NÃO DESLIGUE. SUA LIGAÇÃO É MUITO IMPORTANTE PARA NÓS!

 

Célebre nos tempos modernos onde a tecnologia é a palavra de ordem, a frase acima deveria proporcionar orgulho para quem a ouve. Por que então, na maioria das vezes o único sentimento que o cliente tem é de decepção?

A resposta pode ser encontrada nos diversos erros e longas esperas que colocam em xeque a competência das organizações e dos aparatos colocados à disposição para facilitar a comunicação telefônica entre empresa e consumidor.

A imagem que se tinha da empresa desaparece por completo quando ao telefonar para a mesma, depara-se com problemas de transferência para o ramal desejado, ou  na pior das hipóteses, solicita-se aguardar um atendente que nunca aparece. Começa aí um período de espera interminável que acaba com a paciência de qualquer cristão!

São inúmeras as falhas no atendimento telefônico. O cliente perde seu tempo, sua paciência e fica à mercê da incompetência e descaso daquelas pessoas que, quando atendem à sua chamada, esquecem as mínimas regras de cortesia e atenção.

Tenho colecionado algumas pérolas do atendimento telefônico que considero hilárias. Aqui estão apenas algumas:

- “Quem deseja?”

- “Quem gostaria?”

- “Querida (o) – Essa é terrível!.

-  “Ele não está. Quer deixar recado?”

- “Espera um minutinho...!” (ZZZZZZZZZZZZZZZZZZZ....Até agora estou esperando!)

Outras pérolas são aquelas mensagens eletrônicas deixadas de presente para o cliente enquanto, contando as formigas da parede e roendo as unhas, ele espera que alguém apareça:

- “Você ligou para XXX-XXXXXXX. Não desligue. Sua ligação é muito importante para nós!” (O grau de importância é inversamente proporcional ao tempo de espera).

- “Dentro de alguns instantes, iremos atendê-lo”. (E aí começa um repertório de músicas chatas – já cheguei a ouvir Jingle Bells em pleno Carnaval!)

Nada contra a tecnologia. Sou totalmente a favor de tudo que nos poupe tempo e energia. O que me indigna é a forma como as empresas e pessoas a utilizam, fazendo do que seria a solução para nossos problemas um desgaste a mais e, consequentemente, a perda de credibilidade da imagem que tínhamos da empresa.

Além das mensagens eletrônicas, o atendimento telefônico pelas pessoas que trabalham nas empresas têm deixado muito a desejar, pois o que se encontra é um verdadeiro descaso pelo cliente, fazendo do contato telefônico um verdadeiro problema de marketing.

Então, como seria a forma correta de atender a um cliente que telefona para a sua empresa? Algumas regrinhas básicas podem fazer uma grande diferença, como:

1)      Atenda, sempre que possível, após o primeiro toque.

2)      Diga o nome da empresa, o seu e acrescente um “bom-dia” ou “boa-tarde”.

3)      Seja gentil, mas não precisa exagerar. Frases como “Meu bem” e “Minha querida” só se for para marcar um encontro amoroso.

4)      Seja profissional sempre. Utilizar-se de frases como “Isso não é comigo” representa descaso total (é tirar o corpo fora). Recomenda-se falar: “Vou verificar”, ou “Vou encaminhá-lo ao setor responsável”

5)      Ao invés de perguntar:  “Quer deixar recado?”, é mais simpático se ouvir: “Posso ajudá-lo em alguma coisa?”

6)      Se tiver que deixar o interlocutor aguardando, caso tenha que consultar alguém ou algum documento, pergunte-o se pode esperar ou se quer que você retorne a ligação.

7)      Caso o cliente fique aguardando ao telefone por alguma informação, retorne ao telefone após alguns segundos e informe ao cliente o que você está fazendo para solucionar sua dúvida ou seu problema.8)      Ao conversar com o cliente, dê sinal de vida, para que o mesmo não tenha a sensação de estar falando sozinho.

9)      Utilize os meios tecnológicos para melhorar a eficácia de seu atendimento e não para irritar o cliente.

10)  Tenha sempre próximo ao telefone material para anotar todas as informações. Não confie apenas em sua memória. Muitas falhas no atendimento poderiam ser evitadas com esse procedimento. Lembre-se: Você é humano, e pode errar!

São muitas as atitudes que podemos tomar para facilitar nosso relacionamento com o cliente. Basta apenas que a pessoa que atende ao telefone seja empática e profissional.

Pense nisso:

Não deixe que um simples telefonema passe uma péssima imagem de sua empresa para aquele que é a pessoa mais importante para o sucesso de seus negócios: o seu cliente! Procedendo assim, você conseguirá juntamente com seus colaboradores fazer com que a frase título desse artigo seja realmente verdadeira!


 


 


 


 


 


 

MOTIVAÇÃO – TER OU NÃO TER: EIS A QUESTÃO!

 

“Coitado daquele que faz o que não gosta, só assim tem que trabalhar” - Confúcio.


Peguei emprestada a frase de Shakespeare "Ser ou não ser, eis a questão", e sem pedir licença, transformei-a no título desse artigo, para falar sobre um assunto que ocupa livros, workshops nacionais e internacionais e fazem surgir gurus a todo momento: Motivação.

O significado dessa palavra é de suma importância para entendermos o que nos motiva, e principalmente, como os líderes podem motivar sua equipe: Mover para a ação. Mas será possível motivar alguém? Quem é responsável por essa energia que faz com que tudo caminhe da melhor forma possível?

A motivação é uma coisa que, em primeiro lugar, deve vir de dentro para fora. É necessário que a pessoa esteja auto-motivada para entender que a força motriz desse sentimento está na cabeça e no coração das pessoas, e que faz com que elas cresçam e transponham desafios para alcançar seus objetivos!

Um questionamento muito colocado pelas pessoas com as quais converso é a seguinte: O líder pode motivar seus funcionários? Depois de ler bastante sobre o assunto, reporto-me a uma Palestra do grande consultor Marco Aurélio Vianna (Motivação – A Verdadeira Arte de um Líder), na qual ele coloca alguns pontos muito importantes para podermos responder a essa pergunta. “Motivar pessoas significa envolvê-las em sonhos, lendas e até em utopias”, e isso significa dar a essas pessoas motivos para a ação. Motivação é alegria, felicidade. E trabalhar, deve significar fazer por prazer, pois se houver a dificuldade de se entender o lado engrandecedor do trabalho, não haverá ninguém que seja feliz oito ou mais horas dentro de uma organização.

A felicidade e a motivação do trabalho somente estarão presentes naquelas pessoas que entenderem que trabalhar é uma forma humanamente correta de cumprir sua missão, pois para os inimigos do trabalho, ele será sempre um fardo, uma catástrofe, um peso em sua vida!  Somente o entendimento dessa felicidade é que gerará a força motriz, o combustível necessário para alcançar metas, objetivos e transpor os desafios. O rio é caudaloso, porém a corda para atravessá-lo está em nossas mãos. Devemos lançá-la e agarrarmos-nos nela com toda a força de nossos pensamentos e nosso coração para chegar ao outro lado.

Quem não trouxer a motivação dentro de si, não consegue enxergar o potencial que tem, e fica reclamando da sorte, enquanto vê as outras pessoas alcançarem sucesso e felicidade plenos. Somente a paixão pelo que se faz e por si mesmo move as pessoas, pois através dela estarão entusiasmadas com a vida, com o trabalho e terão o que se chama de “Ter Deus dentro de si”.

EDUCAÇÃO EMPREENDEDORA

 

Mudanças radicais no mercado e nas Instituições Educacionais trouxeram para alunos e professores a oportunidade de pensar em uma educação inovadora, empreendedora, diferente de tudo que se ensinava antes. As escolas tradicionais não tinham essa visão, e com isso, passaram muitos anos preparando pessoas para serem eternos empregados. Todos os exercícios, discussões e dinâmicas de grupos, faziam os alunos pensarem e sonharem com o emprego estável após o término da Faculdade. Não resta a menor dúvida que há algum tempo atrás, até que era possível isso ocorrer. 

Com esse pensamento, não se incentivava a criatividade, a inovação, e as aulas seguiam com o professor falando e os alunos ouvindo. 

Porém, diversas mudanças ocorreram: reestruturação de empresas, privatização, demissões em massa, fusões e aquisições – o que estremeceu toda a estabilidade que as pessoas possuíam em seus empregos, tornando-se necessário repensá-los.

Foi preciso sair em busca de novas oportunidades, e entre as alternativas existentes estava a possibilidade de ser dono do seu próprio negócio. Surge, então, o empreendedor – aquele que realiza, corre riscos, é criativo, ousado, e muitas outras características necessárias ao sucesso do negócio próprio. Com tantas empresas sendo abertas no mercado, o amadorismo tomou conta, e com isso, muitos negócios fracassaram (a maioria, antes do segundo ano de abertura). 

Fez-se necessário, a partir daí, uma nova educação que ensinasse novas formas de fazer a coisa certa, com profissionalismo. Mas a pergunta que divide opiniões de diversos especialistas é a seguinte: É possível ensinar o empreendedorismo? Porém, há um ponto em que todos concordam, e que devemos nos ater para o sucesso da educação empreendedora: é possível desenvolver nas pessoas algumas habilidades, trabalhar alguns comportamentos e levá-las a buscar novos conhecimentos. As propostas, de acordo com o especialista no ensino do empreendedorismo, Fernando Dolabela, autor de diversos livros da área, entre eles, o best-seller “O Segredo de Luisa”, são:

- Privilegiar o auto-aprendizado. O ensino do empreendedorismo simula a forma  através da qual o empreendedor aprende na vida real: fazendo e errando. Desenvolve empreendedores e não empresas.

- Atribuir ao professor um novo papel: o de “organizador” de um ambiente ou “cultura” favorável ao aprendizado: um “ambiente do conhecimento”.

- Considerar o empreendedorismo em seu conceito mais amplo.

- Eliminar a distância entre sonho, emoção e trabalho.

- Privilegiar o estudo da oportunidade.

- Entender que empreender é gerar conhecimento.

Portanto, a Instituição Educacional ou sociedade que privilegiem a educação empreendedora, possibilitam às pessoas lidar com a aceleração das mudanças, os desafios e riscos, conseguindo fazendo-as enxergar oportunidades, onde muitos enxergam a crise!


 

EU QUERO SER MEU PRÓPRIO PATRÃO!

 

Nos dias atuais, muito se tem falado sobre o empreendedorismo como oportunidade para abrir o próprio negócio. Porém, é necessário conhecer os “dois lados da moeda”. 

O motivo que leva uma pessoa a querer ter um empreendimento próprio não é apenas um fator profissional. Passa também por motivações pessoais, que se não forem bem analisadas, podem levar à frustração e ao caos da empresa.

Muitos se acham “empreendedores” e julgam que basta formalizar a abertura da empresa, colocar produtos dentro do estabelecimento e começar a ter uma vida de realizações. Têm em mente algumas ilusões como por exemplo, o fato de que tendo uma empresa, será dono do seu próprio nariz, ou seja, não trabalhará para mais ninguém. E não fica só por aí. Algumas crenças podem fazer com que o futuro empresário julgue fácil o caminho que irá percorrer. Eis alguns “mitos” que existem com relação a ter o próprio negócio:

MITO 1: “Agora eu sou o meu próprio patrão”!

VERDADE 1: Todo mundo é chefe do empreendedor: seus sócios, investidores, clientes, fornecedores, empregados, família, comunidade. Mas os empreendedores podem escolher as exigências que vão atender, e quando.

MITO 2: “Não vou trabalhar mais em finais de semana. Vou ter muito mais tempo livre!”

VERDADE 2: Quem tem o seu próprio negócio não poderá algumas vezes se dar ao luxo de deixar de trabalhar aos sábados, domingos e até feriados, pois precisa atender o cliente a qualquer momento. Lembre-se: estamos na era dos serviços, pois produtos são encontrados em qualquer lugar. Sua empresa existe para resolver os problemas dos clientes.

MITO 3: “Vou tirar férias pelo menos duas vezes por ano!”

VERDADE 3: Muitos empreendedores não conseguem às vezes se ausentar do seu empreendimento por muitos dias. É claro, que com uma boa equipe e uma boa administração, ele terá suas merecidas férias, mas o início do empreendimento exigirá muito sua presença.

MITO 4: “Vou ter rendimentos bem maiores e em curto prazo, sendo meu próprio patrão do que como empregado de uma empresa”

VERDADE 4: Todo empreendimento necessita de altos investimentos durante algumas fases, desde seu início até que comece a atingir a fase do crescimento. Por muito tempo, será necessário muito mais colocar dinheiro na empresa do que retirar. Não se tem lucro imediato, principalmente, quando a empresa não é conhecida no mercado.

MITO 5: “Meu melhor amigo será meu sócio e nosso relacionamento será muito bom”

VERDADE 5: A sociedade é como um casamento, e muitas vezes, aquela pessoa que o empreendedor julgava que, por ser seu melhor amigo será seu melhor sócio, poderá decepcioná-lo. Amizade e o companheirismo são coisas bem distintas. A amizade não garante sucesso ao novo negócio, e a ausência de sucesso pode certamente acabar com a amizade. O que deve prevalecer entre os sócios é respeito mútuo e solidariedade nos bons e maus momentos, ou melhor, companheirismo.

Não é à toa que os índices de falência de empresas são tão altos. No mundo inteiro, toma-se como base uma estimativa segundo a qual 80% das empresas fracassam em três anos de vida. A estimativa é certamente exagerada, mas não está muito longe da verdade. Se as possibilidades de fracasso são tão grandes, é justo incentivar as pessoas a correr esse risco? Não, se abrir empresas for o equivalente financeiro a dar um salto no escuro. Sim, se uma cultura empreendedora ajudar a avaliar e a minimizar os riscos, se os fracassos puderem ser encarados como uma etapa no processo de aprendizado. É a esse processo que se refere o espírito empreendedor, algo bem diferente do espírito de aventura. 

Portanto, ter o próprio negócio e ser “dono do seu próprio nariz” passa por outros caminhos. É preciso saber identificar as oportunidades, ter visão de futuro e, além de tudo, não se esquecer que nenhum empreendedor nasce pronto, e que o sucesso de um empreendimento passa por muitas fases (algumas delas muito doloridas) e que o amadorismo pode ser um grande inimigo para o futuro empreendedor.

Não acredite simplesmente na sorte. Estude todas as possibilidades, conheça o mercado em que pretende atuar, faça um bom plano de negócios, e se prepare para uma vida dura, porém, gratificante, sendo um grande empreendedor de sucesso!


 


 


 

CARISMA – VOCÊ TEM?

 

As empresas sempre buscaram selecionar pessoas para o seu quadro de funcionários com diversas capacidades técnicas. Nos anúncios de vagas de emprego, podemos verificar que experiência em áreas como informática, vendas, atendimento ao cliente,  financeira e outras, são essenciais para garantir que se saia vitorioso no processo de seleção. 

Porém, atualmente, possuir apenas essas capacidades não é mais ponto primordial para se diferenciar no mercado. Uma mudança radical no perfil desejado pelas organizações é latente. Muito mais que especialistas, as empresas estão ávidas por pessoas que possuam outras qualidades, ou melhor, habilidades. Procuram por alguém que seja “intrapreneur” (empreendedor interno). E como deve ser esse profissional do século XXI? Primeiramente, é necessário que essa pessoa tenha características e habilidades pessoais bastante fortes como comunicação, criatividade, amor ao que faz, às pessoas, espírito de equipe e liderança.

Outro ponto importante é possuir também as características de um empreendedor, como por exemplo, ousadia, persistência, motivação, metas definidas e uma imensa paixão por vencer!

Também não poderia deixar de citar um tesouro que funciona como uma poderosa chave capaz de  abrir muitas portas e fazer desse profissional  uma pessoa que brilhe e se destaque na multidão: CARISMA. 

Essa é uma qualidade especial que todos possuem, porém, alguns desconhecem o poder e a magia dessa importante característica.

A origem etimológica grega da palavra “carisma” está em torno do campo de significados de um “dom recebido do alto”. Pode ser um dom divino, uma graça, uma qualidade ou uma força.

De acordo com João Carlos de Almeida, Diretor Geral da Faculdade Dehoniana de Tubaté, na conferência proferida no Seminário Internacional Cristianismo, Filosofia e Educação, em 2002, “a cultura popular tem suas verdades preservadas em algumas expressões. A conexão entre presença e carisma aparece quando alguém diz: “Quando você vai nos dar o ar da graça?” É o mesmo que dizer: “Quando poderemos contar com a sua presença?” Presença é o mesmo que graça. Graça é o mesmo que carisma.”

É possível desenvolver a habilidade se ser carismático? Sim, desde que a pessoa invista no seu auto-conhecimento, elevando, consequentemente sua auto-estima, e nunca deixar de ter uma identidade original. Carisma é algo que você tem de especial e que faz com as pessoas te respeitem, admirem e gostem de sua presença a qualquer momento. É um dom divino e capaz de elevar o ser humano em todos os sentidos, superando obstáculos e crescendo a cada dia.

Portanto, se você quiser se sobressair, ponha um sorriso na face, abra seu coração e verá que o sucesso acontecerá rapidamente. 

Ser carismático é antes de tudo, ser plenamente feliz e estar em paz consigo mesmo!


 




 

ABRI UM NEGÓCIO – QUE NOME ESCOLHER?

Verdade seja dita: se escolher o nome para um filho que acabou de nascer já é difícil, imagine para uma empresa que, com certeza, todo empreendedor deseja ver conhecida e escolhida pelos clientes dentre as milhares existentes no mercado.

Muitas vezes, depara-se com o impasse de escolha do nome do negócio, e aí vem a dúvida: qual o melhor nome? Como não ser igual aos outros? De que forma a escolha deve ser feita?

Nesse artigo, procurarei contar um pouco da experiência que eu e minha sócia tivemos ao escolher o nome da nossa empresa – a FÊNIX CONSULTORIA E TREINAMENTOS, e procurarei dar algumas dicas de como escolher o nome do negócio. 

Era dezembro de 1994, e depois de pensar na papelada necessária à abertura da empresa, nos demos conta de que tínhamos que batizar o empreendimento que estávamos iniciando. Sentadas uma olhando para a cara da outra, começou o dilema! Lembro-me que passamos muitas horas escrevendo nomes, verbos, e tudo mais que vinha à cabeça, mas nada parecia nos satisfazer. 

Por se tratar de uma empresa de Consultoria e Treinamentos, a única coisa que vinha em nossa mente eram verbos como HUMANIZAR, TREINAR, DESENVOLVER, QUALIFICAR e muitos outros. Mas nenhum parecia ter a cara da nossa “filha”, a empresa que nascia naquele momento.

Cansadas, deixamos para outro dia, e encerramos a árdua tarefa, combinando que no outro dia teria que sair o nome de qualquer maneira. Noite afora, tentando dormir, minha mente não parava de processar. Nada... nem uma palavrinha que pudesse colocar no nosso Contrato Social vinha em minha cabeça. O jeito era dormir.

No outro dia, ao chegar ao escritório de minha sócia, ela me disse que havia lido um artigo sobre uma lenda contando a história da ave FÊNIX.  Ao ouvir o artigo que ela leu para mim, decidimos que seria esse o nome de nossa empresa. Para quem não conhece aí vai um pouco da lenda: “A Fênix era uma ave mitológica de grande porte que merecia o título de animal mais raro da face da terra,simplesmente por ser a única de sua espécie. Possuía uma parte da plumagem feita de ouro e a outra colorida de um vermelho incomparável. Ela era do tamanho de uma águia.

A isso ainda aliava uma longevidade jamais observada em nenhum outro animal. Seu habitat eram os desertos escaldantes e inóspitos da Arábia,o que justificava sua fama de quase nunca ter sido vista por ninguém.Quando Fênix percebia que sua vida secular estava chegando ao fim, fazia um ninho com ervas aromáticas, que entrava em combustão ao ser exposto aos raios do Sol. Em seguida, atirava-se em meio às chamas para ser consumida até quase não deixar vestígios. Do pouco que sobrava de seus restos mortais, se arrastava milagrosamente uma espécie de verme que se desenvolvia de maneira rápida para se transformar numa nova ave, idêntica à que havia morrido. A crença nessa ave lendária figura na mitologia de vários e diferentes povos antigos, tais como gregos, egípcios e chineses. Apesar disso, em todas essas civilizações, seu mito preserva o mesmo significado simbólico: o renascer das próprias cinzas.

Até hoje, essa idéia é bastante conhecida e explorada simbolicamente. O mito de Fênix foi interpretado na era cristã como um símbolo de ressurreição e foi retratada em um grande número de monumentos antigos. No Oriente a ave virou símbolo de felicidade, virtude e inteligência. Na mitologia grega a ave Fênix representa o Sol que morre a noite e renasce pela manhã tornando-se o eterno símbolo da morte e do renascimento da natureza.

E assim foi decidido o nome de nossa empresa, pela beleza da lenda e por acreditarmos no renascer a cada dia, mesmo que das cinzas. Em dezembro de 2004, completamos 10 anos de existência da FÊNIX CONSULTORIA e nunca pensamos em mudar o nome, pois ele nos tem dado bons frutos e tornou-se conhecido no mercado.

Batizar o seu negócio é uma das mais importantes decisões de marketing que você deve e pode tomar.

Para que serve um nome? É uma forte ferramenta de vendas, quando bem utilizado na propaganda. Corretamente escolhido, o nome pode: fortalecer a imagem do empreendimento, trazer clientes da concorrência e atuar como alavancador da expansão da empresa. 

Ao abrir um negócio, da empresa individual à sociedade anônima, corre-se o risco de se escolher um nome através de análises emocionais da situação. Todos se acham capazes de escolher um nome sem ajuda de um consultor.

Mas, para quem ainda está pensando em qual nome colocar em sua empresa, eis algumas dicas, que espero possam ajudar nessa fase que por mais que pareça simples, é de difícil decisão:

1. Pense em um nome específico e único, tanto quanto seja possível.

2. Não pense, nem escolha um nome que possa conflitar com o de outras empresas que atuam no mercado, apesar de ser muito difícil. 

3.
Lembre-se que o nome do seu negócio, em muitos casos, pode ser o nome do produto que você vende. O seu produto pode ser você mesmo.   

4. Liste, pelo menos, seis opções de nomes para seu empreendimento. Peça ajuda aos amigos. 

5. Verifique se já não existem na sua cidade, no Brasil, no mundo. A Internet o auxilia nesta pesquisa, além de listas telefônicas e outros catálogos públicos. 

6. Defina as seis opções em ordem de preferência, da que mais lhe agrada para a que menos agrada. 

7. Recite os nomes em voz alta e peça para os amigos que o ajudaram, ou ajudariam, a pronunciar os nomes para você e quais os nomes preferidos. 

8. Defina novamente as preferências de acordo com o seu gosto e o gosto dos amigos. 

Quando bem definido, o nome poderá ficar para sempre na mente dos seus clientes, através de atitudes, comportamentos e um bom atendimento, e sua empresa, com certeza, obterá o sucesso que todos os empreendedores desejam obter! Boa sorte!


 


 


 


 

ABORDAGEM – DÊ ESPAÇO PARA O CLIENTE DECIDIR!

 A Abordagem é considerada uma das etapas principais da venda interna, pois quando feita sem conhecimento e algumas atitudes incorretas, pode ser entendida pelo cliente como uma invasão ao seu espaço. É necessário, antes de qualquer outra ação para vender algum produto ou serviço que essa aproximação cause no seu consumidor um desejo de permanecer em sua empresa. 

Muitos profissionais de vendas colocam tudo a perder quando ao abordar um cliente fazem perguntas que não têm nada a ver com o sentido de estar recebendo alguém que mereça, no mínimo, ser bem tratado ao chegar ao recinto. A primeira coisa que deve ser levada em consideração é imaginar que pode ser a primeira vez que a pessoa está entrando no estabelecimento, e muitas vezes, poderá estar inseguro quanto a alguns aspectos como: preço, produto, promoção ou até mesmo credibilidade da empresa e profissionais contratados por ela, devido a experiências negativas já vivenciadas anteriormente. Portanto, deve ser recebido com naturalidade, cortesia, simpatia e um sorriso sincero no rosto, sem gestos ensaiados ou frases feitas como: “Deseja alguma coisa?”. É claro que se ele não desejasse, nem que seja uma informação, não estaria ali naquele momento. 

Mudar essa frase para “Posso ajudá-lo?” ou “Seja bem-vindo” soa mais simpático e profissional, do que aquelas meramente ensaiadas, sem demonstrar nenhum sentimento de motivação e desejo de ajudar.  Deve-se ouvir com atenção a resposta e colocar-se à disposição, deixando-o à vontade para escolher. Caso perceba que ele deseja ficar sozinho olhando as vitrines ou mercadorias, é necessário que o vendedor se apresente, dizendo-lhe que é só chamar em caso de necessidade. 

Após essa fase, é de bom tom que se afaste um pouco (a não ser que o cliente queira conversar, ou seja, seu conhecido ou cliente há algum tempo, e manifeste desejo de estar com você). Aí sim, um bom bate-papo pode ajudar muito a descontrair e opinar, além de uma oportunidade para mostrar as novidades para ele.

O cuidado principal na abordagem é quando o cliente ainda não conhece a empresa, o que pode ser descoberto assim que o cumprimentar, perguntando-lhe se já está sabendo das promoções, novidades ou mesmo se é a primeira vez que vem até a empresa.

Os clientes gostam e necessitam de liberdade em todos os momentos da compra, pois como se sabe, ele passa por etapas entre o reconhecimento da necessidade ou desejo de comprar algo, até decidir definitivamente pela aquisição do produto ou serviço. Por isso, ao abordá-lo, é necessário uma aproximação cautelosa, andando sempre junto com ele quando necessário e se afastar estrategicamente, não o perdendo de vista de jeito algum, pois a qualquer “pista” dada por ele, deve-se aproximar novamente. 

Faça da Abordagem um elemento vital para o início de um processo bem-sucedido, onde as pessoas se sintam à vontade e com desejo não só de permanecer no estabelecimento, mas, também, de voltar sempre. Boas vendas e até a próxima edição!

 

A DIFÍCIL ESCOLHA DE UM SÓCIO

Muitas pessoas sonham com a possibilidade de ter seu próprio negócio. O Brasil, aliás, é considerado um dos países mais empreendedores do mundo, o que confirma que cada vez mais tem gente querendo ser seu “próprio patrão”.

Essa difícil jornada exige algumas etapas que vão desde a identificação de uma oportunidade, pesquisa de mercado, abertura formal da empresa entre outras. Além, é claro, de um sócio para compor a empresa.

Aí surgem  algumas perguntas: Como escolher um sócio? Qual seria a melhor pessoa para fazer parte da sociedade? Que características devem ser levadas em consideração na hora da escolha?

Alguns cuidados devem ser tomados, pois nem sempre a pessoa que julgamos certa para ser nosso sócio, suportará as dificuldades de quem tem seu próprio negócio. E não são poucos, pois o índice de mortalidade das empresas antes do 2º ano de abertura é enorme no Brasil.

Muitos acreditam que aquele grande amigo que sempre está ao seu lado, ou alguém da família são as melhores pessoas para constituir a sociedade. Nem sempre essa crença poderá ser verdadeira, pois com o tempo, virão à tona características até então não identificadas ou reveladas pela pessoa. Quando se trata de questões financeiras então, o problema fica mais sério, pois irá mexer com a parte mais sensível do ser humano: o bolso!

Muitas falhas acontecem na sociedade, devido à falta de estabelecimento de regras e problemas de comunicação e, principalmente, a preparação para a constituição da mesma, que pode se comparada a um relacionamento pessoal, pois também passa pelas três fases: namoro, casamento e divórcio. 

Em qualquer uma das fases, os sócios poderão ter que enfrentar “crises” que se não forem bem resolvidas poderão virar uma bola de neve e os sócios terão que tolerar-se, desencadeando uma série de desconfortos como desconfiança, desrespeito e fofocas.

Medidas preventivas devem ser tomadas, para que não seja necessário uma atitude somente quando a “bomba” explodir. Essas medidas são muitas e entre elas, estão o diálogo constante, a transparência nas atitudes e nos negócios, o esclarecimento de qualquer dúvida, divergência ou desconfiança, além de um grande companheirismo, devendo todos os sócios comungarem de um objetivo comum.

Poderão existir diferenças pessoais e profissionais em cada uma das pessoas que constituírem a sociedade, e essas deverão ser tratadas com respeito, devendo utilizar-se da complementaridade nas questões das habilidades pessoais. Dividir as tarefas de acordo com essas habilidades é um bom caminho para evitar conflitos. 

Portanto, pense bem antes de convidar alguém para fazer parte de sua empresa como sócio, pois acreditar na sua intuição pode ser o primeiro grande erro de um empreendedor que deseja ser bem sucedido nos negócios. A formação da sociedade deve ser um processo de seleção criterioso, sério e capaz de atravessar todos os bons e maus momentos pelos quais um empreendimento está sujeito em um mercado tão imprevisível como o que se apresenta nos dias atuais. Faça, portanto, uma escolha sensata, e que a sociedade que você constituir seja como um casamento: eterna enquanto durar!

 


 

99 VIDAS E UM SÓ IDEAL – SER FELIZ!

 O título acima foi tema da palestra que proferi no dia 18 de maio de 2005, atendendo ao convite do Conselho da Mulher Empreendedora na Associação Comercial, Industrial, Agropecuária e de Prestação de Serviços de Timóteo - ACIATI.

Primeiramente, é necessário entender o que representa a frase 99 VIDAS. Trata-se de uma das tendências previstas pela publicitária americana Faith Popcorn, que fez essa e mais algumas projeções, baseada em dados coletados em mais de 260 publicações, programas de televisão e cinema, além de pesquisas comportamentais realizadas anualmente com três mil pessoas.

C
onsiderada a “Nostradamus do Marketing”, Faith Popcorn indica como atender as novas exigências e nichos de mercado, anunciando que “o apocalipse mercadológico só acontecerá para as empresas que não atentarem, nem se adaptarem às novas necessidades dos consumidores”. Entre as tendências que foram publicadas no livro “Relatório Popcorn”, encontra-se o que ela chamou de “99 Vidas”. De acordo com a autora, essa tendência diz respeito ao aceleramento do tempo, onde tudo mudou e, consequentemente, as pessoas têm que assumir diversos papéis que a vida moderna exige (como ter dois empregos, fazer parte de diferentes grupos, manter-se bem informado, etc.). “A velocidade da tecnologia nos traz os fatos da vida mais rápido do que podemos assimilá-los”. Para acompanhar esse ritmo, são necessários alimentos de preparação rápida e eletrodomésticos acelerados, produtos que, de preferência, desempenhem várias funções, além de serviços que permitam ao consumidor realizar mais de uma tarefa ao mesmo tempo.

Com todo esse ritmo desenfreado, as pessoas perderam a qualidade de vida, e quando se assustam, estão deixando de lado seu projeto pessoal e sentem-se, apesar de uma carreira promissora, infelizes. Aqui entra a segunda parte de minha palestra que é a necessidade de se ter um ideal: ser feliz. Então vem a pergunta: O que é a felicidade? A resposta encontra-se apenas em uma frase: Felicidade é realizar sonhos (ter saúde, paz, saúde, amar, ser amado, receber elogios, elogiar, construir coisas, uma vida com sentido, atingir objetivos e tantas outras coisas mais que eu poderia ficar horas e horas escrevendo). É importante, em primeiro lugar, fazer um projeto pessoal, tendo como missão final: ser feliz! Esse projeto contém alguns passos, citados abaixo:

1)      Descubra quem você é

2)      Coloque sua missão no papel

3)      Faça parcerias

4)      Crie uma visão em sua vida

5)      Gerencie o tempo

6)      Administre suas finanças

7)      Conte com os riscos

8)      Junte todas as peças

Lembre-se: Nenhum projeto de vida vale a pena se não tiver qualidade!

 


 

8 ERROS DE MARKETING – EVITE-OS, OU PERCA SEUS CLIENTES!

 Todos sabem que o cliente sempre busca algo especial, que vai além do produto. E quando o encontram sabem que podem confiar na empresa e no vendedor que o atendeu. São os pequenos detalhes na hora do atendimento que vão muito além demostrar o produto ou falar sobre o preço.

les parecem não fazer nenhuma diferença para o vendedor quando o que ele precisa é vender, mas para quem está investindo tempo e dinheiro em uma empresa que ele escolheu entre tantas existentes no mercado, pode fazer uma grande diferença, além de garantir a fidelização e a propaganda boca-a-boca, poderosa ferramenta para o empresário, pois as pessoas sempre comentam com as outras suas experiências positivas ou negativas.

Portanto, é necessário que a empresa faça o Marketing Integrado que significa, todos falarem a mesma língua e entenderem os objetivos da empresa e a importância do cliente para a mesma, pois no momento atual,  mais importante do que AQUILO que você vende, é COMO você vende, ou seja, o que é que ficará fixado na mente do seu cliente ao retornar para sua casa. 

Atender bem é uma questão de atitude e se a empresa comete alguns deslizes, perderá tempo e dinheiro tentando conquistar novos clientes e manter os que já tem.

Abaixo, encontram-se alguns ERROS de Marketing, que se bem entendidos e evitados, podem contribuir para um relacionamento bom e lucrativo para ambas as partes (empresa e ciente). Estar atento a eles é um bom passo para fazer diferença num ambiente onde os produtos e os preços estão a cada dia mais iguais, e os clientes mais diferentes e exigentes.

Vamos a eles:

1) Não se preocupar em criar o Perfil do seu Cliente: Você já procurou saber como as pessoas chegaram até sua empresa? Como tratar cada cliente de forma diferenciada?  Nenhuma pessoa é igual à outra, e não adianta tentar utilizar aquelas velhas receitas de atendimento que ensinavam  que “basta cumprimentar o cliente com um sorriso e a venda está garantida!.” É necessário conhecer o perfil de cada pessoa, adequar-se a ele e dar-lhe um tratamento individualizado e profissional. Todos gostam de ser bem tratados, mas sem bajulações e “técnicas” antigas de atendimento. Lembre-se: assim como o mundo, as pessoas também evoluem . Seja criativo ao receber as pessoas em sua empresa.  

2) Esquecer de valorizar o Cliente atual.  Muitos empresários não se preocupam com o cliente que comprou em sua empresa, esquecendo-se de mantê-lo, ficando mais empenhados em formular estratégias para capturar novos clientes. Isso se deve ao fato de que eles não conversam com os atuais, e podem perder ótimas oportunidades de retorno do mesmo à sua empresa. É o que se chama Marketing de Relacionamento, sendo apenas umas das variáveis que permitem mantê-los e fidelizá-los. Portanto, converse com as pessoas que vão à sua empresa regularmente, desenvolvendo um clima amistoso e agradável, para que elas sintam vontade de voltar, nem que seja para saber das novidades e bater um papo.

3) Não atualizar os métodos de propaganda: Temos centenas de exemplos de propagandas e jingles que ficaram para sempre na memória das  pessoas. Porém, hoje é necessário estar atualizando os métodos de comunicação para poder atingir diversos públicos. Novos canais de mídia surgiram, sendo necessário utilizá-los de forma eficaz para alcançar o público-alvo. Esqueça os métodos antigos que você vem usando há anos e não têm dado certo. Pesquise, busque novas tecnologias, outros meios, promova de forma criativa e diferenciada. Faça uma integração das diversas ferramentas que o Marketing dispõe para garantir um resultado posivito, Evite usar apenas um único método para fazer promover sua empresa.

4) Não calcular o valor de um Cliente. Um erro muito comum é vender uma vez para alguém, e não tentar descobrir outras possibilidades de novas vendas. Isso ocorre pelo motivo abordado no item 1, que é não se preocupar em conhecer o perfil do cliente. Você vende uma vez, e não se preocupa em descobrir novas possibilidades de vender mais para o mesmo cliente. Não se deve considerá-lo apenas como um instrumento de venda e lucro, mas como um aliado da empresa para toda a vida.

5) Não se preocupar em estabelecer os diferenciais da empresa: Como foi citado acima, os produtos e os preços estão cada vez mais iguais. Então, como ser diferente? Estabelecer diferenciais passa pelas pessoas, pelo atendimento, pelos serviços prestados, e, principalmente, pela tranqüilidade que o cliente encontra em sua empresa através da confiança e comprometimento com ele. Esses atributos de diferenciação devem ser mostrados a todo o momento para os clientes, pois se ele não os perceber, nunca irá saber o quanto a sua empresa se preocupa com ele. Estabeleça seu diferencial, coloque-o em prática e não os perca de vista nunca, pois a concorrência está de olhos bem abertos, pois um vacilo seu e adeus cliente!

6) Não se preocupar com os benefícios dos produtos que vende: Um produto tem diversos componentes que chamamos de características. Servem apenas para identificá-lo (cor, tamanho, número, quantidade, sabor, aroma, etc.). Porém, o que as pessoas buscam cada vez mais nos produtos são os benefícios, que significa o que cada característica vai proporcionar ao cliente. Cada um dos componentes de um produto significa um benefício diferente para cada cliente, ou seja, se ele é pequeno, grande, vermelho, azul, redondo ou quadrado, o que vai definir realmente a venda é a diferença que isso vai fazer para mim ou outra pessoa qualquer. Procure, portanto, estudar as características dos produtos ou serviços que vende e entender o que ele significa para o cliente. Benefícios podem ser: comodidade, tranqüilidade, tempo, economia, status, reconhecimento, segurança, amor, praticidade, e muitos outros que sempre variam de pessoa para pessoa.

7) Achar que os clientes entendem o que você vende. Não interessa em qual  negócio você esteja. Não assuma que o seu cliente sabe tudo o que você faz. Preocupe-se em educá-lo TODOS OS DIAS sobre tudo que você pode fazer por ele.

8) Acreditar que o que você faz é o melhor para o cliente: Muitos erros nascem do “achismo”, onde as empresas gastam milhares de reais em estratégias de marketing (propaganda, promoções) que acreditam serem as ideais para resolver os problemas de queda de venda ou captação de clientes. Sem perguntar o que é melhor para ele, não acredite que você poderá estar agindo certo, pois  poderá cometer o que em Marketing é chamado de  Miopia de Marketing”. Faça pesquisas, discuta em grupos para buscar a compreensão do que pensam os clientes. Sabendo o que eles desejam fica mais fácil entregar o que eles realmente querem.

Finalizando, não são apensas esses os erros de Marketing. Muitos outros poderiam ser citados, mas o que importa no momento atual é saber que vivemos em uma sociedade espantosamente dinâmica, instável e evolutiva. Correrá sérios riscos quem ficar esperando para ver o que acontece. A adaptação a essa realidade será, cada vez mais, uma questão de sobrevivência. A maior mudança foi justamente no mercado, marketing e vendas onde o poder migrou da mão da empresa para a mão do cliente. Fique atento e bons negócios!

UM BOM ATENDIMENTO A GENTE NUNCA ESQUECE!

Muito se fala e se escreve sobre mau atendimento aos clientes. É muito comum ouvirmos queixas e reclamações de estabelecimentos comerciais, onde as pessoas não escondem o nome da empresa e da pessoa que o atendeu com indiferença.

Sabe-se que ninguém esquece quando é mau atendido em alguma empresa, e que esse cliente conta sua experiência para pelo menos mais 10 pessoas. O efeito multiplicador disso é fatal para o fracasso dos negócios.

Também é fato que a maioria dos clientes que não reclama, simplesmente não retorna mais pois prefere buscar outros locais do que gastar seu tempo com atitudes que não surtirão efeito para eles. A empresa simplesmente ignora o problema e o que se ouve é um sonoro: “Não podemos fazer nada!”, ou, “Isso não é comigo, é só com o dono!”. E o “dono” nunca está lá, ou quando está não resolve mesmo o problema para “não ficar no prejuízo”.

Mas existe um fator muito importante para o sucesso dos negócios. O bom atendimento o cliente também não esquece. Talvez não seja  tão comentado quanto o mau atendimento. Mas a sensação que dá de bem-estar na pessoa que sai satisfeita da empresa é surpreendente. 

Nada melhor que um telefone que é atendido imediatamente, com alguém do outro lado da linha que, ao falar com o cliente, deixa passar um sorriso de satisfação. Ou mesmo alguém que sempre se preocupa em dar o melhor de si para o cliente, não se preocupando se ele vai levar ou não o produto, se tem ou não dinheiro naquela hora, se está indeciso, ou se está apenas olhando. 

C
onheço muitas empresas assim. E não precisei sair da cidade para ver cenas de bom atendimento. Essas empresas garantem, sem gastar muito, uma fidelidade do cliente porque vão muito além dos produtos que vendem. Prestam serviços às pessoas que as procuram. E quando isso ocorre, faço questão de informar minha satisfação aos funcionários e ao proprietário. 

O que ocorre nos dias atuais é que os produtos e os preços ficaram todos iguais. Vejamos alguns exemplos: 

- Em um posto de gasolina, podemos encontrar diversos produtos nas lojas de conveniência (desde alimentos à produtos de higiene, limpeza, etc.), e se você quiser, pode aproveitar e abastecer o seu carro.

- Nas farmácias, não encontramos apenas remédios, mas também, produtos de beleza, alimentos, roupas, etc.

- As lojas de R$ 1,99 ocuparam o mercado, vendendo produtos que podemos encontrar em qualquer outro lugar, com o diferencial de um preço menor.

Então o que muda? Simplesmente a Era de Serviços em que estamos vivendo. Porque produto e preço temos em qualquer lugar! 

Phillip Kotler, o papa do Marketing, em entrevista recente à revista Exame, comentou que a fidelidade do cliente pelo produto acabou. Hoje a empresa somente garantirá alguma fidelidade do seu cliente através do serviço que irá prestar-lhe. 

As pessoas buscam soluções para os seus problemas, rapidez e comprometimento, pois estão cada vez mais sem tempo. E o que conta é o que a empresa poderá fazer por elas!

Pense nisso: Como é que você quer ser lembrado pelo seus clientes? Pelo seu bom ou pelo seu mau atendimento?


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 

TIMIDEZ EM EXCESSO, CARREIRA COMPROMETIDA!

 Você treme e fica com as mãos suadas só de pensar em falar para uma platéia? Fica vermeho toda vez que tem que apresentar um trabalho? Tem taquicardia ao entrar sozinho em algum lugar público, porque tem a sensação de que todos estarão olhando só para você? Cuidado, estes são os maiores sintomas de um mal que acomete grande parcela da população: Timidez em excesso.

Mas não se apavore, você não está sozinho nesta. As estatísticas comprovam que pelo menos 50% da população mundial sofre deste mal. Porém, se você não se cuidar, a timidez poderá

omprometer sensivelmente sua vida social e sua carreira.

É claro que um certo grau de timidez não é nenhum problema, pois todos nós temos certo receio em conversar com uma pessoa pela primeira vez temendo não sermos aceitos ou até mesmo sofrer críticas. A primeira impressão que passamos é um fator muito forte nas relações, e por isto podemos ficar preocupados com a imagem que passaremos para alguém. Pode ser até charmoso em algumas situações ter um pouco de timidez, mas quando ela ultrapassa os limites, podendo até mesmo prejudicar as relações sociais e profissionais, é necessário tomar providências, pois fica difícil obter sucesso e ousar nos negócios. Muitas vezes o fator essencial para se conseguir algo é através da comunicação, e nesta hora a sua rede de contatos pode ser muito importante, mas para quem tem medo até de pedir alguma coisa para alguém, pode se dar mal.

Dos diversos fatores que atemorizam o homem, os principais são:

- 5%   - Solidão

- 10% - Voar de avião

- 11% - Insetos

- 12% - Morte

- 19% - Altura

- 43% - FALAR DIANTE DE VÁRIAS PESSOAS

As causas desse enorme percentual do medo de falar em público são muitas, porém, a maior delas é que as pessoas temem se expor ao rídiculo e e do julgamento dos outros. Mesmo conhecendo o assunto, acredita que não obterá sucesso, adiando cada vez mais a tomada de decisão para reverter este problema. Existem hoje à disposição no mercado, diversos cursos que ajudam a melhorar aspectos de timidez e comunicação verbal, porém, é necessário que o desejo de conseguir esta melhora parta da própria pessoa para que se obtenha resultados positivos.

Hoje, não existe espaço no mercado de trabalho para os tímidos. É necessário, além de habilidades técnicas para exercer a profissão, que se tenha outras capacidades como criatividade, ousadia, relacionamento interpessoal, liderança, e facilidade de se expressar com clareza e desenvoltura.

O
profissional deve ser capaz de se relacionar com os diversos públicos interna e externamente, desde os colaboradores da empresa até os clientes e fornecedores. Se for tímido não terá capacidade de realizar tarefas desafiadoras que o farão conquistar alguma ascensão em sua carreira.

Além disto, existem alguns problemas que os tímidos poderão ter que enfrentar, pois de acordo com pesquisas, a média de tempo a mais que os inibidos demoram para se casar é de 03 anos. Pessoas com este problema correm o risco de perder ótimas oportunidades de conhecer pessoas e trazê-las para seu convívio, desfrutando o prazer de uma boa amizade ou até compromissos mais sérios.

Pode parecer impossível se livrar da timidez, mas algumas atitudes poderão começar a surtir efeito se você se mexer e colocá-las em prática. Vejamos algumas delas:

1)      Saia mais e procure se aproximar e conversar com as pessoas que encontrar em reuniões sociais.

2)      Pare de se culpar pela sua timidez. Não seja seu próprio carrasco.

3)      Comece a fazer parte de grupos teatrais ou de corais. Exercitando seu corpo e sua voz, você terá grandes chances de conseguir enfrentar a platéia.

4)      Participe de cursos, onde poderá encontrar pessoas que podem ter o mesmo problema de timidez como você e outras que poderão lhe ajudar.

5)      Fique sócio de um clube, onde você poderá aumentar seu círculo de amizades. Um bate-papo informal é um ótimo remédio para relaxar e desinibir.

6)      Seja firme em seus propósitos e opiniões. Não coloque a responsabilidade de ser julgado nas mãos das outras pessoas.

7)      Não tente ser perfeito o tempo todo. O mundo não vai acabar somente porque você errou ao passar uma informação ou ficou nervoso ao falar para outras pessoas. Saiba que isto pode ocorrer até mesmo com pessoas que tenham anos de experiência.

Com certeza, algumas habilidades que estão escondidas dentro de você surgirão se algumas das dicas acima puderem ser praticas. Libere-se do medo e da angústia. Suba no palco e acredite que vai brilhar, pois sua felicidade e sucesso só dependem de você!

 


 


 

SERÁ QUE AS EMPRESAS ENTENDEM SEUS CONSUMIDORES? - O COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR - PARTE II

 Vimos no artigo anterior a importância das diversas teorias da psicologia para compreender o comportamento de compra do consumidor. Porém, é necessário entender que em um processo de aquisição de produtos e serviços, as pessoas passam por diversas etapas antes da decisão de compra. O Modelo de Comportamento de Compra do Consumidor mostra claramente como  ele age e reage às influências que recebem. Vamos conhecer as etapas e as influências que são muito importantes para que as empresas elaborem suas ações de marketing. Afinal, os produtos e serviços existem para serem adquiridos e utilizados, satisfazendo às necessidades e desejos das pessoas:}

1ª) Reconhecimento da Necessidade: Nesta etapa, é reconhecido um problema ou necessidade, percebendo a diferença entre sua situação real e uma situação desejada. Pode ser impulsionada por estímulos internos e externos. Por exemplo, quando sentimos fome (necessidade fisiológica) nosso organismo reage enviando mensagens (o estômago “ronca”). Este é o estímulo interno. Porém, podemos passar em frente a uma lanchonete e ver alguém saboreando um delicioso sorvete ou refrigerante em um dia de calor intenso, o que estimula nosso desejo de também saborear aquelas delícias – este é o estímulo externo.

2ª) Busca de Informações: Dependendo da escala de valor da necessidade, o consumidor necessitará buscar informações a respeito do produto que deseja, fazendo isto através de diversas fontes (pessoais, comerciais, públicas ou experimentais). Com isto, ele fica conhecendo os diversos tipos de marcas, preços, condições de pagamento, características, benefícios e vantagens do produto.

3ª) Avaliação de Alternativas: Processa-se as informações coletadas e faz um julgamento final sobre o valor. Muitas vezes é avaliado se valerá a pena adquirir o produto, se ele é necessário, como poderá pagá-lo, onde irá utilizá-lo, etc. Ele vê cada produto como um conjunto de atributos, de acordo com seu interesse.

4ª) Decisão de Compra: Agora que tem todas as informações em suas mãoes, o consumidor forma sua intenção de adquirir a marca preferida, o melhor preço, as melhores condições de pagamento, etc. Pode, finalmente, levar o produto para sua casa ou empresa, e começar a utilizá-lo.

5ª) Comportamento Pós-Compra: Aqui, ele experimentará algum nível de satisfação ou insatisfação, avaliando se valeu a pena ou não adquirir o produto. Poderá ter uma avaliação positiva, se o produto funcionou bem, se ficou bonito em sua casa, se agradou à família ou a quem ele presenteou. Porém, se ocorrer o contrário, ocorrerá o que em Marketing chama-se “dissonância cognitiva” – remorso pós-compra. 

Como pudemos ver, são diversas as etapas pela qual o consumidor passa, e em cada uma delas poderão ocorrer diversos fatores que interferirão em sua decisão final. Durante todo o processo, ele poderá sofrer algumas influências, que são:

- Inflências Sociais: São os grupos de referência que influenciam na avaliação das crenças e atitudes. As pessoas pertencentes ao seu grupo familiar, profissional, religioso, social ou político irão influenciar, dando opiniões, sugerindo alguma coisa, informando sobre outros produtos. Isto poderá fazer com que ele mude completamente o que pensava antes, levando em consideração o que ouviu. Estas influências são importantes, pois uma simples opinião poderá ser primordial para sua decisão. Fazem parte deste grupo também a cultura (valores e comportamentos aprendidos por uma sociedade), a subcultura (segmentos dentro de uma cultura (etnia, por exemplo) e a classe social.

- Influências de Marketing: O consumidor poderá receber influências referentes ao produto, preço, praça, promoção ou propaganda. Por exemplo, poderá ficar tentado a levar um produto que não pensava em adquirir pelo simples fato de tê-lo degustado em um supermercado, ou por ver na vitrinie e a cor chamar sua atenção. Outro fator influenciador poderá ser o preço, que estará estampado em letras garrafais nas vitrines, despertando seu desejo. Uma propaganda interessante, ou uma promoção do tipo “Compre agora e só pague em Agosto” será uma tentação que fará despertar o desejo. Também, um ponto de venda, chamativo, uma vitrine bonita e promoções tentadoras serão vitais para a decisão.

- Influências Situacionais: Neste grupo estão o ambiente físico (localização ou decoração da loja, exibição das mercadorias), ambiente social (fazer compras com um amigo poderá induzir um comportamento de compra diferente do que se teria se estivesse sozinho), o fator tempo (dia da semana, hora, estação do ano), natureza da tarefa (de acordo com o uso e a identidade da pessoa que irá usar o produto e, por fim, as condições momentâneas (estado de humor, condições emocionais, etc.).

Fonte
: Administração de Marketing – Phillip Kotler – Editora Atlas

Conhecer o que acontece no momento da compra ajudará os profissionais que lidam direta ou indiretamente com as pessoas que consomem produtos e serviços a utilizarem as melhores ações de marketing, respeitando o momento e agindo de forma correta, de forma a produzir o efeito desejado. Quando uma pessoa se interessa por algum produto ou serviço, ela. Não se deve forçar nenhuma venda, empurrando o produto no cliente, pois ele não responderá de forma positiva, dependendo da etapa em que estiver. Respeitar este tempo é ser capaz de conquistar a confiança do consumidor. Somente após receber as informações que necessita, pensar, repensar e assimilar as influências, é que ele finalmente confirmará seu desejo.

Lembre-se: as pessoas são diferentes, pensam e têm necessidades diferentes. A empresa não conseguirá acessar seu cliente nem vender seu produto se não entender que está lidando com gente e não com máquinas. Não existe uma receita de bolo para melhor atender, porém atitudes corretas somente irão gerar lucros para as empresas e satisfação garantida pelo cliente.


 


 


 


 


 

SERÁ QUE AS EMPRESAS ENTENDEM SEUS CONSUMIDORES? - O COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR - PARTE I

 Estatísticas realizadas no Brasil demonstram que pelo menos 80% dos novos produtos lançados fracassam. Entre as diversos motivos para que isto ocorra, está o de que estes produtos não satisfazem as verdadeiras necessidades dos consumidores

O consumidor é apenas uma parte do ser humano, e como tal, tem suas motivações para a busca de determinadas ambições. Diversos são os motivos pelos quais adquirem produtos e serviços. Além disto cada pessoa é dotada de uma personalidade, que o leva a ser atraído para determinado atributo que o produto tenha. O que é imprescindível para uns, pode ser absolutamente dispensável para outros. Trazem dentro de si suas preferências que são totalmente diferentes de outras pessoas. Além disto, o consumidor tem uma percepção totalmente diferenciada da vida em relação aos outros. Pode ser que alguém perceba com satisfação um apelo de alguma propaganda que tenha sido veiculada na mídia, porém, para outros, esta poderá parecer, simplesmente, ridícula. Assim, desenvolvem atitudes positivas e/ou negativas em relação aos produtos ou às empresas que pagam caro pelo comercial de seus produtos.

De acordo com Roger Blackwell, o superespecialista em comportamento  de compra, “a primeira pergunta que toda empresa deveria fazer aos compradores é esta: o que os leva a comprar tal produto?” Ainda de acordo com o especialista, “o que provoca a decisão de compra são as forças sociais e fatores individuais, como o estilo de vida e a personalidade. Eles criam padrões de compra que podem ser compreendidos por meio de um mapa chamado de processo de decisão de compra”. Este mapa nos mostra as etapas pelas quais os consumidores passam durante o processo de consumo, devendo ser entendido e estudado por todos aqueles que desejam ter sucesso nos negócios com seus clientes.

Antes de descrevê-lo, vamos conhecer, nesta primeira parte um pouco sobre as motivações dos indivíduos. Nas próximas edições, serão destacados pontos importantes do processo de comportamento de compra do consumidor. Somente conhecendo-os, o profissional que lida com as pessoas vendendo ou anunciando produtos poderá começar a entender mais um pouco sobre o mistério da “caixa-preta” que é a cabeça do consumidor, pois são muitos os motivos que os impulsionam a adquirir um produto ou serviço, responder ao apelo de uma propaganda, decidir pela aquisição e ficar ou não satisfeito com o que adquiriu. A empresa que começar a perceber que cada pessoa age de forma totalmente diferenciada, podendo mudar de opinião a qualquer momento, bem como conhecer as influências internas e externas que o consumidor recebe no momento de compra, saberá lidar com o seu cliente  com paciência e persistência.

1)      MOTIVAÇÃO: Como sabemos o significado da palavra motivação é dar motivo a; o que leva a pessoa a mover-se para a ação. O comportamento motivado pode ser percebido quando alguém sente-se energizado levando-o a persistir em busca de seus objetivos. Ao receber a energia da motivação, imediatamente uma necessidade vêm à tona, desencadeando uma espécie de força motriz que energiza o comportamento, ou seja, um impulso começa a colocar o organismo em movimento. Um exemplo disto é a fome, que nos leva imediatamente a procurar algo para comer. Portanto, ela é um impulso proveniente da necessidade de alimento. É a fonte de energia dos motivos de sobrevivência. 

Compreender as motivações humanas tem sido objeto de estudos de diversos pesquisadores do mundo, que tentam explicar o que orienta o comportamento humano. Diversas teorias surgiram em virtude disto, e entre elas as mais consagradas são:

1ª) Teoria Behaviorista: O behaviorismo é “um sistema teórico da Psicologia que propõe um estudo exclusivamente objetivo do homem, determinando que a única fonte de comportamento humano é o comportamento observável” (Fonte: Comportamento do Consumidor – Eliane Karsaklian). Nesta teoria, a motivação tem como ponto central o conceito de impulso, entendido como a força que impele à ação, atibuível às necessidades primárias, considerando todo o comportamento como uma função do impulso (derivado de necessidades biológicas) e do hábito. Isto leva o organismo cegamente à ação.

2ª) Teoria Cognitivista: Leva em consideração o que se passa na cabeça do organismo que se comporta. De acordo com esta teoria, “não há um estabelecimento automático de conexões estímulo-resposta, o indivíduo antevê consequências de seu comportamento porque adquiriu e elaborou informações em suas experiências, acreditando que as opções feitas pelas pessoas entre alternativas de ação dependem do grau relativo que têm as forças que atuam sobre o indivíduo”. Portanto, a motivação depende do modo como a pessoa percebe o estado de fatores que influencia seu comportamento, e o que é percebido nem sempre corresponde à situação real.

3ª) Teoria Humanista: Os pesquisadores desta escola entendem que o homem não se limita a sua fisiologia, nem é um respondente mecânico ou mesmo cognitivo a estímulos nem um campo de batalha para impulsos e agressões. O comportamento humano não pode ser aplicado pela simples relação que se faz entre suas reações e os estímulos aos quais ele reage.

Continuaremos com este assunto tão extenso e complexo, mas muito importante para a compreensão das pessoas e suas atitudes. Hoje a competição pelos fornecedores não se dá mais entre empresas, e sim, entre cadeias de fornecimento, que devem ser organizadas como um processo focalizado na mente do cliente.

 


 


 


 


 

SATISFAÇÃO DO CLIENTE - O ENCANTO QUEBRADO

 

Há quantos anos estamos ouvindo falar em Excelência no Atendimento ao Cliente? Muitas pessoas já se encontram cansadas das diversas teorias que há tempos vêm bombardeando a mídia com a máxima de que “O Cliente é Rei”. Surgiram daí, centenas de livros com técnicas mágicas para conquistar e fidelizá-los. Milhares de reais têm sido gastos em congressos, seminários, cursos e equipamentos sofisticados para relacionar-se com eles. 

Ainda assim, muitos clientes se encontram totalmente insatisfeitos com o atendimento recebido pelas empresas com as quais se relacionam. Por que isto ocorre? A resposta é somente uma: muito mais do que os produtos que compram, os clientes esperam adquirir serviços. E não é nada fácil prestá-los com precisão e excelência, pois isto vai muito além daquilo que é tangível.

A palavra serviço vem do latim servus, ou seja, servo. Logo, se o sentimento for de subserviência ou escravidão, o serviço será degradante, e o cliente buscará outras alternativas. Já se o serviço for encarado como uma missão, será um prazer servir ao cliente.

Espírito de serviço é uma atitude que, baseada em valores e convicções a respeito das pessoas, da vida e do trabalho, leva alguém a, voluntariamente, servir outros e orgulhar-se de seu trabalho. Um dos maiores desafios organizacionais é preparar e comprometer as pessoas com o serviço. Quando o cliente encontra em qualquer empresa este espírito ocorre o encantamento, que consequentemente, leva ao sucesso nas relações empresa x consumidor. Este encanto é quebrado toda vez que uma atitude negativa vai de encontro com o que se anunciou ou prometeu. A decepção quando não recebe o que espera da empresa, leva o cliente a bater nas portas da concorrência. 

Somente conseguem agir de forma eficaz as empresas que têm à sua frente pessoas que conseguem entender o seu verdadeiro papel no atendimento e na conquista da satisfação das pessoas que atendem. 

Colocar o coração na relação com o cliente é imprescindível para o sucesso nesta difícil relação. Isto é possível quando contrata-se pessoas que sintam prazer em servir, que fazem muito além daquilo que se espera ou está escrito em sua descrição de cargo, sabem ouvir e conseguem resolver problemas por sua própria iniciativa (quando a empresa permite, é claro!). Este “tesouro” costuma custar caro para as empresas e ainda é muito difícil encontrá-lo disponível no mercado de trabalho. 

Sabemos que num mercado em que os produtos estão cada vez mais iguais, o que vai fazer diferença é o valor a eles agregado. Como isto é muito difícil de ser percebido, as empresas pensam que o que fazem é suficiente para garantir a fidelização de seus consumidores. Porém, apesar dos altos investimentos feitos, elas não conseguem obter resultados. Prestar serviços com qualidade requer algumas atitudes que não irão garantir 100% da satisfação e fidelidade, mas ajudam a conquistar a confiança e a continunidade da compra dos seus produtos, além de fazer com que o empresário economize alguns reais tentando reconquistar o cliente perdido. Vejamos algumas delas:

1)  Ouça os clientes: muitas dicas e sugestões podem surgir daquilo que eles lhe dizem, mesmo que seja em um momento de reclamação. Aliás, quando um cliente reclama ele está lhe sinalizando que deseja continuar se relacionando com sua empresa, do contrário, não perderia seu tempo retornando, tendo em vista as milhares de opções que encontram-se disponibilizadas no mercado.

2) Utilize-se de técnicas simples de atendimento. Um sorriso sincero tem um poder que os próprios lábios desconhecem. O sorriso, para dar certo, precisa nascer da alma, nunca da boca. Cordialidade e demonstração de interesse pelos problemas das outras pessoas ainda continuam sendo o melhor feijão-com-arroz nas relações com o cliente. 

3) Crie ações que surpreenderão seu cliente. Aquilo que ele não espera que você faça por ele é o que ficará em sua mente e o que será falado toda que vez que ele conversar com alguém e citar sua empresa. Lembre-se que a melhor propaganda ainda continua sendo a boca-a-boca.

4) Tenha em sua equipe profissionais que vão fazer a grande diferença. Devem gostar de pessoas, serem criativas, comunicar-se eficazmente. Mas não se esqueça de dar-lhes autonomia para resolver os problemas do cliente. Muitas empresas querem que seu colaborador “vista a camisa da empresa”, mas dão-lhe uma “camisa” que não serve de jeito nenhum, ficando apertada e incômoda.

5) Faça tudo que for possível para conquistar a confiança de seu cliente (este é o grande tesouro que a empresa poderá ter), e após consegui-la, não a jogue fora com atitudes negativas ou descaso pelos reais interesses das pessoas que acreditaram em você e em sua empresa.

6) Saiba recuperar um cliente no momento de uma reclamação. Faça tudo para corrigir o erro, quando tiver certeza que foi cometido por sua empresa. Não tire o corpo fora. Utilizar frases como “Ninguém nunca reclamou disto antes!” ou “Não podemos fazer nada!”, somente servirão gerar uma grande ira nas pessoas. Lembre-se: custa dez vezes mais recuperar um cliente do que conquistar um novo!

7) Seja honesto. Todo aquilo que prometer, cumpra! Não decepcione seus clientes oferecendo-lhes o mundo e entregando-lhes apenas um pedaço dele. Procure fazer apenas o que terá capacidade.

O maior desafio nesta era de concorrência acirrada será conseguir trazer para a empresa pessoas que muito mais do que vender produtos, entreguem às pessoas o que elas têm de melhor dentro de si através da magia de conquistar as pessoas e fazer com que elas sejam realmente felizes. Não quebre o encanto!


 


 


 


 

O QUE VOCÊ ESTÁ VENDENDO PARA OS SEUS CLIENTES?

Muito mais que produtos e serviços, o grande esforço de marketing hoje das empresas é entregar ao cliente algo que é intangível.  Na busca pela satisfação e fidelização dos consumidores, fica difícil saber o que realmente garantirá resultado positivo.

O que ocorre é que muitas das coisas prometidas ao cliente não são cumpridas conforme combinado. O prestador de serviço não cumpre o horário marcado, a entrega não é feita no prazo combinado, a assistência técnica não resolve o problema, e as reclamações são trabalhadas com um descaso total pelos responsáveis em atendê-las e resolvê-las.

Vender o intangível passa por diversas outras atitudes, como o cumprimento verdadeiro e simpático do vendedor, a preocupação com o problema do cliente e o profissionalismo com que se atende as pessoas que vão ao estabelecimento.

Entregue aos seus clientes aquilo que eles não esperam encontrar em sua empresa. Como? Surpreenda-o com atitudes, benefícios e vantagens que se encontram não só nos produtos que sua empresa vende, mas nas pessoas que estão na linha de frente, dando-lhes autonomia e motivação necessárias para poderem gerenciar o relacionamento que poderá garantir a fidelização das pessoas que deram preferência à sua empresa em meio a tantas outras existentes no mercado.

Lembro-me de um fato ocorrido recente, quando ao ir a uma casa noturna pela primeira vez com alguns amigos, ao sermos atendidos por uma pessoa, indagamos se ele era o dono do estabelecimento. Imediatamente, ele abriu um sorriso e nos respondeu: “Não, os donos daqui são vocês, eu estou aqui para atendê-los”. Ao terminarmos o pedido, não pudemos deixar de comentar como essa primeira impressão causou um impacto positivo na imagem que com certeza levaríamos daquele lugar.

Não é difícil entender, portanto, que é necessário oferecer o invisível. E o caminho começa pelo relacionamento. Hoje já temos muitas empresas que entenderam que muito mais que oferecer os produtos é necessário entregar o que não se vê a olho nu. O resultado dessa atitude é que ela conseguirá fixar sua marca na mente do cliente, e essa é uma das máximas do marketing, segundo Al Ries & Jack Trout, em sua obra “As 22 Leis Consagradas do Marketing”.  Muito mais que ter uma grande participação no mercado (Market Share) é importante também ser o primeiro a ser lembrado (Market of Mind).

Imprima sua marca na mente dos clientes, através do relacionamento, buscando atendê-lo de uma forma diferenciada, buscando assim uma vantagem competitiva, coisa difícil de ser copiada pelos concorrentes. Faça uma associação bem clara entre o produto que vende e o intangível como, cortesia, rapidez no atendimento, facilidade de contato. Deixe que as pessoas que trabalham em sua empresa sejam verdadeiros encantadores de clientes.

Os produtos serão facilmente substituídos no mercado, seja pelo avanço da tecnologia, seja por fatores econômicos, sociais ou até mesmo naturais. O que você vende hoje, amanhã poderá ficar encalhado na prateleira pois algo novo com certeza estará surgindo e as pessoas não mais irão querer o ultrapassado, o antigo.

Podemos citar diversos exemplos como os discos de vinil, os vídeo-cassetes que estão rapidamente sendo substituídos pelo DVD, as máquinas fotográficas convencionais que estão sendo deixadas de lado devido à era digital. E uma infinidade de outros produtos que estarão fadados a morrer. 

Somente um atributo nunca sairá de moda, ou deixará de ser desejado: pessoas capacitadas, cortesia no atendimento e o relacionamento que garantirão a permanência das empresas no mercado, mesmo com todas as mudanças que porventura surgirem, desde a política de preços, variações econômicas ou qualquer outra ameaça do ambiente mercadológico.

Estabelecer o relacionamento com o cliente é um passo importante para enfrentar a difícil arte de se manter no mercado atual em que a fidelização do cliente se torna cada vez mais difícil de se conseguir e manter a longo prazo.

Pense nisso. Entregue aos consumidores não só os produtos e suas características. Venda o invisível!







































 
















 
















 
















 
















 
















 
















 
















 
















 
















 
















 




 




 















 















 















 















 















 















 















 















 















 















 















 














 
















 
















 
















 
















 
















 
















 
















 
















 
















 
















 















NÃO TROCAMOS MERCADORIAS AOS SÁBADOS

 Muitas lojas trazem um cartaz com a frase acima, pendurado em suas paredes, ao lado das mercadorias que tanto querem vender. Pensando que estão certos, os empresários vão se esquecendo de um grande e importante detalhe: o seu cliente



Questionados sobre o porquê de utilizarem essa norma, os vendedores respondem que o dono da loja decidiu agir assim pois, aos Sábados, as vendas são maiores, e, enquanto estão “perdendo tempo” trocando uma mercadoria, deixam de vender para outros clientes. 



Seria até cômico, se não fosse trágico!



Que outros clientes são estes? Quem é o verdadeiro cliente da empresa? Quando é que alguém é ou não cliente? Será que apenas quando compram, gerando lucros para o comércio?



Após a aquisição do produto ou serviço, os clientes acabam caindo no esquecimento de todos, e ao necessitarem de alguma providência com relação a qualquer problema que tenham, ouvem frases preciosas como: “não podemos fazer nada” ou “esse produto nunca deu problema com ninguém!”, fazendo aquela cara de “não temos nada com isso!”



A essa “lei” imposta pelos proprietários de comércio pode-se chamar de “Miopia em Marketing”,  teoria idealizada por Theodore Levitt. O fato de enxergar de forma distorcida, agindo como bem entendem, faz com que os empresários percam o foco do seu negócio, criando normas que não fazem nada mais do que afastar os clientes de sua empresa.



Acreditando que o importante é conquistar novos clientes, esquecem-se daqueles que já compraram seus produtos ou serviços, tratando-os com total indiferença quando retornam à empresa, com atitudes como por exemplo, não trocar mercadorias aos Sábados.



As pessoas não têm muito tempo. Trabalham durante toda a semana, estudam, têm compromissos inadiáveis, e muitas vezes têm apenas o dia de Sábado para resolverem problemas que ficaram pendentes. Portanto, deveriam ser tratados pelos vendedores como se fosse a primeira vez que entrassem na empresa, o que, infelizmente, não ocorre.



Nunca ouvi falar de alguém que seja cliente apenas de Segunda a Sexta-Feira, e se comprou algum produto ou serviço, é porque acreditou que estava nas mãos de pessoas nas quais poderia confiar. O que se vendeu ao cliente antes de qualquer coisa foi exatamente esta confiança. Por que então, acabar com ela com gestos que apenas o afastarão?



O cliente é parte fundamental de todas as etapas de uma venda, desde seu primeiro contato com o vendedor. Esse relacionamento não pode terminar nunca na Caixa Registradora, pois todos sabem que o pós-venda é tão importante quanto todas as outras etapas. O vendedor deve deixar sempre um gostinho de quero mais no cliente, fazendo com que ele deseje voltar para comprar mais, bem como  levar outras pessoas com ele. Um erro no atendimento pode ser fatal para afastá-lo, pois ele sabe que em qualquer lugar poderá encontrar o produto ou serviço que necessita.



Segundo Theodore Levittnenhuma organização pode atingir a grandeza sem ser um líder vigoroso que é impelido para a frente por sua vibrante vontade de vencer. Ele deve ter uma visão de grandiosidade, visão que possa atrair ardentes seguidores em enormes quantidades. No mundo dos negócios, os seguidores são os clientes. Para atrair esses clientes, toda a empresa deve ser considerada um organismo destinado a criar e atender a clientela.”



Não podemos mais ficar presos a regras antigas, atitudes que não fazem mais nada a não ser afastar as pessoas de nossa organização. Empresas que colocam em sua política de qualidade, como Princípios (Crenças e Valores) que o cliente é o seu maior patrimônio e que seu maior compromisso é com a sua satisfação, têm que ter uma visão de futuro muito próxima de seu objetivo – o lucro, e este somente virá em consequência de ações que todos da empresa tomarem em relação ao mercado.



Está na hora dos vendedores perceberem que são os clientes que os sustentam, por isto devem atendê-los com um sentimento de agradecimento por comprarem da empresa onde trabalham.



Nada melhor do que vender novamente para o mesmo cliente, e saber que ele retornou porque ficou satisfeito com o atendimento.



É necessário trocar os cartazes. Ao invés de “Não Trocamos Mercadorias aos Sábados”, que tal colocarem: “Aqui, todos os dias, o nosso compromisso é fazer você feliz!”?








 








 








 








 








 

FEEDBACK OU "FEEDBREQUE"?

 Dar feedback é uma verdadeira arte. As pessoas, pensando que estão ajudando alguém ao fazer uma crítica, nem imaginam que, ao invés de ajudarem, podem estar contribuindo para deixá-lo mais para baixo. Com isto, ao invés de darem um feedback, dão um feedbreque, capaz de frear o processo de crescimento e motivação dos colaboradores.



Muito utilizado nas relações tanto pessoais, quanto profissionais, o feedback, muitas vezes, é utilizado de forma totalmente incorreta, deixando de exercer a sua maior função: estimular as pessoas a mudarem suas atitudes e a crescerem  pessoal e profissionalmente. Ele faz parte do dia-a-dia das organizações onde, muitas vezes, faz-se necessário passar às pessoas informações sobre suas atitudes, de modo que se trabalhe e modifique comportamentos manifestos. Para entendermos melhor como dar um feedback, vamos conhecer alguns tipos desta poderosa ferramenta de comunicação interpessoal que, se utilizada de forma eficaz, ajuda as pessoas a elevarem sua auto-estima, além de se tornarem mais motivadas e produtivas:



Feedback construtivo: é a informação que ajuda as pessoas a decidirem se seus comportamentos tiveram os efeitos pretendidos.



Feedback positivo: é a informação que reforça os comportamentos através da comunicação e que eles tiveram os efeitos pretendidos.



Feedback negativo: é a informação que desencoraja comportamentos através da comunicação de que eles não tiveram os efeitos pretendidos.



Muitas vezes, a comunicação da crítica é feita de uma forma tão errada e incoveniente, que deixa um efeito destrutivo nas pessoas que a receberam . Um exemplo disto é quando, ao encontrarmos com alguém que cortou o cabelo recentemente, tentando fazer um elogio, falamos: “Nossa! Você cortou o cabelo? Ficou muiiito melhor!!!” (o que se entende é o seguinte: “estava horrível antes!”). Ou então: - “Essa roupa te deixou bem mais magra!” - “Nossa, como você engordou!!!” Isto quando não pergunta? “Você está grávida?”, quando encontram uma pessoa conhecida que pode estar com alguns quilinhos a mais.



Por que é difícil dar Feedback?



 Muitos “chefes” (e não líderes), utilizam o feedback como forma de demonstrar sua superioridade e poder. Por isto, fazem críticas de forma errada apenas para sentir-se competentes e importantes, principalmente, quando fazem estas críticas na frente de outras pessoas. Outro fator que dificulta alguém a dar feedback é o receio de como a pessoa poderá recebê-lo, ficando com medo de magoar, pois muitas vezes o ouvinte pode não estar preparado psicologicamente para ouvi-lo, não desejando ou não sentindo sua necessidade. Mais uma vez o mecanismo de defesa será acionado, tornando a comunicação eficaz.



Para auxiliar no ato de dar feedback, alguns princípios podem ser levados em consideração, como os abaixo listados:



1º) Assegure-se de que sua intenção é ajudar o outro a crescer e melhorar seu desempenho.



2º) Não forneça feedback quando não souber muito sobre as circunstâncias do comportamento ou não tiver como único propósito o de ajudar o outro a melhorar suas atitudes.



3º)  Descreva apenas o comportamento específico que observou na pessoa: fale somente sobre aquele comportamento que pode ser modificado. Não generalize comportamentos que porventura, não afetarão o desempenho do colaborador.



4º) Descreva as consequências das atitudes: É importante ajudar a pessoa a enxergar as consequências suas atitudes poderão trazer para ela e seus colegas, criando um clima de inimizade e inveja na empresa.



5º) Tenha certeza de que a pessoa está totalmente aberta para receber o feedback: Somente se houver uma relação de inteira confiança entre você e a outra pessoa, ela lhe dará oportunidade para expor sua opinião a seu respeito.



6º) Certifique-se de que a pessoa entendeu sua mensagem, esclarecendo todas as dúvidas que surgirem em sua comunicação: Não fique apenas falando. Ouça também a outra pessoa, expressando total compreensão de seus sentimentos. Saiba apoiar e encorajar!



7º) Escolha o momento, local e circunstâncias adequados: Nunca dê feedback na presença de outras pessoas, principalmente, quando não fizerem parte da equipe da empresa (clientes externos). Isto gera uma imagem negativa da empresa e constrange a todos.



Lembre-se: Seu objetivo deve ser o de engrandecer as pessoas e não de piorar ainda mais sua auto-estima. Quando usado ineficazmente, o feedback é nada mais, nada menos do que um feedbreque: um pé no freio da motivação, combustível necessários para o bom desempenho das pessoas nas organizações!











 
















 
















 
















 
















 
















 
















 

ELEFANTE OU GAZELA?

Você sabe como é que os treinadores adestram os elefantes? Vou descrever para quem ainda não conhece: quando são filhotinhos, eles são presos pelas patas, com correntes pesadas a estacas profundamente enterradas, com o objetivo de mantê-los no mesmo lugar por bastante tempo e assim poderem ser treinados. Porém, ao ficarem mais velhos, eles não tentam livrar-se das correntes, mesmo com toda a força  que têm. O motivo desta atitude  é uma palavra muito conhecida por todos: condicionamento.

Assim como os velhos elefantes, muitas pessoas continuam paradas, apesar das mudanças. Acreditando que não vale a pena, permanecem alheias à elas, afastando-se cada vez mais dos seus objetivos.   Porém, o mundo veloz em que vivemos não aceita mais este comportamento. É necessário uma mudança de postura, de visão e, além, disto, uma constante busca de informação e participação nas atividades que se relacionam à profissão abraçada ou que se pretende seguir. Condicionadas à situação atual, estas pessoas alegam que “Sempre foi assim!” ou “Do jeito que está já é de bom tamanho!”, perdendo assim, ótimas oportunidades de fazerem mais e melhor. Quando estão na escola, nada mais fazem do que esperar ansiosamente que a aula termine, para poderem ir embora. Não participam, muitas vezes, das atividades que ocorrem na Instituição. Não conhecem seu Diretório Acadêmico, formam-se sem nunca terem entrado na Biblioteca, e  o investimento em livros é trocado pela despesa dos churrascos e nas idas ao barzinhos com a turma. O livro, torna-se então muito caro para ser adquirido - é melhor tirar cópia xerox - e, em sua estante, aumenta cada vez mais o número de CDs (piratas, é claro!).

Seu condicionamento impede-o de entender uma regra básica que é exigida nos dias de hoje: somente terá lugar no mercado aquela pessoa que possuir, além de seu currículo, uma característica básica para o profissional do século XXI: competência. Não somente a competência profissional, que compreende a teoria e a prática, mas, principalmente, a competência pessoal. E isto requer mudanças rápidas, principalmente, de postura.

Na velocidade em que as coisas estão ocorrendo não dá para ficar parado, como verdadeiros paquidermes. É necessário ter pensamentos velozes e pernas ágeis para não ficar no meio do caminho comendo a poeira dos concorrentes. Deve-se agir como as gazelas, que sabem utilizar-se do poder de suas patas velozes para fugirem, em situações de perigo.

Muito mais do que ir à escola todos os dias e ficar pensando em criar estratégias do tipo: “como colar sem ser flagrado pelo professor”, atender celular na hora da aula ou perturbar os colegas com suas brincadeiras e conversas paralelas, o estudante deveria pensar em qual será a melhor estratégia para conseguir uma posição de destaque no mercado de trabalho, ou como criar seu próprio negócio e ser dono de seu nariz. Trocar o diploma pela Educação Continuada, pois a carreira hoje não é mais definida apenas pela empresa, mas deve ser encarada como uma responsabilidade do profissional.

Deveria, também, começar a mudar suas atitudes comportamentais, respeitando o ambiente em que se encontra, envolvendo-se nas atividades da Instituição, acreditar nas pessoas que estão à frente de projetos defendendo os direitos dos estudantes, fortalecer o Diretório Acadêmico, contribuindo de forma financeira e intelectual. O investimento em seu conhecimento deverá estar acompanhado da consciência de que não existe sucesso sem sacrifício. A mão-de obra braçal está cada vez mais sendo substituida pela força intelectual, que somente pode ser conseguida com muita pesquisa e empenho pessoal.

É hora de arrancar as estacas e livrar-se das correntes, utilizando-se da força do desejo  de querer sair do condicionamento em que se encontra, percebendo que as mudanças estão ocorrendo a todo momento, encarando-as como fatores positivos e começar a correr. Deixar de ser grandes elefantes, que apesar de sua enorme força não saem do lugar, passando a utilizar-se dos segredos das gazelas, conseguindo assim, sair à frente, correndo como loucos em busca de seus objetivos.

E aí? Vai ficar parado ou correr? O que você é: Elefante ou Gazela?

 




 




 




 




 




 

ATITUDES CORRETAS - VENDEDORES CAMPEÕES

O sucesso em vendas nasce no próprio interior do profissional, da paixão pelo que faz e  vende, e da sua forma de encarar o mundo. Nasce, principalmente, da convicção de que a empresa precisa de seus clientes para sobreviver.

Muitos vendedores perdem venda apenas por não perceberem que o sucesso não surge com um passe de mágica, e sim, com muito trabalho e dedicação. Todos devem conhecer aquela velha frase que diz: “Sucesso é 5% de vocação e 95% de transpiração”. Portanto, vender é ter uma crença muito forte no que se faz, é acreditar que o seu produto ou serviço é o melhor que você pode oferecer ao cliente.

O que diferencia o profissional de vendas campeão dos vendedores amadores, são suas atitudes perante a empresa, produto, clientes e fornecedores. É necessário que ele tenha em mente duas coisas básicas para trabalhar na área de vendas:

Primeiro, é que todo cliente almeja ser tratado como gente! De que adianta você estar convencido do que vende, ter aquele conhecimento invejável e competência técnica para falar das características de seus produtos ou serviços, se não souber criar confiança com quem se relaciona? Quando duas pessoas se aproximam, elas mantêm, primeiramente, um contato de olhos. Nesta hora o vendedor deve conseguir estabelecer um clima amistoso, tendo atitudes positivas como, sorrir com os olhos, ouvir com empatia e encantar com ações cativantes.

Em segundo lugar, é que a primeira coisa que o profissional vende é sua imagem. Cuidados básicos com relação ao vestuário, higiene pessoal, expressão corporal e facial, otimismo e autoconfiança são fundamentais para o profissional de vendas!

Portanto, cuidar destes dois itens é importantíssimo para se obter sucesso no que faz! Se você deseja conquistar clientes e lucros para os seus negócios, deve saber que existe uma grande diferença entre o cliente comprar determinado produto e o vendedor vender o mencionado artigo. Ninguém compra o produto pelo produto, mas sim, os benefícios que encontrarão nele. Aprenda rapidamente o que você pode oferecer, além das características do seu produto, vendendo soluções para seus clientes, entendendo quais as vantagens que ele terá em adquiri-lo em sua empresa, e não no concorrente.

Não existe nenhuma fábrica que produza vendedores campeões, mas se você deseja vender como eles, comece a aprender algumas atitudes vencedoras que ajudam a virar o jogo, fazendo de perdedores de vendas em verdadeiros campeões que atingem suas metas, dobram seus resultados e chegam ao topo do sucesso.

Aqui vão algumas dicas para melhorar suas atitudes e ser um verdadeiro campeão em vendas. Conheça-as, pratique-as e tenha sempre em mente 4 C’s que os ajudarão a conquistar sucesso: CONVICÇAÕ, CONFIANÇA, CARÁTER e CRIATIVIDADE.

1)      ACREDITE EM VOCÊ E DECIDA QUE VAI VENCER: Vender é você acreditar: Em Deus que lhe deu saúde e inteligência, e em você por já ter sido um campeão ao vencer a corrida da vida quando foi concebido. Lembre-se que teve que lutar contra um batalhão composto de milhões de espermatozóides a uma velocidade média de 2 a 3 milímetros por minuto, na maior competição natatória do mundo. Por que vai querer ficar em segundo ou terceiro lugares agora? Sucesso ou fracasso? A decisão é sua, ninguém tem essa resposta, porque somente você poderá decidir que vai vencer e acreditar que a vitória começa com uma firme determinação e crença no que irá realizar.

2)      ALIMENTE SUA MENTE COM PENSAMENTOS VENCEDORES: Se você semar em sua mente pensamentos positivos, fatalmente eles brotarão. O que se planta é o que se colhe! Tenha pensamentos vitoriosos, otimistas e confiantes. Regue-os todos os dias com suas crenças e convicções. Lembre-se, antes de creditar, é necessário acreditar!

3)      AFASTE-SE DE PESSOAS PESSIMISTAS: Estas pessoas são eternos derrotados, pois vivem como urubus torcendo pelo fracasso dos outros. Derrotados, pensam que nunca alcançarão o suceso, adiando a sua felicidade e empatando a dos outros. Cerque-se de pessoas felizes, otimistas e de bem com a vida. Os perdedores irão querer sempre que você os compreenda e aja como eles. Você não querer ficar no final da fila, não é mesmo?

4)      TENHA METAS E OBJETIVOS: “Se você não sabe onde quer chegar, qualquer caminho serve!” Para se ter uma definição clara do que deseja alcançar, é necessário definir suas metas (sua intenção geral e o caminho básico para se chegar ao destino desejado) e seus objetivos (ações específicas mensuráveis, que constituem os passos para se atingir as metas). Coloque-os no papel, pois quando escritos transformam-se em compromissos que você assume com você mesmo. Objetivos sem ação não têm valor. Procure sempre os melhores caminhos que farão você alcançá-los.

5)      SEJA ENTUSIASMADO COM O QUE FAZ: O entusiasmo vem de dentro, é uma energia que vem do seu interior. Ele o empurra para frente, motivando-o a buscar o que se deseja, com garra e determinação. Aja diariamente com entusiasmo, olhando para seus clientes diretamente nos olhos, falando com o corpo, mantendo uma voz firme e cabeça erguida. Cumprimente seu cliente com firmeza passando para ele sua energia e confiança. O vendedor de sucesso gosta do que faz e o faz com paixão. Com isto, transmite energia positiva aos clientes que, consequentemente, acreditam nele e sentem-se seguros e confiantes em suas mãos. Aumente seu entusiasmo, concentrando seu pensamento e esforços nas vitórias e realizações pessoais que obteve. Se você não gosta do que faz, procure outra profissão.

E então, o que você está esperando: O tempo passar? O Milagre acontecer? O sucesso cair do céu? Clientes batendo em sua porta? Que tal mexer-se e correr em busca de sua vitória, começando a agir ao invés de ficar reclamando que não tem sorte???