a aparência pessoal conta muitos pontos nesse momento. Por isso, investir no desenvolvimento dessa imagem é tão importante quando freqüentar cursos de atendimento ao cliente, vendas ou outro qualquer.
Raramente você terá uma segunda chance de causar uma primeira impressão de forma positiva. Não basta, porém, causar boa impressão na primeira vez; mas, também, mantê-la, e isso só se consegue com bom gosto e discrição.
Vestir-se adequadamente para trabalhar, de acordo com consultores da área valoriza muito o profissional, que não deve se esquecer que ele representa a empresa em que trabalha também através de sua aparência, que vai muito além de uma roupa cara ou um terno alinhado. Os cuidados começam com a própria higiene, cabelos arrumados, linguagem e postura, além de um bom banho pela manhã, dentes bem cuidados, unhas e pele tratados.
Segundo o renomado Consultor Roberto Shinyashik, “de nada adianta boa aparência e gestos adequados em uma pessoa pessimista e maledicente. É fundamental que você saiba se cuidar, adotar e cultuar atitudes e valores positivos, tais como: otimismo, entusiasmo, integridade, bondade, paciência, tolerância e flexibilidade.”
Por mais que a empresa seja informal, certas posturas e roupas não condizem com o profissional, principalmente estando em contato com clientes externos. Sua imagem poderá dizer muito sobre sua personalidade nesse momento, e não deve depor contra você. Ao lidar com o público, a exposição se torna maior, portanto, não exagerar em detalhes só porque está na moda ou usar roupas que não condizem com a profissão ou ambiente de trabalho deve ser uma preocupação de qualquer pessoa antes de sair de sua casa para trabalhar.
Maria Aparecida Araújo, consultora
Portanto, tenha em mente que você representa a empresa para a qual trabalha em todos os momentos, criando uma imagem boa de se ver, tendo postura positiva perante os clientes, cuidando de sua linguagem, preocupando-se com uma boa higiene corporal. Além disso, faça de tudo para conquistar a confiança das pessoas no primeiro contato, marcando pontos no início do relacionamento. Seja uma pessoa que que todos se lembrem positivamente sem exagerar nos detalhes. Simplicidade e originalidade são fáceis de se ter quando se está seguro de quem você é e onde quer chegar!
6 September 2010
Todos os dias milhares empresas utilizam-se do telemarketing para realizarem contatos com clientes potenciais ou já conquistados. Essa ferramenta pode ser poderosa quando feita de maneira eficaz, pois através dela, podem ser realizados grandes negócios geradores de resultados positivos e lucrativos. Porém, quando realizado de forma incorreta, o telemarketing pode se transformar em um grande perigo, colocando em risco a imagem da empresa.
A utilização do telefone para fins comerciais teve início em 1880, em Berlim, logo após o aparecimento do 1º aparelho criado por Alexandre Graahm Bell, quando um pasteleiro mantinha um cadastro de aproximadamente 180 pessoas e telefonava para elas oferecendo seu produto.
No Brasil, o telemarketing ganhou impulso no final dos anos 80, e desde então, tem sido difundido nos mais diversos setores da economia, ganhando força com o advento da tecnologia. No final do século, surgiram os Call Centers, que permitiram às empresas comunicarem-se com seus clientes através de diversos canais.
O telemarketing cresceu de uma forma surpreendente, porém, ainda encontramos muita resistência na receptividade desse serviço por parte dos clientes, que sentem-se incomodados por pessoas inoportunas e sem profissionalismo ou técnicas suficientes para conquistar e manter o contato até o fim. Algumas atitudes são responsáveis por essa rejeição, deixando irritados aqueles que poderiam se tornar os maiores aliados da empresa.
A primeira atitude negativa surge logo no início do contato, quando o telemarketer não se preocupa em saber se a pessoa está disponível para atender naquele momento, e de imediato, sai despejando as “ofertas imperdíveis do momento” em uma fração de segundos, sem sequer respirar. Do outro lado, o cliente fica sem saber quando terá tempo para explicar que aquela não é a melhor hora para falar sobre produtos e serviços.
Outra atitude é a velha história de que, após diversas pesquisas realizadas, a pessoa foi selecionada, devido à sua conduta e bom relacionamento comercial, para receber uma oferta especial (essa empresa que fez a pesquisa nunca é citada) e então vem mais uma enxurrada de promoções, em uma velocidade de fazer qualquer campeão da São Silvestre perder o fôlego!
Por fim, a insistência do telemarketer, em apresentar vantagens e benefícios em seus produtos, tentando “empurrar” o que naquele momento, nem por sonho, passa pela cabeça do cliente em adquirir, mesmo após diversas tentativas de se dizer isso àquela pessoa que se acha um verdadeiro expert em vendas por telefone.
É claro que existem excelentes profissionais, que no momento certo, com o produto ou serviços certos, conseguem convencer e vender de uma forma muito profissional. Eu mesma já comprei, em momentos nos quais fui abordada de forma inteligente, cortês e empática, alguns produtos através do telemarketing. E confesso que depois fiquei me perguntando como aquela pessoa conseguiu atingir seu objetivo.
É importante para as empresas que utilizam-se dessa ferramenta do marketing, perceberem que a imagem da empresa está na voz de quem fala por ela, fazendo com que as pessoas que entram em contato com o mercado-alvo por telefone, estejam plenamente capacitadas para realizarem negócios, deixando margem para novos contatos, ao invés de tentarem fazer uso de frases e táticas que nada mais fazem do que espantar os clientes.
Não permita que o contato telefônico seja uma arma contra sua empresa. Previna-se!
5 September 2010
Muitas empresas estão buscando atualmente uma vantagem competitiva, acreditando que somente assim estarão à frente da concorrência. Porém, não adianta ter um diferencial em produtos, serviços ou lay-out para conquistar o mercado e ser líder. É necessário, em primeiro lugar, orientar-se para o cliente, desde o proprietário até as pessoas que ocupam a linha de frente.
É exatamente aí que se encontra o ponto crucial para qualquer empresa nesses tempos de competitividade. Quem está todos os dias frente a frente com o consumidor deve entender que é de sua inteira responsabilidade o sucesso da relação com as pessoas que compram produtos ou serviços.
Quando todos demonstram preocupação com um bom resultado nas relações com o cliente, pode-se dizer que a empresa encontra-se voltada para o cliente. De acordo com Peter Drucker, “é necessário ouvir o cliente para torná-lo um aliado, um parceiro”.
É necessário criar sistemas que possibilitem aproximar-se cada vez dos clientes, de forma a escutar para identificar todos os problemas que estejam ocorrendo. Porém, não basta apenas escutar, sendo necessário agir para que tudo se resolva de uma forma confortável e positiva para ambos os lados. Somente quando essa aproximação ocorre, é que se pode considerar que a empresa possui uma vantagem competitiva.
Atitudes sinceras e rápidas contribuem para solidificar os relacionamentos, sendo capazes de fazer com que os clientes se tornem leais à empresa, bastando para isso servi-los com qualidade e competência, colocando na mente e no coração da linha de frente a importância de seus atos no momento do atendimento. Para isso, é necessário que se dê autonomia para todos, transformando cada encontro com o cliente em um momento mágico, colocando a empresa na mente das pessoas.
Muitas são as atitudes negativas que demonstram que a empresa não se encontra orientada para seu cliente, podendo ser evitadas de forma barata e natural. Basta que todos, sem exceção, façam diariamente a seguinte pergunta: “Para que nossa empresa existe?” A resposta nada mais é do que o verdadeiro significado da Missão que foi projetada no momento da concepção da mesma.
Um cliente insatisfeito funciona como uma bomba que pode explodir causando um estrago muito grande, jogando por terra todos os investimentos de anos que o empresário tenha feito. É necessário pensar sempre em se orientar para a satisfação e excelência no atendimento, pois o poder migrou da mão da empresa para a mão do cliente, fazendo com que ele tenha um grande poder de barganha, não mais se contentando com atitudes mais ou menos tomadas pela empresa e por todos que dela fazem parte.
A empresa realmente voltada para o cliente é aquela em que a importância dessa orientação encontra-se engajada em todos os setores e hierarquias, não podendo ser apenas responsabilidade de um ou outro atendente. Fazer as coisas certas todos os dias é a melhor maneira de se manter competitivo no mercado e integrado no verdadeiro sentido do Marketing que é ”ENTENDER PARA ATENDER O CLIENTE”
4 September 2010
Patch Adams – O Bom Humor Contagia é o nome de um filme, protagonizado por Robin Williams, que conta a história de um estudante de medicina esforçado, de todas as maneiras possíveis, em mostrar a importância de humanizar a profissão médica, bem como a importância do humor como meio para atingir o bem-estar dos doentes.
Sorrir muito e usar o bom humor mesmo em situações inusitadas e inesperadas ajudam as pessoas a se aproximarem mais umas das outras, humanizam as relações, ajudando a criar laços, além de fazer muito bem à saúde. As pessoas bem-humoradas possuem um brilho e um carisma todo próprio, por isso nunca estão ou se sentem sozinhas. Hoje em dia, a medicina em geral e a psiquiatria, em particular, estudam muito a importância do bom humor, dos bons sentimentos e da afetividade sadia como fontes de melhoria da qualidade de vida e da saúde global da pessoa.
Recentemente pesquisadores da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, perceberam que pessoas mais otimistas e alegres tendem a viver sete anos e meio a mais que os de mau com a vida. Concluíram que o otimismo atua sobre a longevidade, bem como os benefícios de não fumar, manter o colesterol e a pressão arterial em níveis saudáveis. Nosso organismo produz dois hormônios, o estradiol e a adrenalina que, em excesso, causam danos à saúde. Eles baixam as defesas do organismo, abrindo portas para infecções e atrapalhando no combate a certas doenças, como o infarto.
Pessoas bem-humoradas se dão bem no amor e no trabalho Estão sempre olhando a vida de maneira otimista e contagiam a todos em sua volta. Nada pior do que trabalhar ao lado de uma pessoa amarga, com a cara amarrada, ou ser atendido por alguém que não está satisfeito com o que faz e trata os clientes com indiferença, sem um sorriso sequer no rosto. Atitudes assim espantam qualquer um da empresa, pois ninguém é obrigado a tolerar o mal-humor ou insatisfação das pessoas.
Pode ser que você já tenha ouvido frases como: "aquele ranzinza", "já acorda mal humorado", "parece que está chupando limão o dia todo". São frases dirigidas às pessoas que nunca estão satisfeitas e contaminam o ambiente. Ficar ao lado delas só faz mal para a saúde e prejudica nossa produtividade.
Por outro lado, em se tratando de relacionamento profissional, devem ser tomados alguns cuidados, pois a pessoa não pode ser engraçadinha o tempo todo, contando piadinhas e achando graça em tudo que as pessoas fazem a ponto de constranger os colegas. No ambiente da empresa, nem todo assunto deve ser motivo de graça, ou nem se deve ficar contando piadinhas ofensivas ou racistas. Existem pessoas que acabam se transformando no “palhaço da turma”, e isso faz com que elas se esqueçam de investir em outras qualidades e potencialidades que poderia usar em benefício do seu crescimento na empresa.
Alguns cuidados devem ser tomados junto aos colegas e diante dos clientes como por exemplo, risadas exageradas e escandalosas, que podem passar uma imagem de descontrole emocional ou imaturidade, além de total falta de profissionalismo.
Quando usado com moderação, o bom-humor só traz benefícios, ajudando a eliminar o stress, curando doenças, contagiando as pessoas e ajudando a levar a vida de forma mais leve e menos dolorida. Nesses tempos de pressão e cobranças, onde as pessoas se transformaram em verdadeiras máquinas, ainda devemos deixar um espaço para sorrir, acordando de bem com a vida, com o pé direito e deixando a tristeza e o baixo astral em casa, levando para fora apenas a vontade de ser feliz!
2 September 2010
Sobreviver no mercado de trabalho permanecendo estável como um produto líder de vendas. Esse é o objetivo de quem se preocupa em ter visibilidade perante as exigências atuais para um profissional almejado pelas empresas. As questões aqui são: o que é necessário para alcançar esse patamar? Que profissional é esse? Que qualificações e habilidades deve possuir? O primeiro ponto a se destacar é a importância de se saber quem você é e o que quer da vida. Começa pelo autoconhecimento, qualidade profissional e disposição para buscar ser o melhor. Buscar respostas para perguntas como: quem sou eu? O que quero? Onde quero chegar?, é o inicio de todo um planejamento pessoal e profissional que levará ao topo do sucesso. Conhecer-se, estabelecer metas e objetivos, buscando ter qualidade em tudo que se faz é um dos segredos dos bem-sucedidos no mercado de trabalho atualmente.
São necessários três passos ao estabelecer os objetivos para sua vida:
1) Saber onde se está: como anda sua motivação? O que tem feito atualmente para melhorar sua qualidade pessoal e profissional? Está feliz? É bem sucedido? Tem se relacionado bem em todos os níveis sociais?
2) Estabelecer onde quer chegar: dentro de 2, 3, 4 ou 5 anos, como você se vê? Estará empregado? Terá um negócio próprio? Como você se vê dentro do período que está visualizando?
3) Descobrir como e o que é necessário para chegar lá: será necessário investir em que área. Que qualificações ainda faltam? Que habilidades você tem mais fortalecidas e em quais será necessário fazer investimento para melhorar?
Responda sinceramente a cada pergunta e reflita sobre seu projeto pessoal/profissional, de forma a conseguir estabelecer um caminho que te levará ao sucesso e à qualidade desejada, transpondo todas as dificuldades que porventura surgirem.
Porém, muito cuidado! É necessário muita sabedoria para chegar onde se deseja, pois sem qualidade de vida em primeiro lugar, não é possível ser um profissional bem-sucedido. Felicidade, equilíbrio, auto-estima e harmonia com as pessoas à sua volta é o que realmente importa. Em busca de cargos e salários elevados, muitas pessoas estão se tornando infelizes, prisioneiras das exigências atuais, deixando para depois coisas importantes para a plena felicidade. Morrem lentamente, sem tempo para sua família e até para si mesmas. Às vezes lutam anos a fio para conseguir alguma coisa e quando conseguem o que querem, caem no vazio e na depressão sem sentido para sua vida. Existem casos de executivos que se suicidaram quando alcançaram o topo de sua carreira, pois perderam o real sentido da vida.
É necessário entender que muito mais do que ter objetivos, saber exatamente “para que” eles servirão. Pergunte para que você quer o sucesso, se é para ser mais feliz, ter mais segurança e conforto ou apenas para impressionar alguém. Sem ter motivos e um auto-conhecimento profundo, o processo não se dá como um todo em sua vida. Muito mais do que ter, é importante o “ser”, e isso engloba questões como alegria, amor, felicidade e saúde aliadas a uma grande sabedoria, estando pleno, inteiro e com uma enorme vontade de fazer o bem, saindo vencedor em todos os sentidos, pois o que importa realmente nessa vida não é o quanto temos, mas quem somos, pois é nesse contexto que seremos eternamente lembrados pelas pessoas.
Lembre-se: O maior sucesso que podemos alcançar em nossa vida é o de sermos plenamente felizes. É aí que se encontra o verdadeiro campeão em qualidade de vida!
1 September 2010
Existe uma antiga frase que diz: “Ninguém é uma ilha!”. Por mais auto-suficiente que a pessoa seja jamais será feliz se não tiver ao seu redor alguém para conversar, compartilhar suas idéias, seus anseios e sonhos. O que se vê no mundo de hoje, entretanto, são pessoas reclamando de uma grande solidão, mesmo estando cercadas de gente. Por que isso acontece? De acordo com as psicólogas Rogéria Oliveira Gontijo e Carmem Luíza Rocha e Barcelos de Pinho Maia, no artigo - Afinal, o que é Solidão? – “relacionamos com nossos pais, amigos, colegas... mais tarde buscamos alguém para nosso relacionamento amoroso... alguém que nos complete, nos faça felizes, preencha o vazio que sentimos. Alguém que nos ame, que nos faça sentir importantes, que nos dê alegria de viver... Muitos de nós já dissemos ou escutamos: “você é a razão da minha vida... sem você a vida não tem a menor graça...” Então, como podemos viver sem esse outro que é TUDO para nós? Se pensamos dessa forma, estar sozinho é realmente muito doloroso... é como se estivesse sempre faltando alguma coisa...”
A necessidade de competirmos no mercado, aprendermos diversas coisas, termos que realizar diversas atividades em um só momento, acabam nos roubando das pessoas e passamos a não mais ter tempo para elas. O bate-papo é cortado pela necessidade de ir trabalhar, o amor não suporta as ausências, os divórcios aumentam, os filhos vão embora, e a solidão bate à porta. Na maioria das vezes, não sabemos como lidar com ela, pois passa a ser um sentimento tão negativo, podendo causar uma profunda depressão. As pessoas sentem-se sozinhas, mesmo cercadas de outras. Nada mais tem valor, e o que era importante fica para trás.
Os consultórios dos profissionais de psiquiatria e psicologia, entre outros, estão lotados de pessoas tentando se encontrar, sair do vazio que tomou conta de sua vida. De acordo com pesquisas, muitos executivos mergulharam no alcoolismo e nas drogas porque não deram conta das perdas que tiveram com cargos de altíssima responsabilidade, que os fizeram afastarem-se de suas famílias e hobbies. O índice de suicídios aumentou sensivelmente nessa classe, além de doenças chamadas psicossomáticas. É a era da solidão!
Uma dica importante dos psicólogos é que faz-se necessário saber que a solidão leva à reflexão sobre os relacionamentos humanos. Quando colocamos uma expectativa muito grande em relação a uma outra pessoa, corremos o risco de não sermos correspondidos da forma como esperávamos. Isso poderá levar a uma solidão que muitas vezes não estamos preparados para lidar com ela. Reavaliar nossas atitudes em relação às pessoas com quem convivemos poderá nos ajudar a descobrir quando e em que intensidade o sentimento de solidão aparece. Também é necessário procurarmos fazer coisas com as quais nos sentimos bem e nos fazem felizes. Recuperar contatos perdidos, amigos que há muito não vemos, estarmos sempre cercados de pessoas que nos fazem bem, e nunca nos acharmos auto-suficientes, são atitudes que ajudam a não nos sentirmos sozinhos.
Por isso é cada vez mais importante cuidar da rede de relacionamentos, transformando o primeiro contato com alguém em uma oportunidade de aumentar seu networking. Para o ano que vem, reveja sua agenda, busque aquelas pessoas com as quais há tempo você não fala, telefone, saia mais, recupere seus amigos, e verá que a solidão só existe para quem a cultiva dentro de si. Por fim, goste de sua própria companhia, podendo estar só sem sentir solidão, entendendo que você é o seu melhor amigo, escutando seu coração, sendo o que você realmente é, sem precisar da aprovação dos outros para ser feliz! Relacione-se bem com todos e verá que a solidão não existe para quem é verdadeiramente feliz e sabe da importância de se estar vivo e fazer parte desse mundo!
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