
31 August 2010
Dormir é sonhar e sonhar é uma necessidade neurofisiológica. Estudos do campo da Psicologia têm determinado que a privação do sono acarreta sérias conseqüências mentais e físicas.
A Psicanálise vê com tanta atenção este produto da mente, que é o sonho. Gastão Pereira da Silva define o sonho de uma forma que bem demonstra sua relevância:
“Uma função psíquica encarregada de compensar, de suavizar, de substituir, mesmo, uma realidade que nos é hostil, por outra, totalmente diferente, onde um novo mundo se descortina diante da alma e onde todas as nossas ações parecem absurdas, justamente porque as mais censuráveis, na sociedade em que vivemos, gozam, enquanto dormimos, de uma espécie de liberdade condicional, quando se expandem nos sonhos.”
As descobertas de Freud, de que os sonhos têm um conteúdo psicológico fundamental revolucionaram o estudo da mente. Antes os sonhos eram tidos como meros efeitos de um trabalho desconexo, provocados por estímulos fisiológicos. Os conhecimentos desenvolvidos por Freud trouxeram os sonhos para o campo da Psicologia e demonstraram que estes são tão somente a realização de desejos, disfarçados ou não, satisfeitos em pleno campo psíquico.
Ao acordamos, deparamos com o mundo à nossa volta e agora vou falar dos sonhos que temos com os olhos bem abertos: a felicidade, uma boa profissão, um amor, dinheiro, projeção social, etc.
Qual é o seu sonho? Qual é o tamanho dele? O que tem feito para realizá-lo? O que ou quem impede que isso ocorra? São perguntas que temos que fazer todos os dias, para reforçar que a responsabilidade disso encontra-se dentro de nós. Com certeza, você já ouviu frases como: “Você não tem a menor chance”, “isso é um sonho impossível!”, ou seja, frases negativistas que tentam nos tirar do nosso foco maior. Julgando serem apenas realistas, essas pessoas vivem arrumando desculpas para não realizarem os sonhos delas e os nossos. Nascem daí as inúmeras desculpas para não se realizarem, para não buscarem o caminho que leva ao sucesso e à felicidade.
Com o passar do tempo, começam a culpar o mundo e as pessoas por sua infelicidade. Não lutaram, não perseguiram seus objetivos, não alcançaram suas metas, ou seja, foram “levando a vida”. Preferindo viver de uma forma morna, não experimentaram as emoções de realizarem o que querem. Ouça seu coração sempre que tiver um objetivo e não aquelas pessoas que vão contra o que você quer, porque assim você sempre estará em desvantagem e com medo. Não importa o tamanho de seu sonho, o que importa é o que você vai fazer para realizá-lo, dando o ando o primeiro e pfde seu sonho, o que importacidade.esculpas para n. idade, uma boa profiss próximo passo.
Não deixe que seu sonho envelheça guardado em um papel, uma gaveta, uma caixa ou em seu coração. É necessário fazer dele a força motriz que te impulsionará para as conquistas que tanto almeja. Os vencedores são pessoas determinadas, dedicadas, e todos os seus desafios começaram com um sonho. A partir daí, canalizaram sua energia de forma positiva, e recomeçaram sempre que foi necessário. Caíram, levantaram, venceram a depressão, o medo, disseram não ao negativismo, e enfrentaram a vida com coragem.
Tenha um PROJETO DE VIDA, sonhe com ele todos os dias, acredite em você, nas pessoas, tenha fé em Deus e vença. Você é do tamanho dos seus sonhos!
30 August 2010
Há 3 tipos de pessoas:
1) As que ficam apenas assistindo às coisas acontecerem na sua vida;
2) As que ficam imaginando o que aconteceu;
3) As que fazem as coisas acontecerem.
Por que algumas pessoas são naturalmente bem sucedidas, enquanto outras se esforçam e não saem nunca do lugar? O que faz com que elas pareçam ter nascido vencedoras, alcançando seus objetivos pessoais e profissionais?
Todos os dias nos deparamos com pessoas assim. Ultrapassando barreiras, transformaram suas vidas, tornando-se bem-sucedidas, alcançando seus objetivos e realizando sonhos. Todos queremos ter sucesso, mas de acordo com pesquisas, somente 5% da população irá alcançar o potencial para vencer enquanto 95% jamais será realmente bem sucedido!!!
O que fazer para conseguir o sucesso? Sem compreender o real significado dessa palavra e ter em mente o que queremos para a nossa vida, fica difícil alcançá-lo, bem como esclarecer o sentido da palavra Escolha. Muitas coisas que acontecem em nossa vida estão diretamente ligadas nas escolhas que fazemos para nós.
Dessa forma, as pessoas de sucesso são aquelas que escolhem seus pensamentos, emoções, ações e superaram crenças auto-destrutivas, definindo sua missão, propósito e caminho a seguir na vida. Tiveram a coragem de definir objetivos e viver seus sonhos, controlando suas vidas de encontro ao sucesso. Ou seja, encontraram a chave certa para abrir as portas do poder e da felicidade.
"O filósofo francês René Descartes (1596-1650), disse: “Penso, logo existo”. O filósofo existencialista dinamarquês Sören Kierkegaard (1813-1855) contrapôs-se a Descartes afirmando: “Sinto, logo sou”. E o filósofo existencialista alemão Martin Heidegger (1889-1976), destaca em Ser e Tempo as características fundamentais da existência humana: o Sentimento, o Pensamento e a Linguagem. Para ele as pessoas podem ser autênticas ou inautênticas tanto no pensamento quanto no sentimento. E com a linguagem fazem a articulação e a integração dos pensamentos com os sentimentos."
Segunto Fiona Harrold autor do livro Seja o treinador de sua vida, “tudo o que uma pessoa atrai na vida é um reflexo do que ela acha que merece, do que acha que vale. As oportunidades, as pessoas, os fracassos e a sorte que atrai são todos resultados diretos das mensagens que ela envia para fora. As circunstâncias de sua vida pessoal, profissional e social dizem exatamente que grau de valor ela se atribui... Portanto, o senso de valor próprio nada mais é do que o grau de estima que cada um sente por si mesmo.”
O poder pessoal, entretanto, supera obstáculos e não conhece limites, pois se fundamenta no potencial ilimitado que existe dentro de cada um de nós. É o único que não se pode perder e é adquirido através do esforço próprio e é vivenciado internamente.
Ter poder pessoal significa não entregar a ninguém mais, ou a nenhum acontecimento a capacidade de influenciar seu comportamento. Esse poder individual é a sua força interior, seus talentos, seu autoconhecimento, sua consciência, sabedoria de vida, autoconfiança, sua fé, seu auto- domínio, isto é, seu controle emocional e sua capacidade de ser uma pessoa autônoma, capaz de conduzir sua vida.
Quando você deixa de atribuir a algo ou a alguém a responsabilidade pelo modo como se sente, está tomando posse do seu poder pessoal.
Seja mestre de sua própria vida! Saia do papel de vitima! Tenha iniciativa!
Só depende de você, afinal, a ESCOLHA É SUA...
29 August 2010
De acordo com a consultora Beth Furtado, da Consultoria Gouvêa de Souza, “o varejo é hoje a competição pelo tempo de lazer do consumidor. O consumidor tem de se sentir um convidado da loja e ele demanda por sensações”.
Diversos estudos sobre a ciência confirmam a psicologia da cor e a sua influência nos mais diversos ambientes, seja para fidelizar clientes, estimular o consumo, tornar ambientes hostis em locais agradáveis, orientar o fluxo de pessoas, promover o bem estar, valorizar aspectos arquitetônicos, tornando o ato de comprar em algo agradável e estimulante.
Segundo Goethe,
A formação da cor se dá através de três elementos: a luz, como fonte da cor; a matéria e sua reação à incidência da cor através da luz e o olho como o órgão captador e o decodificador da cor para o cérebro.
Ao decidir pelas cores de nossa casa, por exemplo, buscamos sempre escolher aquelas que criarão um ambiente agradável, iluminado, que façam bem para nossa vida e nosso espírito, sendo capazes de provocarem sensações boas, promoverem o bem estar, além de elevarem nossa auto-estima.
Os seres humanos são influenciados psicologicamente pelas cores de diversas maneiras, principalmente, através da emoção que elas podem proporcionar. Por isso, diversos produtos trazem como sua maior atratividade as cores de suas embalagens, que podem ser visualizadas em uma distância considerável nas diversas formas de apresentação dos mesmos aos clientes, como por exemplo, nas gôndolas dos supermercados, nos banners, outdoors, revistas, etc.
Grandes empresas fazem uso constante das cores em seus produtos há décadas para chamar a atenção, gerar interesse e desejo do cliente em adquiri-los e partirem para a ação.
Exemplos como a Coca-Cola, que utiliza o vermelho na maior parte de seus produtos, remetendo ao calor, mas este calor sendo "quebrado" pelo frescor que representam as bolhas d'água desenhadas nas latas, e também, o Mc'Donalds, com as cores amarelo e vermelho. O amarelo forte é usado para gerar ansiedade, o vermelho para dar fome e os dois juntos, presentes em grande quantidade dentro das lanchonetes desta empresa, estimulam seus clientes a comerem em demasia e rapidamente, pois a presença destas cores geram um certo desconforto se visualizadas por muito tempo.
As cores podem despertar diversos sentimentos, agradáveis ou desagradáveis, de prazer ou de dor, que estão relacionados diretamente ao emocional e ao racional, influenciando no comportamento do consumidor. As grandes empresas não investem em propaganda, promoções e marketing escolhendo aleatoriamente as cores ou ainda porque o presidente da companhia gosta de determinadas cores.
A empresa deve conhecer quais as cores que vendem e quais as que devem ser evitadas, ou seja, as cores podem ajudar em muito a construir um negócio. Portanto, é importante para os empresários fazerem um estudo profundo sobre o assunto, para aplicar com precisão em suas marcas e sua empresa essa poderosa ferramenta do Marketing.
28 August 2010
Que o Marketing Pessoal é tudo que alguém precisa ter e fazer, é verdade. Porém, em busca de projetar-se no mercado do ‘”VOCÊ S.A.”, muitas pessoas têm distorcido o verdadeiro sentido de “fazer-se” conhecido e ascender sua carreira de forma a deixar sua marca registrada. Para isso, não poupam esforços em maquiar um estilo que não é seu, fingindo ser o bom em tudo, contando mentiras e faltando com a ética somente para tirar proveito das pessoas que o poderão auxiliar. São capazes de virar verdadeiros “carrapatos” sugando o sangue das pessoas em seu benefício.
“A imagem é tudo”, essa é uma das máximas do marketing. E para que possamos elevar nosso conceito e marcarmos presença, precisamos cuidar do Marketing Pessoal, sim, porém, é necessário entender o que é e como fazê-lo de forma eficaz.
O conceito de Marketing é definido como “o conjunto de ações que visam promover o lançamento, desenvolvimento e sustentação de um produto ou serviço,”, de acordo com Phillip Kotler.
Então poderemos entender que o Marketing Pessoal é todo o conjunto de ações que deverão ser tomadas para projetar e fortalecer a você mesmo. Deixar seu nome na lembrança das pessoas, marcar presença em todos os lugares por onde passar e fazer com que as pessoas se sintam felizes e honrados em conhecer você. Porém, primeiramente, a auto-imagem deve estar bem forte, ou seja, conhecer-se, amar-se e respeitar seus limites, não exigindo ser mais do que se é, mas procurando aprimorar seus pontos fortes e eliminar aqueles que podem atrapalhar o seu sucesso pessoal e profissional. Cuidar da sua comunicação e apresentação pessoal é o próximo passo. Ler muito, estar bem informado sobre todos os assuntos, ter uma aparência legal de se ver (uma boa imagem pode causar um grande impacto em um primeiro contato), sem ser exagerado ou falso.
Ninguém gosta de pessoas mal-humoradas, desleixadas, que ficam reclamando de tudo e de todos, portanto, mantenha um sorriso amigo e sincero ao encontrar alguém, cumprimente as pessoas e saiba chegar e sair com elegância de todos os lugares por onde passar. Ah, não se esqueça, deixe sempre a porta aberta, ou seja, marque presença! Quando assumir um compromisso com alguém, seja pontual, telefone se for se atrasar ou peça desculpas e explique o motivo de seu atraso. Trate todos com respeito, saiba ouvir e falar no tempo certo. Não seja inconveniente fazendo discursos nos ouvidos das pessoas.
Quando alguém lhe ajudar, saiba agradecer, telefonando ou presenteando. Seja justo com as pessoas, pois elas investiram um tempo
Existem mais uma centena de conceitos e maneiras de fazer o marketing pessoal, mas o mais importante é deixar de lado a preguiça e investir em você mesmo, através do conhecimento, estudo, e diversão. Sentir-se bem consigo mesmo, ter algo para oferecer e não perder de vista o sentido de sua vida, todos os dias ao acordar. Olhe-se no espelho, cuide-se e não se esqueça de que a cada manhã o Criador nos dá de presente uma folha em branco, para escrevermos nossa vida. Portanto, escreva sua história de sucesso, e não queira ser apenas uma embalagem dessas que são lindas por fora, mas quando abrimos, o produto é ruim, falso e nunca mais vamos querer comprar. Não perca nunca de vista a magia de ser o que você realmente é! Então, mãos à obra. Sorria, cuide-se, marque sua presença, cresça e apareça!
26 August 2010
Dê uma olhadinha em sua despensa, penteadeira ou geladeira. Será que alguns produtos que existem há centenas de anos no mercado fazem parte do seu dia-a-dia? Você certamente, usa, já usou ou conhece alguém que usa algum produto cuja marca venceu o tempo e a evolução do Marketing. Quais são elas? Por que conseguiram resistir tantos e tantos anos? O segredo está em diversos fatores que poderão ser conhecidos através da história dessas “velhinhas do marketing” (marcas que existem há anos no mercado e que muita gente desconhece sua idade).
De acordo com a AMA – American Marketing Association, “marca é um nome, termo, sinal, símbolo ou desenho, ou uma combinação dos mesmos, que pretende identificar os bens e serviços de um vendedor ou grupo de vendedores e diferenciá-los daqueles dos concorrentes”.
Podem ser identificadas centenas de milhares de marcas no mercado, porém, quais são as que surgiram há décadas e sobrevivem até hoje? Por que as pessoas tornam-se fiéis a elas? A fidelidade ocorre devido a um fator chamado atributo, ou seja, qualquer coisa que faça o consumidor sentir-se melhor, diferente, mais feliz, confortável ou mais confiante.
"Só atributos emocionais explicam um indivíduo entrar numa fila para pagar 5 500 reais por uma bolsa", diz o consultor Carlos Ferreirinha, que coordena
A Global Market Insite, Inc (GMI), fornecedora de soluções globais integradas para pesquisas de mercado na internet, e Allyson Stewart-Allen, uma das maiores autoridades mundiais de marketing, desenvolveram o Brand Barometer. Trata-se de uma ferramenta para medir o quanto os consumidores reconhecem marcas famosas e qual é a sua relação de confiança e credibilidade com elas. Nesta primeira edição o estudo analisou o impacto do nome de fabricantes de produtos eletrônicos, como Sony, Apple, Dell e Microsoft sobre mais de 17,5 mil compradores de 18 países.
Quando o assunto é confiança, a campeã é a Sony: 81% dos entrevistados a posicionaram como líder nesse quesito. Do outro lado dessa tabela do estudo estão a Sanyo, a Hitachi e a Sharp, despertando confiança, respectivamente, em apenas 23%, 18% e 18% dos entrevistados.
São esses e outros atributos que garantiram a longevidade de alguns produtos. Abaixo estão listados algumas das chamadas “Vovós do Marketing”, que continuam a encantar clientes, por mais que os anos passem:
- Sabonete Gessy: 90 anos
- Requeijão Catupiry: 94 anos
- Desodorante Leite de Rosas, 75 anos
- Pomada Minancora: 90 anos
- Pastilha Valda: chegou ao Brasil em 1925
- Leite Moça: 114 anos
- Amido Maisena: 135 anos
- Fermento Royal: 85 anos
- Leite Ninho: 77 anos
- Maionese Hellmann’s: 73 anos
Essas “velhas” marcas possuem o peso da tradição e da confiança, que passou a ser o mais valioso tesouro, sofrendo mudanças ao longo dos anos, seja em suas fórmulas ou embalagens, garantindo a elas longa vida e clientes fiéis, mostrando que a força de uma marca é muito relevante, mesmo que mude o cenário econômico, político e social.
24 August 2010
Todos os dias ao se abrirem as portas das empresas, lá estão eles! Os atendentes, que por longas horas estarão junto aos clientes. Conhecidos como “linha de frente”, são responsáveis por uma enorme parte do sucesso ou fracasso nos negócios diários que a empresa deseja realizar. Sabem de importância de sua função dentro da organização, recebendo, em geral, treinamentos para melhor atender o cliente.
Portanto, ainda cresce muito a velha estatística dos motivos que levam as empresas a perderem seus clientes no que diz respeito à indiferença das pessoas que o atendem. Por que isso ainda acontece?
Poderia discorrer aqui diversos motivos que responderiam ao questionamento acima, mas vou abordar alguns que considero mais relevantes para serem repensados, não só pelos funcionários, mas pelos responsáveis pela gestão de pessoas.
Estamos vivendo uma era em que o emprego não é mais garantido, tendo em vista mudanças externas relacionadas à economia, tecnologia, aspectos sócio-culturais que impactaram o comportamento do consumidor, além do advento do empreendedorismo, onde muitas pessoas abrem o próprio negócio por necessidade ou oportunidade. Com isso o número de micro e pequenas empresas aumentou sensivelmente no Brasil, colocando o país no ranking dos mais empreendedores do mundo. Hoje, muitas vezes é o próprio dono que está na linha de frente dos negócios. Mas mesmo sendo funcionário de uma empresa, deve-se trabalhar como se aquele fosse o seu negócio, ao que se chama “intrapreuneur”, ou seja, empreendedor interno.
O funcionário que vê a empresa que trabalha como se fosse sua, além de amar o que faz e sentir-se reconhecido e valorizado pela contribuição que se dá, estará muito mais motivado para fazer um atendimento digno do que os clientes esperam, tratando cada um como se fosse o único.
Atender bem o cliente deve ser a filosofia de todos na empresa, e não apenas tratando-o bem, com sorriso nos lábios, mas superando suas expectativas, ouvir com atenção, além de mostrar todos os benefícios e vantagens dos produtos e serviços que vende. Entender que as pessoas têm necessidades e desejos e estão ali na empresa para buscar alguma coisa que o satisfaça plenamente.
Importante também que as críticas e sugestões sejam levadas a sério, pois uma pessoa não perderia seu tempo dando qualquer retorno para uma empresa ou pessoa com a qual não mais tivesse interesse em se relacionar. Os canais de comunicação devem estar abertos para ouvir cada vez mais e dar respostas rápidas aos consumidores, seja de críticas positivas ou negativas.
Quando a empresa usa essa filosofia, aumenta a tendência em conquistar e fidelizar seu cliente, pois cada vez as pessoas estão dispostas a desembolsar um pouco mais por melhores serviços. E isso somente se consegue com pessoas na linha de frente que tenham interação com o mercado, competência para atender e autonomia para resolver qualquer problema que surja no atendimento. É exatamente nesse último item os gestores das empresas têm cometido o maior pecado. Quem está na linha de frente não pode resolver nada, se não tiver uma assinatura ou a presença do proprietário, trazendo como conseqüência insatisfação generalizada das pessoas que procuram a empresa, pois não possuem nenhuma autonomia para tal.
Com o poder nas mãos do cliente nos dias atuais, enorme variedade de produtos e maior facilidade de obtê-los, é necessário que se reveja como anda a linha de frente da organização, pois as atitudes das pessoas que ali se encontram são pontos cruciais para manter o bom nome e imagem que se deseja obter no mercado competitivo que estamos vivenciando.
E então? Como anda sua linha de frente? Se você não se cuidar, ela poderá te levar para trás, deixando os concorrentes felizes da vida! Faça dela seu poderoso arsenal na competitiva “guerra de mercado”, e ocupe o primeiro lugar na mente dos clientes!
23 August 2010
Construir uma boa imagem pessoal e profissional é algo que pode demorar anos para acontecer. Por isso, cuidar para a sua manutenção é vital para as relações pessoais e profissionais. Quando nos relacionamos com as pessoas de forma cortês, passamos uma imagem positiva e essa atitude pode, entre outras coisas, evitar diversos problemas profissionais e pessoais. No mundo atual, a etiqueta, quer seja nas relações pessoais ou profissionais requer uma série de atitudes e hábitos que fazem a diferença, podendo levar a pessoa ao sucesso ou ao fracasso.
Etiqueta Empresarial é o conjunto de cerimônias usadas no trato entre pessoas e empresas, regidas pela boa educação, bom comportamento, convenções sociais, ética profissional e prescrições oficiais. Por isso, para ser competitivo, é necessário a construção de uma boa imagem profissional, social e pessoal. Isso requer posturas, hábitos adequados, novas competências e atitudes dentro das organizações e fora dela, como em ocasiões de confraternização, participação em eventos e viagens profissionais, entre outros.
Cultivar bons hábitos e saber comportar-se pode representar o grande diferencial do profissional nos tempos atuais. É necessário ter em mente que não se deve perder a naturalidade nas relações, o que pode passar uma imagem falsa, artificial. As regras devem ser conhecidas, porém, praticadas de acordo com seu tipo, sua personalidade e o grupo a que pertence. Nunca seja falso, apenas porque disseram que é dessa ou daquela forma que se deve agir. O importante é ser cortês, ter auto-confiança, saber identificar o momento exato para cada gesto ou palavra, e marcar presença em todos os momentos.
Em um processo de seleção, mesmo que os candidatos tenham uma capacitação técnica semelhante, alguns pontos são dados para aquele que tenha uma boa apresentação e convivência agradável. Alguns profissionais perdem grandes oportunidades por desconhecerem a melhor forma de conduzirem as relações e comportamentos, seja diante de seus clientes, colegas ou superiores.
Muitas vezes temos que conviver com situações inesperadas na empresa onde trabalhamos, como por exemplo, conviver com pessoas as quais não apreciamos, seguir algumas diretrizes com as quais nem sempre concordamos, realizar funções ou termos que agir em determinada situação que acreditamos não ser a melhor naquele momento.
Além disso, passamos a maior parte do nosso dia nos relacionando profissionalmente com as pessoas. É necessário fazer desse tempo o melhor possível, buscando conviver de forma harmoniosa e positiva. Ser educado, simpático, acessível e ter jogo de cintura nas relações pode ser uma grande contribuição para chegarmos ao fim do expediente com uma sensação de termos dado o melhor de nós.
Se conseguirmos conviver e agir de acordo com a escala de valores de um determinado grupo, fica mais fácil a aceitação e o respeito mútuo. Saber chegar, comportar-se e sair de forma honrosa em qualquer situação é o grande diferencial para quem quer projetar-se no cenário empresarial ou nas relações sociais. Seja você mesmo, mas agrade a todos. Sorria sempre, apresente-se bem, seja educado, prestativo e aumente sua rede de relações, participando de todos os eventos deixando uma imagem positiva entre todos os presentes. Deixe sua imagem impressa na mente de todos e verá sua estrela brilhar sempre!
22 August 2010
Se perguntarmos a pelo menos 100 pessoas, nesse exato momento, como está seu tempo, ouviremos da absoluta maioria a frase “Não tenho!!” Considerado um dos grandes malefícios da modernidade, o fator tempo tornou-se escasso para diversas pessoas. Porém, se pararmos pra pensar (Ops! Será que vamos ter tempo???), um pouquinho apenas em algumas coisas que fazem com que todos os relógios funcionem contra nós, poderemos analisar o que pode ser feito para, pelo manos, aliviar a pressão e o stress causados pela correria do dia-a-dia.
O consultor empresarial Eduardo O. C. Chaves, especialista em desenvolvimento gerencial, escreveu certa vez o seguinte: “Santo Agostinho afirmou,
O tempo tornou-se o recurso mais escasso e o mais valioso existente em nossa vida, e quando ele vai-se embora, nada poderá resgatar o que foi perdido. Mas o que muitos se perguntam é: Pode-se aprender a administrar o tempo? O que fazer para usar o tempo a nosso favor e melhorar nossa qualidade de vida?
A primeira coisa a fazer é procurarmos entender a diferença existente entre URGÊNCIA e IMPORTÃNCIA, para podermos estabelecer o que se chama de PRIORIDADE.
"Urgência está ligada ao tempo, ao prazo de execução e de início da tarefa. Uma tarefa pode ser mais urgente ou menos urgente, dependendo dos prazos que ela tem. Importância é o quanto aquela tarefa irá agregar para se atingir os nossos objetivos profissionais ou pessoais, dependendo da tarefa. A prioridade da tarefa surge a partir da combinação de seu grau de urgência e importância. Aí temos um dos maiores paradigmas a serem quebrados: uma tarefa prioritária não é aquela que se deva fazer logo (isto está diretamente ligado à urgência), nem tampouco uma coisa importante (isto está diretamente ligado à importância)", destaca o consultor e professor Alberto Álvares.
A partir daí, um bom planejamento diário poderá fazer com que tenhamos a exata noção de que atividades teremos pela frente. É bom lembrar, que por mais que planejemos, um simples telefonema ou visita inesperada, poderão jogar tudo que foi planejado por terra. Portanto, é bom sempre deixar algum tempo reservado para os imprevistos.
Existem alguns vilões verdadeiros desperdiçadores do tempo, sendo necessário também, conhecê-los e administrá-los para melhor conduzirmos nosso dia, sem a sensação de que não conseguiremos chegar vivos às 18 horas. Entre eles, encontram-se:
- as interrupções telefônicas;
- visitas inesperadas;
- delegação ineficiente;
- incapacidade de dizer não;
- proscratinação (deixar tudo para terminar ou resolver depois)
- etc.
Planejar, conhecer os próprios limites, além de estabelecer prioridades, podem ser algumas ações que ajudarão a melhorar a falta de tempo, para que não cheguemos ao fim do dia falando uma frase que se tornou célebre nos chamados “workaholiks” (viciados em trabalho): “fiz tanta coisa e tenho a sensação de que não fiz nada”. Se essa frase já faz parte de sua rotina, está na hora de rever como anda a administração de seu dia-a-dia. Dê um tempo, pare e pense no que pode ser feito para acabar com a sensação de ter perdido muita coisa boa que poderia ter sido feita por pura falta de tempo!
19 August 2010
Todos nós, neste exato momento, estamos procurando alguma maneira de como viver bem, seja através de um bom emprego, uma condição financeira estável, uma saúde perfeita, ou um amor que nos faça felizes. Essa busca incessante já faz parte de nossa essência, desde que nascemos e passaremos a vida buscando, uma coisa ou outra.
É exatamente essa busca que nos move, sendo perfeitamente explicada na Pirâmide da Hierarquia das Necessidades Humanas de Maslow onde, em uma escala de ordem, aparecem as 5 necessidades básicas do ser humano: Fisiológicas, Segurança, Sociais, Estima (Status e Respeito) e Auto-Realização. Essa Pirâmide pressupõe aspectos sobre a satisfação das necessidades, além do fato de que à medida que as necessidades são satisfeitas, imediatamente surgem outras.
Quando estamos satisfeitos nossa auto-estima tende a elevar-se, de forma a sentirmo-nos realizados e felizes. Porém, quando não temos essa auto-estima de forma bem definida, tendemos a ficar frustrados e infelizes. Mas cuidar disso só depende de nós.
Muitas pessoas se encontram infelizes porque colocam a sua felicidade na mão das outras pessoas, e começam a procurar a tal da outra “metade”. O que se ouve falar é que ainda vai encontrar a metade da sua laranja, sua cara-metade, seu pé-de-meia. Aí torna-se escravo da aprovação e aceitação do outro para se sentir realizado plenamente. É preciso estar inteiro para encontrar alguém também inteiro. Ir para a relação pela metade nos coloca frágeis e dependentes de alguém para sermos plenamente felizes, como se isso dependesse somente da outra pessoa.
Felicidade é um estado de espírito que, em primeiro lugar, tem que estar dentro de nós, porque nos amamos, nos respeitamos e estamos sempre cuidando de nosso bem-estar. Somente quando se volta os olhos pra dentro de si mesmo é que a pessoa será capaz de administrar seu comportamento e a partir daí, estabelecer seu destino.
É necessário conhecer suas habilidades, limitações e investir nas áreas que necessitam ser desenvolvidas, a fim de fortalecer seus pontos fracos. Cuidar-se, amar-se, respeitar-se em primeiro lugar: isso é auto-estima, o que demonstra uma grande satisfação consigo mesmo e a plena consciência do ser humano e grandioso que se é.
De acordo com o médico psiquiatra italiano Leonard Verea “a boa auto-estima existe a partir do momento em que o indivíduo se gosta, se respeita, ou seja, a partir do momento em que ele vive sem competir com ninguém.”
Outro conceituado profissional, o filósofo americano Nathaniel Branden, Doutor em Psicologia, autor do livro Auto-Estima: como aprender a gostar de si mesmo (Ed. Saraiva) afirma que “ter auto-estima elevada é sentir-se confiantemente adequado à vida, competente e merecedor.”
Por isso, é importante prestar atenção no quanto do nosso tempo estamos passando voltados para nos amarmos e investirmos em nossa felicidade, pois a partir daí, conseguiremos elevar a auto-estima. Isso nos levará a sermos percebidos pelas pessoas como uma alguém realizado, feliz e de bem com a vida! Espalhe bom-humor dê a volta por cima e seja feliz!
15 August 2010
Com certeza, Graham Bell jamais imaginou que sua invenção fosse tão utilizada pelas pessoas. Fica difícil imaginar nossa vida e das empresas sem o aparelho telefônico. Ele se transformou em uma poderosa ferramenta de marketing, relação com os clientes e vendas, porém, se utilizado incorretamente, funciona como uma bomba, causando estragos irrecuperáveis. Toda empresa deve utilizar o telefone de forma correta, pois desde o primeiro contato, a relação com a pessoa que está do outro lado poderá ser de amor ou de ódio. Muitos erros ainda são cometidos por quem atende o cliente, começando com o número de vezes que se deixa o telefone tocar, dando a impressão de desorganização. Existem muitos autores da área de marketing e vendas que aconselham que o telefone seja atendido ao segundo ou terceiro toque. Porém, isso vai depender de cada empresa. Se existe algum funcionário que se encontra próximo ao telefone ou que esteja ali exatamente para essa tarefa, para que esperar? Atender o mais rápido possível é sinal de presteza e profissionalismo. Caso não haja essa pessoa, pode-se colocar extensões ou até o telefone sem fio para facilitar o rápido atendimento. Essa rapidez, no entanto, deve se fazer presente em todo o atendimento, pois não adianta ser rápido no inicio e lento na seqüência do mesmo. Outro aspecto que deve ser observado é com relação à saudação inicial, jamais falando “alô”, como se estivesse em sua casa. No atendimento profissional, o correto é falar o nome da empresa, departamento (se for o caso), nome de quem está atendendo e a saudação de acordo com o horário do telefonema. Além do mais, atender com muita pressa, atropelando as palavras na hora da saudação não combina com um bom atendimento. Mesmo que seja a centésima ligação que atende, faça-a como se fosse a primeira vez, utilizando um tom certo e cortês.
Muitas vezes o cliente não entende ou não ouve o atendente por alguns motivos: a posição do telefone fora da boca, mastigar algum alimento na hora de atender ou o péssimo hábito de mascar chicletes na hora do serviço (e olha que tenho visto isso em muitos lugares, até mesmo as maravilhosas bolas sendo estouradas na frente do cliente). Isso atrapalha na hora de falar, podendo tornar a fala incompreensível. Outro erro é o volume da voz, que quando soa muito alto pode parecer grosseira e ineficaz. Falar alto ao telefone somente pode ser feito se a ligação estiver ruim e o cliente manifestar esse problema, solicitando que se aumente o volume da voz. Uma boa velocidade ajudará quem está do outro lado da linha a compreender melhor sem precisar que o atendente grite em seu ouvido.
Nunca deve-se atender o telefone e continuar a conversa com um colega ou outra pessoa que esteja à sua frente. Interrompa o assunto imediatamente e concentre-se no atendimento ao telefone. Essa atitude pode confundir quem está atendendo e quem está do outro lado da linha, pois não entenderá nada do assunto, ficando confuso e desligando furioso.
Outro erro no atendimento telefônico é deixar a pessoa esperando enquanto procura a informação solicitada, por não tê-las em mãos, pedindo para esperar um minutinho enquanto sai para procurar. Isso pode fazer com que o cliente se irrite e desligue. O mínimo que alguém que atenda ao telefone em uma empresa deve ter bem próximo de si é uma caneta e um bloco de papel, além de perguntar ao cliente se pode esperar, caso necessite ausentar-se, dando-lhe a opção de retornar a ligação caso o mesmo não possa. Outra atitude que demonstra profissionalismo nessa hora é comunicar ao cliente o que está acontecendo se precisar se ausentar por algum tempo.
Palavras chulas, frases no diminutivo, gírias e termos técnicos desconhecidos pelo cliente são um perigo no atendimento telefônico. Nunca chame-o de “queridinho(a)”, “meu irmão”, ou fale que “deu um probleminha”, “só um minutinho”. Seja profissional no trato com as pessoas que liguem para sua empresa.
Utilize o telefone para agradar, fazendo desse contato um momento mágico, e nunca um momento trágico, que pode fazer toda a diferença na hora da escolha da empresa para um longo relacionamento!
14 August 2010
“Considere a raiva como sendo sua inimiga. Não a convide para sentar e tomar chá com você. Previna-se porque ela é muito esperta”.
Tocar no assunto inveja é bastante delicado, pois poucos sabem que todos nós temos esse sentimento, porém, o que diferencia sua relevância é conhecer profundamente o verdadeiro sentido da palavra e a melhor maneira de compreender quando a inveja torna-se nociva nas relações pessoais e profissionais. Quando digo que todos temos é porque estamos sempre com os olhares voltados para o outro, porém, a inveja é administrada para o bem ou o mal nas relações, sejam elas interpessoais ou profissionais.
A origem latina da palavra inveja é "invidere" que significa "não ver", um sentimento antigo na história da humanidade. Muitas guerras foram deflagradas e injustiças foram cometidas movidas pela inveja. Hoje, ela atrapalha a vida de muitas pessoas, incluindo mulheres, principalmente no mundo corporativo.
O Cristianismo inclui a inveja nos Sete Pecados Capitais, como um dos sentimentos mais danosos que um ser humano pode ter em relação a outro. Na Bíblia, a história dos irmãos Caim e Abel é clássica - a inveja de Caim levou-o a matar o próprio irmão.
Quando esse sentimento ultrapassa os limites de nosso auto-controle, pode tornar-se um verdadeiro veneno contra os outros e contra nós mesmos. Diversas são as histórias conhecidas de pessoas que sofreram retaliações, sendo totalmente prejudicadas pelo sentimento de inveja de um colega, chefe ou até mesmo dentro da própria família, passando a serem perseguidas e viram sua vida se transformar, sem nem mesmo entender o porquê.
Nas organizações, a inveja aparece de diversas maneiras como, por exemplo, a fofoca, que é capaz de trazer conseqüências sérias para quem for o alvo. Também surge através do uso do poder onde o nível de exigência ultrapassa os limites do outro por parte da chefia, tendo o poder de depreciar e atingir seriamente as pessoas envolvidas.
Corroído pelo sentimento da inveja, o homem é capaz de manipular pessoas e informações, e até mesmo forjar situações em que alguém possa ser prejudicado.
De acordo com Dadi Gulzar, especialista na área de Recursos Humanos, “a origem da inveja é a falta de auto-respeito. Imagine um jardim com vários tipos de flores. Cada uma possui cor e fragrância diferentes, mas todas são belas. Da mesma forma, cada ser humano possui pelo menos uma especialidade que o difere de todos os demais. Algo muito, muito singular. Quando não consigo enxergar o meu próprio valor, passo a desejar o valor do outro. Este sentimento não é benéfico nem para mim, nem para o outro.”
Esse sentimento acaba muitas vezes fazendo mal tanto para quem sente como para quem é prejudicado por ele. Recentemente ocorreu um fato noticiado pela imprensa local de um bancário, que após anos de carreira foi promovido a gerente, o que lhe daria direito a uma sala melhor, equipamentos de alta tecnologia. Seu superior, não suportando ver o sucesso de seu colaborador, ordenou que ele fosse colocado em uma sala muito inferior ao que o cargo lhe oferecia bem como os piores equipamentos como computadores ultrapassados. Esse caso foi parar na justiça como o funcionário reclamando danos morais.
Quem deseja se livrar desse sentimento nocivo, deve reconhecer suas próprias qualidades, ter auto-estima elevada, e ficar feliz consigo mesmo, sentindo-se uma pessoa plena. A partir daí, conseguirá olhar para o sucesso do outro de uma outra forma, pois todos os sentimentos que temos pelas outras pessoas funcionam como um bumerangue, ou seja, o que sinto pelo outro volta mim. Cultivar bons sentimentos só faz bem para a mente, o corpo e o coração!
13 August 2010
Mãos trêmulas, ansiedade, nervosismo, rosto vermelho! Você já sentiu algum desses sintomas ao se ver diante de uma platéia? Não se preocupe, pois não está sozinho. Faz parte de um enorme número de pessoas que tem horror de falar em público.
De acordo com uma pesquisa realizada por psicólogos ingleses e publicada no jornal The Sunday Times, o fato de ter de falar diante de várias pessoas deixa o homem mais apavorado do que a perspectiva de enfrentar uma série de situações, como por exemplo, viajar de avião, cair em águas profundas e até perder um ente querido. Os fatores que contribuem para esse pavor são muitos e têm sido estudados por especialistas em oratória de todo o mundo. Alguns são muito conhecidos e podem ser destacados como a timidez e o pânico de ter que enfrentar as pessoas de frente.
A timidez já comprometeu a carreira de muita gente, além de existirem famosos que são tímidos confessos como, Chico Buarque, Ney Matogrosso e, pasmem, Rita Lee. Eles contam que procuram superar esse ponto fraco através de seu trabalho e muito curso. Então, se você é tímido, não desista, ainda há um jeito de acabar com isso. É necessário enfrentar o problema de frente e buscar os recursos (fazer teatro, cursos de oratória, participar de grupos, viajar com mais pessoas, etc.).
Nos dias atuais, com um mercado competitivo, não cabe mais a desculpa de não conseguir falar em público, pois faz parte de muitas profissões ter que apresentar projetos para superiores, clientes, fornecedores ou até mesmo platéias, e saber falar bem ajuda a abrir caminhos. Quem não se preparar e procurar desenvolver o potencial da comunicação oral poderá correr o risco de perder grandes oportunidades e até mesmo o próprio emprego. Estar atento a essa qualificação ou qualidade é extremamente importante para não ficar a ver navios no mercado.
Saber se expressar é um dos pré-requisitos mais importantes para a carreira profissional, pois mesmo com todas as exigências de qualquer cargo, o sucesso chega mais rápido para quem se comunica com eficiência. A comunicação é necessária em todas as nossas relações, pois a falta dela pode dificultar tanto a arrumar um emprego quanto até conseguir arrumar um namorado ou uma namorada. Quem se comunica bem, tem idéias organizadas, uma boa expressão corporal é mais feliz e consegue aumentar sua rede de relações consideravelmente. Usa esse potencial para conquistar pessoas e nunca se sente só.
Existem diversos cursos muito bons, onde se pode aprender a organizar as idéias, preparar uma boa apresentação, enfrentar a platéia, usar o humor, usar a entonação certa ao falar e até respirar de forma correta. Também podem ser encontrados muitos livros e CDs da área.
Porém, não são somente os cursos que podem ajudar nesse ponto. É necessário tirar proveito de todas as oportunidades que surgirem para se expor um pouquinho, e isso pode ser facilmente conseguido entre os amigos, em ambientes que propiciem maior liberdade para se expressar.
Elimine o “não posso” ou “não vou conseguir” ao necessitar fazer uma apresentação, mudando para “vai dar certo” e “vou conseguir”, “vou me sair bem”. Coloque energia e confiança ao falar com as pessoas, tome uma atitude positiva perante os outros, e principalmente, com você. Com o tempo, sua segurança chega e você conseguirá ser bem-sucedido em sua comunicação!
Vença a armadura da timidez, supere o temor de falar em público e vença em sua profissão e nas relações pessoais. Como dizia o saudoso Chacrinha: "Quem não se comunica, se trumbica!",
13 August 2010
Que a concorrência é muito importante para o mercado, ninguém duvida. Ainda mais em tempos de produtos iguais, está cada vez mais acirrada a guerra entre empresas, todas querendo abocanhar seu pedaço de mercado.
Porém, mais do que lutar, é necessário conhecer quem é realmente o seu concorrente, para que se possa acompanhar e adotar medidas para vencer a batalha do marketing.
Muitos empresários acreditam que seu concorrente direto é apenas aquele que vende a mesma marca que ele. É exatamente aí que se engana, pois pensando assim, elabora estratégias que de nada irão adiantar.
Um exemplo disto é a Coca-Cola que durante muito tempo pensou que seu principal concorrente era a Pepsi, agindo apenas para tirar de campo esta marca. Demorou, mas acordou para o fato de que até mesmo quando alguém tomava uma xícara de chá deixaria de consumir seu produto.
Assim ocorre com muitas empresas que visualizam seus concorrentes apenas pela marca que comercializam, esquecendo-se de pensar que mesmo vendendo produtos ou serviços diferentes dos seus, muitos outros fatores poderão ser levados em consideração pelos clientes. Estes poderão deixar de adquirir qualquer coisa em virtude de outras. O que importa neste caso, são os valores que lhe dizem respeito.
Os concorrentes mais diretos de uma empresa são aqueles que perseguem os mesmos mercados-alvo e adotam estratégias semelhantes devendo ser monitorados a todo momento, através de três variáveis, de acordo com Phillip Kotler:
1) Participação de mercado (market share): significa a participação dos concorrentes no mercado-alvo. É necessário conhecer qual é o percentual de mercado que está sendo ocupado pelos concorrentes, de forma a perceber o quanto se está perdendo em não investir neste nicho.
2) Participação na lembrança de marca (share of mind): porcentagem de consumidores que identifica o concorrente ao responder, quando solicitado: “Nomeie a primeira empresa que lhe vem em mente nesse setor.” Já se sabe que a segunda lei do marketing é a Lei da Mente, ou seja, quando não se pode ser o primeiro no mercado, deve-se fazer de tudo para ser o primeiro na mente do cliente.
2) Participação de preferência (share of heart): porcentagem de consumidores que identifica o concorrente ao responder à solicitação: “Identifique a empresa da qual você prefere comprar o produto.” Todos temos uma marca ou empresa importantíssima para nós. Pode-se dizer que é a empresa de nosso coração. Aquela que fidelizamos, mesmo que isto possa parecer impossível.
Toda vez que um consumidor responde a uma das três variáveis acima, estará escolhendo aquela empresa com a qual deseja se relacionar. Isto poderá englobar diversos fatores como atendimento, preço, qualidade, pontualidade na entrega, garantia, segurança, etc. Também significa conhecer quais são os principais atributos valorizados pelos clientes.
Portanto, para vencer a preferência dos clientes, a empresa precisa perguntar?
- Quem são realmente meus concorrentes?
- Quais são seus pontos fortes e pontos fracos?
- O que eles procuram no mercado?
- O que modifica o comportamento de cada um deles?
Fazendo isto, ela estará se preparando para elaborar suas estratégias e buscar um lugar na mente e no coração daqueles que mais importam nesta guerra de consumo: os clientes!
11 August 2010
O emprego acabou! Todos nós já ouvimos esta frase que se faz presente no mundo empresarial. Diante de tantas mudanças nas organizações, de ferramentas de gestão colocadas garganta abaixo dos empresários e colaboradores, que nada mais fizeram do que arrancar das pessoas seu posto de trabalho e seu sustento, com a máxima de que era preciso “enxugar a máquina”, o mundo assiste a uma enxurrada de demissões e uma legião de desempregados.
De quem é a culpa? Enquanto os dedos ficam apontando em busca do “pai da criança”, outra discussão vem à tona: “Há milhares de vagas no Brasil que não estão sendo preenchidas por falta de profissionais capacitados”.
Onde estão, e quem são estes profissionais que as empresas estão procurando? Como deve ser o profissional do século XXI? Que características deve possuir? É neste ponto que a discussão torna-se mais importante. Somente terá sucesso quem compreender que o mercado está perguntando a todo momento: Para que você existe? Portanto, é necessário que ter sempre em mente qual é a sua missão, e muito mais do que isto, ter uma missão apaixonante! Ela deve estar dentro da pessoa, e quem não compreender isto, ficará na fila de espera eternamente.
Uma vez descoberto o seu propósito superior da vida, o profissional aumenta sua criatividade e sua coerência. A cada decisão, ele deve se perguntar: “esta decisão que estou para tomar me aproxima ou me distancia da minha missão?”
Somente a partir da sua missão, ele consegue identificar o que é ou não importante, passando a compreender que tudo que se relaciona a ela é prioritário, o que não está relacionado com a missão é secundário.
O profissional do século XXI tem, portanto, a sua missão como uma bússola de sua vida. Parte sempre para a conquista dos seus objetivos, saindo sempre à frente das outras pessoas.
A empregabilidade somente torna-se possível para aquele profissional que compreende que ele deve possuir três características básicas:
. Saber falar
. Saber vender
. Saber se relacionar
Não existe lugar para os tímidos, que não têm a capacidade de se comunicar com os clientes internos e externos da organização, que tremem só de pensar em expor seus projetos, em encontrar-se com um cliente ou em ir à frente na sala de aula apresentar suas idéias.
Também não há espaço para quem não souber vender seus produtos ou serviços e negociar com seus clientes, buscando sempre um resultado positivo, não colocando apenas o lucro em primeiro lugar, mas, se esforçando ao máximo para fazê-los felizes possuindo capacidade suficiente para identificar os clientes e suas necessidades, oferecendo-lhes soluções para seus problemas.
E por último, vai ficar a ver navios o profissional que não souber se relacionar com o maior número possível e diferentes tipos de pessoas, quem não tiver uma competência importantíssima nos dias atuais, que é a Inteligência Interpessoal, sendo capaz de promover uma gestão participativa.
É necessário que o profissional tenha, também, uma visão de futuro, buscando todos os dias a sua melhoria contínua, lembrando-se que é muito mais fácil desaprender do que aprender, fazendo da crise pela qual possa estar passando, um momento de crescimento e questionamento.
Ter uma missão apaixonante é saber onde você está, onde quer chegar, e como irá chegar lá, assumindo assim, um compromisso com seu sucesso. Portanto, é imprescindível desenvolver uma forte auto-motivação e uma atitude entusiástica, capaz de contagiar a todos, valorizando a sua imagem pessoal e profissional.
Se você quer ser um profissional do século XXI, comece a pensar rapidamente em qual é a sua missão, apaixone-se por ela e nunca deixe-se dominar pelos fantasmas que, porventura, tentarem tirá-lo de seu propósito. Cultive sempre o bom humor, a criatividade, a busca do conhecimento contínuo e acima de tudo, olhe para o futuro como uma possibilidade de sucesso. Tenha, acima de tudo, coragem de ousar, e faça de cada dia uma busca incessante ao alcance de suas metas, procurando os caminhos que te levarão até elas. Você é exatamente o que escolheu ser!
Lembre-se: “Se você não sabe para onde vai, qualquer caminho serve!”
10 August 2010
Como conquistar novos clientes? Milhares de empresários, nesse momento, estão sentados, planejando a melhor maneira de alcançar esse objetivo ou até mesmo correndo em busca da melhor “receita”, ações de marketing (promoções, propagandas e uma enxurrada de malas diretas), além de investimentos em telemarketing para captação de novos consumidores.
Porém, há uma ação que está ficando esquecida pelas empresas, fazendo com que os nomes dos clientes já conquistados fiquem “mofando” nos arquivos de cadastros que elas possuem. Nada ou quase nada tem sido feito para o que se chama em Marketing de “Retenção de Clientes”.
Preocupados apenas em vender para novos consumidores, muitos empresários deixam para trás um tesouro que poderá ajudá-lo em todo o processo de Marketing de Relacionamento, que é a manutenção de seus já conquistados consumidores. E o que se vê nos principais pontos comerciais são frases que alguns “míopes” teimam em conservarem afixadas em seu estabelecimento, como por exemplo, a pior de todas: “NÃO TROCAMOS MERCADORIAS AOS SÁBADOS”. Eles não imaginam que esse cliente que hoje necessita muito mais dos serviços do que dos produtos, ao efetuar alguma troca, poderá não somente fazer novas aquisições, como levar potenciais consumidores para a empresa.
“Retenção de Clientes”. Preste bastante atenção nessa vital e necessária ação, pois existe muita coisa que pode ser feita para que a fidelização, cada vez mais difícil em tempos de acirrada concorrência, seja uma conquista extremamente importante para os negócios. Pequenos gestos, atenção e preocupação com os problemas do seu cliente são alguns dos passos importantes, não só para conquistá-lo, bem como para retê-lo. Não se esqueça que a indiferença com que são tratadas as pessoas que já adquiriram algum produto da empresa é uma forma magnífica de se perder clientes. Atualizar Bancos de Dados toda vez que alguém entrar na empresa, tratar as pessoas de forma com que elas se sintam em casa e buscar conhecer cada cliente pode não garantir um relacionamento a longo prazo, mas deixará sua marca impressa na mente de cada um.
Não deixe que ações inequívocas, frases assassinas e atitudes incorretas do pessoal da linha de frente de sua empresa afastem para sempre aquilo que é o seu objetivo maior: conquistar e manter consumidores fiéis, que terão desejo de retornar sempre, mesmo que seja para saber das novidades.
Lembre-se de quem, pelo menos uma vez, escolheu entrar em contato com sua empresa, dando-lhe preferência, apesar das milhares de opções que o mercado concorrente oferece. Faça de cada encontro com seus clientes um momento mágico e não um momento trágico!
9 August 2010
Você já ouviu a frase acima? Imagino que sim, pois tornou-se a desculpa dada para os inúmeros casos de problemas sem solução dos clientes de diversas organizações. Exatamente as pessoas que se encontram na linha de frente, cara-a-cara com o “maior patrimônio da empresa” de acordo com as centenas de livros e palestras que defendem a excelência no atendimento são as mesmas que mais a pronunciam.
O pior de tudo isto é que nem sempre a culpa é deles, pois quando são colocados para cumprirem as “ordens”, ficam sem nenhuma autonomia para atender qualquer solicitação ou resolver um problema que porventura tenha ocorrido com o cliente.
Alguns casos podem ilustrar o exposto, como por exemplo, quando alguém que comprou um produto necessita de um recibo, que só pode ser emitido pelo “dono”, ou a troca de uma mercadoria que ele não pode fazer, pois o “dono” não está. Há ainda o caso de uma informação importante que se pede ao telefonar para a empresa, e a pessoa que atende não a tem ou não sabe nada a respeito do assunto. Quem sabe é só o “dono”. São centenas de exemplos que ilustrariam perfeitamente os problemas que acabam acarretando aborrecimentos e raiva em quem necessita apenas de soluções.
Não estou aqui defendendo que as regras devem ser esquecidas. Claro que existem situações em que se elas não forem seguidas, o caos poderá formar-se na empresa. O que questiono é que para estar na linha de frente, as pessoas têm que ter um mínimo de flexibilidade e interesse pelas pessoas, e muitas vezes isto somente pode ser feito se elas tiverem um pouco de autonomia.
Porém, o que encontramos em algumas situações? Caras fechadas e total descaso, resultando em clientes insatisfeitos, tempo perdido e uma pergunta: o que aquele profissional está fazendo atrás do balcão?
Também o que ocorre é que as informações nunca se encontram com estas pessoas quando solicitadas, perdendo-se tempo e paciência enquanto a mesma tem que ser buscada (sabe-se lá Deus aonde!).
Por que será que estas situações ainda continuam ocorrendo em tempos de excelência no atendimento ao cliente? As respostas poderão ser muitas, porém a que melhor responde é o fato de que os empresários não entenderam a mudança. Continuam agindo como se não existisse nos dias atuais milhares de produtos exatamente iguais aos que produz ou vende. Enquanto o lucro é colocado acima de qualquer outra coisa, muitos ainda vivem pensando que é fácil conquistar novos clientes, esquecendo-se de que é necessário conseguir a fidelização daqueles que estão ali, na sua frente, cada vez mais difícil.
Algumas coisas podem e devem ser feitas para que se rompa as regras, sem prejudicar em nada o bom andamento da empresa. Vejamos algumas:
- Devem ser contratadas pessoas que gostem de gente e que saibam sorrir. Porém, deve ser um sorriso verdadeiro e não aqueles que se dá somente porque o instrutor falou que “a primeira coisa que o cliente deve ver é o sorriso da empresa”.
- Todas as informações devem ser passadas para as pessoas que estão na linha de frente. O proprietário não deve deixar que os clientes percam seu tempo aguardando que as respostas cheguem muito tempo depois de solicitadas só porque ele as detém.
- Deve ser dada autonomia aos colaboradores para a solução dos problemas dos clientes, de forma a agilizar o atendimento. O que for extremamente impossível de ser delegado, deve ser negociado, demonstrando interesse pela pessoa que estiver atendendo.
- Sempre que solicitado, o produto deve ser trocado sem utilizar frases como: “ninguém nunca reclamou sobre este produto”, ou “não podemos fazer nada, é só com o dono”, “eu só trabalho aqui e cumpro ordens”.
Não deixe que o cliente saia de sua empresa com a sensação de ter sido tratado com total descaso pelas pessoas que nela trabalham, pois ele fatalmente baterá na concorrência. Cuide de sua imagem, da imagem de seus funcionários, e principalmente de sua marca, pois com certeza você levará muitos anos e muito dinheiro para construí-la de forma positiva e mais alguns para colocá-la na mente de seus clientes.
Estes, por sua vez, estão cada vez mais exigentes e conhecedores de seus direitos, além, é claro, de saberem que existem centenas de empresas que poderão atendê-lo da melhor maneira possível.
As palavras de ordem dos dias atuais são, entre outras, flexibilidade e autonomia, e devem ser colocadas em prática através daqueles são o verdadeiro cartão de visita de quaquer empresa e estão todos os dias junto com os clientes: os vendedores.
8 August 2010
Consumidoras e tomadoras de decisão. Com dinheiro no bolso e muita disposição
para gastar. Esse é o público-alvo que forma o maior grupo consumidor da atualidade.
As mudanças no papel desempenhado pela mulher vieram, e com elas diversas oportunidades para as empresas. Ela saiu para o mercado de trabalho, tornou-se profissional remunerada, adquiriu poder de compra e de decisão. Algumas empresas perceberam isso rapidamente e trataram de “abocanhar” esse nicho, antes esquecido pelos estrategistas e vendedores.
De acordo com um estudo realizado pela Credicard em 2003, quase metade dos cartões de crédito do país está nas mãos das mulheres, que movimentam 32,4 bilhões em compra.
Além disso, pesquisa feita pelo Instituto Gastão Vidigal a pedido da Associação Comercial de São Paulo, na primeira quinzena de fevereiro de 2003, sobre inadimplência, mostra que elas são minoria – 41% quando o assunto são os cheques sem fundo. Também é delas a última palavra do que é colocado na despensa, que representam 70% do público em supermercado.
A mulher toma as decisões de abastecimento familiar. Sabe quanto e como gastar, colocando em primeiro lugar o que é necessário e em seguida o que agrada a cada pessoa da casa.
Qual é a primeira regra do marketing? Conheça o seu mercado. E a segunda? Entenda o seu consumidor. É nessa segunda regra que está a necessidade de se fazer marketing diferenciado para as mulheres.
Até agora, presumia-se que homens e mulheres funcionavam mais ou menos da mesma forma, no aspecto das decisões de compra. Pensava-se que as máximas de marketing desenvolvidas e apresentadas pelos fundadores das comunicações comerciais eram “normais” para todos os adultos. Após um exame mais rigoroso, o que se descobriu é que elas são normais para os homens. As mulheres têm um conjunto de prioridades, preferências e atitudes muito diferente. Seu processo de decisão de compra é radicalmente diferente – e elas respondem de forma diferente às mídias, mensagens, linguagem e visual utilizados pelo marketing. Qualquer profissional de vendas que queira abocanhar uma fatia substancial do recheio da carteira das mulheres precisa aprender mais sobre gênero, para que possa passar a entender essa consumidora.
A cada ano as pesquisas indicam maiores níveis de instrução e qualificação entre elas, e conseqüentemente, maior participação no mercado de trabalho. Com tantos atributos, nada mais natural que essa mesma mulher passe a ter um papel de destaque na família e trabalho. As mulheres não só representam metade da população do mundo como têm a última palavra na compra de 80% dos produtos e serviços disponíveis segundo a estimativa mais aceita no mundo. Um poder que atinge áreas ditas tradicionais, como vestuário, bens alimentares e cosméticos, como também em outras como automóveis, casa própria, equipamentos eletrônicos,
TV a cabo, cartão de crédito e viagens.
Todo desenvolvimento profissional e intelectual da mulher, entretanto, não a distancia da atividade que exerce há décadas, a de consumidora. “O uso das compras como atividade social parece inalterado”, diz o antropólogo americano Paco Underhill, especialista em comportamento do consumidor. Para ele, as mulheres continuam gostando de fazer compras e são capazes de condenar espécies inteiras de varejistas ou produtos à lata de lixo darwiniana se eles não forem incapazes de se adaptarem às necessidades ou desejos delas. "É como observar a extinção dos dinossauros” comenta.
Para compor suas pesquisas e análises, Paco se dedica à atividade de observar, nos centros de compras, os consumidores passeando pelos corredores e enchendo o carrinho. Baseado em tudo que já pôde reunir até hoje, afirma, a mulher tende a demorar mais para tomar a decisão da compra, pois alia aspectos psicológicos e emocionais, simplesmente ausentes na maioria dos homens. “Geralmente, lêem os rótulos com atenção, observam o produto em detalhes e perseguem a capacidade de selecionar a coisa perfeita, seja um melão, uma casa ou um marido”, brinca Paco.
A força da mulher tem conseguido mudanças na concepção de produtos e propagandas. As empresas que estiverem de olho nesse novo perfil da mulher, levando em consideração inclusive e principalmente os “espinhos” que essas conquistas trouxeram, estarão alguns passos e de salto alto à frente.
Portanto, fica aí a dica para os empresários e profissionais de marketing que queiram aumentar suas vendas: fiquem de olhos bem abertos às mulheres que entrarem em seu estabelecimento. Elas estão fazendo a diferença no consumo e podem render bons lucros para seus negócios!
7 August 2010
Muitos empresários ainda não conhecem o poder e a magia de um pós-vendas bem feito. O que ocorre é o total abandono dos clientes com o contato terminando na Caixa Registradora. Mesmo não estando em uma situação de compra, é importante para o consumidor a atenção dos funcionários, pois isso “massageia o ego” das pessoas, além de, a médio e longo prazos, transformar-se em um relacionamento lucrativo. O cliente fará uma poderosa propaganda boca-a-boca e se sentirá inteligente por ter adquirido produtos ou serviços da empresa.
Porém, o que ocorre é que a visão do lucro a curto prazo fecha as portas para uma visão estratégica benéfica para todos. Ao trocar um produto para o cliente, o que se pensa é que essa ação trará prejuízos. Há um grande equívoco nesse ponto, pois o que gerará essa situação negativa é o fato das reclamações se tornarem rotineiras, ou seja, as exceções começam a fazer parte do dia-a-dia da empresa, o que significa que há alguma coisa errada.
Nem sempre são necessárias ações que exijam altos investimentos para criação de departamentos ou aquisições de equipamentos de alta tecnologia para implantação de SAC’s ou Ouvidorias, que servem, muitas vezes, apenas para mecanizar a comunicação com os clientes. Isso é jogar dinheiro pela janela.
Todos na empresa têm que estar em sintonia com as ações do pós-vendas. Uma ligação telefônica poderá ser o único custo que a empresa terá, mostrando que se está pensando no seu cliente. Melhor que as mensagens automatizadas do tipo: “Sua ligação é muito importante para nós” é a naturalidade de um “Alô” ou “Bom-dia” pessoal, carinhoso e verdadeiro.
Outra ação que substitui qualquer manual de pós-vendas é colocar dentro da empresa o real significado de uma palavra: EMPATIA – que significa “tendência para sentir o que sentiria, se estivesse em situação vivenciada por outra pessoa”.
Existem algumas condições para que o pós-vendas seja um elemento de sucesso empresarial, começando pelo nível de satisfação, motivação, autonomia e empreendedorismo dos funcionários, tipo de pessoas que a empresa tem, além de processos, sistemas, treinamento e bom senso de todos.
Outro ponto importante é que uma política de pós-vendas agressiva não valerá nada se não houver o comprometimento da alta direção da empresa. Sem isso não há Santo que resolva as situações que ocorrerem. Não adianta elaborar manuais de pós-vendas, distribuir entre os funcionários, sentar e aguardar os resultados, pois não existe uma pessoa no mundo que possa antever o que vai acontecer, bem como que tipo de comportamentos o cliente terá. Nem pense em padronizar situações e comportamentos – isso é o inverso de qualquer ação de sucesso para a empresa!
Também não basta apenas criar departamentos de pós-vendas separados do departamento de vendas, pois internamente as pessoas da empresa não têm a mesma visão.
O que se deve pensar é que todos são responsáveis pelo atendimento ao cliente, em qualquer situação em que ele se encontre.frases como: “esse é o procedimento padrão da nossa empresa” servem somente para fazer com que o cliente vire ex-cliente, o que a concorrência agradecerá de coração, pois há sempre uma outra opção no mercado para todos. Não tente padronizar procedimentos. Contrate apenas pessoas que atendam bem e que resolvam o problema dos clientes com total empatia. Faça com que todos os funcionários conheçam o significado dessa palavra e que a apliquem no dia-a-dia.
Lembre-se que quando você está vendendo um produto, vende um sonho e que quando presta um serviço, está vendendo conforto. Não deixe que o sonho se transforme em pesadelo e o conforto em desconforto.
Boas vendas e ótimas pós-vendas!
6 August 2010
“Alguns homens vêem as coisas como são, e perguntam: “Por quê”?
Eu sonho com as coisas que nunca existiram e pergunto: "Por que não?"
Bernard Shaw
Atualmente, a palavra de ordem no mercado tem sido o empreendedorismo. Diversas escolas estão voltando seus ensinos para o comportamento empreendedor e por isso, as pessoas estão mudando sua concepção com relação aos empreendimentos e profissões.
Movidas por uma necessidade (perda de emprego, por exemplo) ou por visualizar uma oportunidade no mercado, algumas pessoas podem iniciar um pequeno negócio, e ter sucesso por toda a vida. Outras, podem não ser tão bem sucedidas, e terem que se deparar com um fracasso, apesar de seu esforço.
Por que isto ocorre?
Para responder a essa pergunta, vamos conhecer o que é o empreendedor, para depois conhecermos o seu perfil e as causas de sucesso e fracasso dos empreendimentos.
De acordo com Joseph A. Schumpeter - " O empreendedor é aquele que destrói a ordem econômica existente pela introdução de novos produtos e serviços, pela criação de novas formas de organização ou pela exploração de novos recursos e matérias."
Outro conceito, da Amar Bhide/ Harvard Business School define que " trata-se simplesmente daquele que localiza e aproveita uma oportunidade de mercado, criando à partir daí um novo negócio."
Ambos os conceitos levam-nos a pensar nas atitudes das pessoas empreendedoras: são inovadoras, inquietas, criativas, ousadas, além de terem sempre a sua visão voltada para o futuro. Por isso, elaboram todo um planejamento que vai permitir-lhes criar as condições vitais para o alcance dos seus objetivos, e têm sempre em mente que é importante alcançá-los tanto no plano profissional, quanto no familiar e pessoal.
Motivadas por isto, criam sempre oportunidades e se envolvem com elas, entregando-se de corpo e alma para alcançar seus objetivos.
Para alguns, o sucesso dos negócios é pura sorte, mas para o empreendedor, é apenas o resultado de sua visão acompanhada de uma ação, pois todos os dias são feitos para se realizar algo. Não ficam reclamando do sol ou da chuva, pois estão ocupados em atingir o que planejaram para sua vida. Os obstáculos que surgem são retirados de sua frente com trabalho e garra, não servindo nunca como “desculpas” para afastá-lo de seus objetivos.
A ousadia é outra característica de pessoas de sucesso. Até mesmo porque, para empreender no Brasil só mesmo com muita garra e perseverança. As dificuldades são extremas e poucas pessoas têm coragem para enfrentar os desafios que surgem em seu caminho.
Por isso, o verdadeiro empreendedor não pode, em primeiro lugar, buscar o lucro, porque ele será o resultado das ações da empresa. Ele tem que estar sempre ligado ao mundo, buscando cada vez mais novos conhecimentos para enfrentar os desafios.
Então qual será a razão de alguns empreendimentos serem bem sucedidos e outros fracassarem? Entre os diversos motivos, estão a falta de planejamento, pesquisa, conhecimento do negócio e do mercado. Outro fator é que existem pessoas que não possuem características comportamentais empreendedoras necessárias para os negócios como coragem para assumir riscos, persistência, planejamento, rede de contatos, comprometimento, entre outras; ou se as têm, não as identificaram ou as aprimoraram para se lançarem no mercado. Além disso, deve-se ter um profundo conhecimento do negócio em que deseja empreender. Muitas pessoas têm idéias, porém ficam somente nelas, não passando nunca para a ação, atitude necessária para transformá-las em realidade fazendo as coisas acontecerem. E isto somente ocorrerá se a pessoa tiver uma verdadeira paixão por aquilo que faz, pois este é o combustível necessário para entusiasmar-se por seu projeto de vida.
O verdadeiro empreendedor é um campeão que não desiste jamais pois acredita em sua capacidade, e vê os fracassos como oportunidade de aprender cada vez mais. Não fica esperando a vida passar. Ele somente tem olhos para o futuro, sendo capaz de investir todo seu tempo na realização de seus sonhos!
Enquanto não se levantarem e tomarem uma atitude que as levem a alcançarem seus objetivos, as pessoas ficarão na platéia, aplaudindo aquelas que tiveram coragem de subir no palco da vida!!! Em qual dos dois lugares você quer ficar???? Faça sua escolha e aja rápido, ou então contente-se em apenas jogar confetes!!!
5 August 2010
“Todo líder deveria agir para que sua obra se imortalizasse independentemente do tamanho de sua equipe e do volume financeiro envolvido!”
(Marco Aurélio Ferreira Vianna – Consultor Organizacional)
Faremos uma viagem à difícil e misteriosa arte de liderar. Para isso, vou utilizar uma frase que li no livro “O Monge e o Executivo”, de James C. Hunter, para que se entenda a diferença entre liderar e gerenciar. No primeiro capítulo, Hunter coloca ,muito sabiamente, o que diferencia um conceito do outro escrevendo que “Gerência não é algo que você faça para os outros. Você gerencia seu inventário, seu talão de cheques, seus recursos... mas você não gerencia seres humanos. Você gerencia coisas e lidera pessoas”.
Pensemos sobre a importância desses conceitos e a grande diferença que fazem alguns atributos necessários ao líder desse século. Quantos gerentes ainda pensam que liderar é exercer o poder sobre as pessoas? Porém, a liderança passa por uma habilidade muito maior, pois o verdadeiro líder tem uma enorme capacidade de influenciar as pessoas. Lembre-se dos grandes líderes da história da humanidade: o primeiro e maior de todos: Jesus Cristo, além de Gandhi, Hitler, Kennedy, Churchill, entre tantos outros bons ou maus, que exerceram sua influência sobre muitas pessoas porque tinham qualidades e habilidades imprescindíveis a qualquer relacionamento como: saber ouvir, confiar nas pessoas e muito, muito carisma.
A verdadeira essência do líder atual encontra-se em algumas dimensões que vão além do cargo e responsabilidades que exercem, como por exemplo, comandar as pessoas como um maestro comanda uma orquestra, porém, comandar na direção certa. Deve possuir características de um líder empreendedor, um líder executivo, com condições para liderar, além de ser um líder cidadão, sempre voltando suas ações para o bem de todos – organização e comunidade.
Enxerga, portanto, a liderança como uma grande causa, com um sentido de missão, pois não cumpre simplesmente tarefas. Muito acima disso, sente uma total responsabilidade por sua missão e para isso envolve as pessoas. É aí que entra a característica de um líder maestro. Nunca é um líder sozinho, pois compartilha tudo com as pessoas, dominando a estrutura de poder, chamando para si a responsabilidade pelo alcance dos resultados, e compartilhando perdas e ganhos.
Somente comprometendo o corpo e a alma na realização de sua causa, os líderes alcançarão seus objetivos e conseguirão ter um grande envolvimento dos funcionários da organização em seus projetos, sendo fundamental para isso ter as pessoas certas nos lugares certos. Liderar no século XXI, passa por saber a importância do amor, não como um mero sentimento, mas a verdade que se encontra no coração das pessoas, pois a partir daí surgem aspectos como transparência, ética e o respeito, bases para o sucesso de lideranças nas organizações bem sucedidas.
4 August 2010
Estar à frente de uma empresa, dirigir pessoas e processos é o papel desempenhado pelo gerente. Porém, era e ainda é exercido por algumas pessoas com total significado de poder. O CHEFE, aquele “todo poderoso” que bradava a todos os cantos: “MANDA QUEM PODE, OBEDECE QEM TEM JUÍZO”, foi aos poucos, sendo substituído por um novo conceito de liderança.
Surgiu, através de mudanças necessárias para a motivação e felicidade dos colaboradores outrora chamados de subordinados, uma nova maneira de comandar. Aquele perfil que mandava, amedrontava, administrava e bradava para todos os cantos a palavra “Eu”, foi sendo extinto e substituído pelo líder que, ao contrário do que se conhecia, orienta, entusiasma, inova, é facilitador e a palavra que se ouve dele é “Nós!”
Entramos na era da Liderança Entusiasta, que seduz, envolve, apaixona e realiza com prazer, otimismo e determinação, porque tem, acima de tudo, um sentido de missão. Por isso, ele energiza sua equipe todos os dias, ao contrário de outros que “enervisam”, levando seus colaboradores a um total descontentamento e desmotivação, porque não compreende o real sentido de EQUIPE.
O Líder Entusiasta é aquele que, acima de tudo, sabe ouvir, sabe o que falar e demonstra interesse pela comunicação dos outros incentivando-os a participarem com suas idéias, através do incentivo à criatividade e iniciativa, pois lidera com as portas abertas, onde todos encontram respeito e dignidade. Acreditando nas pessoas, não as humilhando e trazendo-as para próximo de si, respeitando a individualidade daqueles que fazem parte de sua equipe, teremos o líder do novo milênio. Aquele que é capaz de “flagrar” as pessoas fazendo as coisas certas, e não apenas destacando-as perante os outros, pelo erro cometido. É necessário contabilizar as coisas certas que são feitas pelos funcionários de sua empresa, elogiar mais vezes, agradecer sempre, chamá-las pelo nome, bem como, despertar o talento que existe dentro de cada um dos membros da equipe.
Somente será capaz de agir de forma a levar as pessoas consigo o líder que tiver um auto-conhecimento, uma auto-imagem positiva, uma auto-estima elevada, sabendo inspirar confiança no grupo e investindo no desenvolvimento de cada um integrante de sua equipe de trabalho. Com certeza, conseguirá trazer para junto de si não apenas colaboradores, mas acima de tudo uma legião de fãs, que o seguirão por todos os caminhos.
O grande e verdadeiro líder dos tempos atuais, como cita Peter Drucker, considerado o Pai da Administração “deverá possuir a capacidade de aprender, desaprender e reaprender.”
3 August 2010
Todos estão cansados da velha ladainha de marketing: “O Consumidor é a razão de ser da empresa”. Há tempos que empresários de qualquer ramo de atividade, buscam avidamente a receita do sucesso para tentar honrar esse compromisso com o mercado, temendo serem engolidos pelos concorrentes.
Nas últimas décadas, surgiram dezenas de Programas de Qualidade na Excelência do Atendimento e os treinamentos foram sendo feitos rapidamente, pois era preciso entender o que era óbvio: “O cliente é o rei”. Bastou um tapete vermelho nos aeroportos colocados pela TAM - Transportes Aéreos, exigência do comandante Rolim, na época Presidente da empresa, e a febre se alastrou. A excelência no atendimento e nos serviços prestados passou a ser cobiçada como um tesouro, pelos donos de empresas.
Porém, mesmo depois de tantos anos falando e estudando sobre o assunto, apesar de tantos meios de conhecer e servir o mercado, nunca se encontrou tantos consumidores insatisfeitos.
Por quê será que isso acontece?
Sabemos que o consumidor está cada vez mais exigente, e a concorrência na área de serviços cresceu vertiginosamente, mas também é fato, que as empresas têm, em seu poder um grande volume de instrumentos para fazer mais e melhor que os seus concorrentes. Então, porque não fazem?
Existem diversas respostas para a pergunta acima, mas vou destacar nesse artigo a mais óbvia delas: não é fácil prestar um bom serviço, pois a maioria das pessoas que lidam com os clientes não entendeu ainda o real significado da palavra serviço, e por isso não colocam a palavra servir no coração sua empresa.
Com isso, não percebem que o conceito de serviço hoje é mais amplo, pois com tantos produtos iguais, preços iguais e clientes cada vez mais diferentes e exigentes, o que vai se destacar no mercado é o serviço prestado, ou seja, não é o que você faz pelo consumidor e sim, o como você faz. Surgem daí os grandes erros mortais que os prestadores de serviços estão cometendo: a ignorância (não entender que o serviço tem a ver com as pessoas), a falta de autonomia dos funcionários da linha de frente da empresa, a ausência do envolvimento dos líderes e as promessas não cumpridas (perdendo cada vez mais a confiança do consumidor).
Atenção: as pessoas irão lembrar-se muito mais da experiência negativa em um único contato com a empresa do que todas as dezenas de experiência positivas que vivenciarem. E “pisar na bola” no atendimento é o grande início desse processo. Coloque a palavra servir no coração de sua empresa e das pessoas que nela trabalham, combinando processos, lideranças envolvidas e colaboradores certos. Assim, todos ficarão felizes (os clientes, os funcionários, os administradores e os acionistas). Não deixe que atitudes incorretas façam você perder seu lugar onde todos querem estar: na mente e no coração dos consumidores!
2 August 2010
“Networking”.... Essa palavrinha de fazer enrolar a língua é tão poderosa como o segredo de um cofre. Mas o que significa e como fazer? Vamos por partes:
Primeiro, é necessário desvendar o seu significado e, depois, conhecer as maneiras de se comportar para ter em seu poder esse forte aliado no mundo dos negócios.
Network significa rede de relações, podendo ser considerado o maior patrimônio que alguém pode ter pois, através dela, pode-se conseguir apoio em todos os momentos de sua vida pessoal e profissional. Portanto, networking é o ato de conquistar relacionamentos.
Cultivar a amizade, admiração e confiança das pessoas que sempre estarão ao seu lado requer uma habilidade e um cuidado contínuo, pois como as plantas, os relacionamentos devem ser regados todos os dias através de atitudes positivas.
No mundo de hoje, saber cultivar relacionamentos é um poderoso patrimônio que qualquer pessoa pode ter. Para fazer networking é necessário “circular entre as araras” ou seja, participar cada vez mais de eventos que colocarão as pessoas em nossa frente. Neles estão as melhores oportunidades para conhecer pessoas importantes para nos informar, abrir portas e nos apoiar em todos os momentos. , Portanto, devemos nos cercar de pessoas positivas, de bem com a vida.
No Brasil, 70% das contratações de executivos ocorrem por meio de indicação e referências. Segundo José Augusto Minarelli, presidente da Lens & Minarelli Outplacement, empresa responsável pelo aconselhamento, apoio, orientação e estímulo ao profissional demitido, preparando-o técnica e psicologicamente para as oportunidades de mercado, bem como para o planejamento de sua carreira, a prática de recrutamento por indicação é mais rápida, mais econômica e mais segura, principalmente pelo fato de que as pessoas jamais irão indicar alguém em quem não confiam.
Alguns cuidados, porém, devem ser tomados no momento de usufruir de sua network. Deve-se zelar para não cultivar a “Lei de Gérson”, querendo levar vantagem sempre em cima das pessoas influentes, a fim de se conseguir coisas de maneira anti-ética, bem como não ocupar as pessoas o todo o tempo, porque o mundo não gira em torno do seu umbigo.
Também é necessário uma atitude de agradecimento sempre que a sua rede de contatos funcionar a seu favor: um telefonema para agradecer, um convite para um jantar ou até mesmo um cartão, farão com que as pessoas que o ajudaram sintam-se recompensadas e lembradas.
Para aumentar sua network, algumas atitudes podem ser valiosas. Leia e faça uso delas para ter sucesso nas relações:
1) Cerque-se de pessoas de alto astral, de bem com a vida e que queiram o seu sucesso.
2) Mantenha atitudes positivas e tenha sempre um sorriso no rosto, pois assim conseguirá atrair um enorme número de pessoas para perto de você.
3) Seja entusiasmado com seu trabalho, sua família e com a vida. Agindo assim, você será sempre procurado pelas pessoas.
4) Valorize as pessoas, preocupando-se com elas e ajudando-as sempre que precisarem de você.
5) Aprenda a ouvir mais do que falar, pois “quem fala, semeia e quem ouve, colhe!”
6) Fique ligado! Esteja atento às coisas que acontecem ao seu redor. Mantenha-se bem informado, para poder conversar com todos os níveis de pessoas que se aproximarem de você. Nessa hora vale ler de tudo, até revistas de fofoca. Nunca se sabe quem irá se aproximar de você em um evento.
7) Aprenda coisas diferentes e esteja sempre aberto a descobrir novidades e a enfrentar mudanças.
8) Esbanje simpatia, cortesia e tenha sempre tempo para conversar com as pessoas que se aproximarem de você.
9) Seja o primeiro a querer conhecer pessoas novas. Participe de palestras, reuniões, congressos, festas. Faça turismo utilizando pacotes (nesses passeios sempre encontramos pessoas interessantes). Mande a timidez para o espaço!
10) Expresse gratidão sempre que alguém lhe der uma dica ou uma ajuda.
Bem, depois destas dicas, é melhor você pegar seu telefone, desengavetar sua agenda, tirar aquela roupinha básica do armário e colocar-se
Mãos à obra, em todos os lugares estão as pessoas que certamente serão importantes para sua vida profissional, capazes de colocar você a par de tudo o que está acontecendo no mundo. Não há relacionamento que resista ao encanto de um bom papo, e um alto astral!
1 August 2010
Qual vendedor que nunca ouviu essa “simpática” frase de um provável cliente que está olhando uma vitrine ou entrando no estabelecimento comercial? –“Não, obrigado. Estou só olhando!”
Com certeza, a maioria, porém, muitas vezes não sabe como lidar com ela ou o porquê de uma pessoa utiliza-lá quando abordada pelo profissional de vendas. Porém, há uma explicação para ela. Trata-se de uma objeção, que, em vendas, são aquelas “desculpas” dadas pelas pessoas, por alguns motivos que veremos no decorrer desse artigo.
O que é objeção e por que ela ocorre? Apesar de temida pelos vendedores, a objeção é uma parte importante das etapas da venda, e com muita habilidade, tato e sutileza, fácil de ser contornada.
Em marketing existe um importante estudo chamado Modelo de Comportamento de Compra do Consumidor. As pessoas podem comprar produtos ou serviços por diversos motivos chamados de desejos e necessidades que se dividem em fisiológicas, segurança, social, estima e auto-realização - Pirâmide da Hirarquia das Necessidades Humanas de Maslow. Por isso, nem sempre têm um comportamento único ao adquirir alguma coisa, podendo tomar atitudes diferentes a cada encontro com o profissional de vendas.
Ao sair de sua casa, pode já ter definido o que vai comprar ou, talvez, nem esteja imaginando o que desejaria adquirir. Vejamos alguns exemplos:
- Em um dia de Sábado, saindo apenas para passear no comércio, o consumidor pode não ter em mente que irá adquirir algo, mas ao passar pelas lojas, poderá ser influenciado por algum item que chamará sua atenção, despertando seu desejo de possuir aquele produto ou serviço.
- A pessoa necessita comprar algo para dar de presente por ocasião de um aniversário ou casamento, podendo já sair com o produto que vai comprar em mente.
Além disso, podem ser influenciados por diversos fatores:
- fatores sociais: grupos de referência, família, papéis e posições sociais.
- fatores culturais: cultura, sub-cultura, classe social.
- fatores pessoais: idade e estágio de ciclo de vida, ocupação, condições momen-tâneas, estilo de vida, personalidade e auto-conceito.
- fatores psicológicos: motivação, percepção, aprendizagem, crenças e atitudes.
As objeções surgirão em determinados momentos em que o cliente estiver em frente a um produto, quando ao serem abordados pelo profissional de vendas darão alguns pretextos. Tornam-se o bicho papão para o profissional que não sabe como lidar com elas, pois logo pensa que está sofrendo uma rejeição do cliente. São inúmeras as razões pelas quais o consumidor faz objeção que vão desde a falta de informação, dificuldade em expressar-se ou tomar uma decisão até na falta de confiança na empresa, no vendedor ou no produto, podendo ser transmitidas de diversas formas, como por exemplo:
- Eu volto já.”
- “Eu quero dar uma olhada por aí.”
- “Estou com pressa agora, voltarei depois.”
Então, como contorná-las? É necessário uma capacidade do vendedor para trabalhar com o cliente, através da empatia (palavra mágica em vendas), colocando-se no lugar dele. Não se deve nunca criar situações que possam aborrecer o cliente, e deve-se ser capaz de ter sensibilidade para entender o momento de indecisão pela qual as pessoas passam. Afinal de contas, toda compra requer colocar a mão no bolso e por isso poderá haver a necessidade de pesquisar, pensar, repensar e escolher a melhor alternativa para então, tomar a decisão final de comprar o produto/serviço.
Por isso, amigos vendedores, não apressem a venda, não pressionem o cliente, saiba m respeitar o espaço físico necessário ao fazer a abordagem e preocupem-se em ser cordiais e compreensivos, ouvindo com atençaão todas as perguntas que lhe forem feitas.
Lembrem-se: as objeções não são o fim da venda, mas sim, podem ser o início de um grande relacionamento com o seu cliente. E as pessoas somente comprarão das empresas nas quais elas confiem totalmente. Cabe ao profissional de vendas solidificar a confiança necessária. E então, poder tranquilamente, ouvir a frase mágica que tanto deseja: “vou levar, pode embrulhar!”, e aprender a lidar com o famoso Sr. Volto Já!!!
| << August 2010 >> | ||||||
|---|---|---|---|---|---|---|
| Sun | Mon | Tue | Wed | Thu | Fri | Sat |
| 1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 |
| 8 | 9 | 10 | 11 | 12 | 13 | 14 |
| 15 | 16 | 17 | 18 | 19 | 20 | 21 |
| 22 | 23 | 24 | 25 | 26 | 27 | 28 |
| 29 | 30 | 31 | ||||