VOCÊ TEM MEDO DE FALAR EM PÚBLICO?

     

Imagine a seguinte cena: um auditório lotado, um palco e um microfone. De repente, abrem-se as cortinas e um foco de luz é disparado para um único ponto: VOCÊ. O que sentiu? Vontade de sair correndo? Pernas e mãos trêmulas? Suor na testa? Vontade que o chão se abra naquele exato momento e você desapareça por ele?

Não precisa ficar preocupado. Você é apenas um entre milhões de mortais que agiriam assim, ou seja, você é normal!

Falar em público é considerada uma das maiores situações que mais geram medo nas pessoas, sendo maior até mesmo que o medo de andar de avião ou até da morte, conforme pesquisas realizadas. Porém, poderão existir situações em que essa tarefa deverá ser exercida e aí será necessário enfrentar o fantasma da comunicação oral.

São diversos os motivos que levam uma pessoa a temer falar em público, podendo ser destacadas as seguintes: nervosismo, auto-imagem negativa, timidez, autocrítica exagerada, falta de experiência na área e falta de habilidade em comunicar-se oralmente, entre outras.

É importante, portanto, buscar reconhecer qual ou quais dos motivos acima estão impedindo você de vencer as barreiras e se expor diante de um público, além de fazer uma análise profunda das oportunidades perdidas por não vencer esse medo. Ao invés de ficar censurando a si mesmo, que tal procurar aprimorar técnicas de comunicação?

Uma das primeiras coisas a fazer é descobrir qual é a crença que você carrega dentro de si que o torna incapaz. Ela está em você ou nas pessoas que o cercam? Por que acredita que não é capaz? Quem te disse isso? Faça uma análise profunda e honesta enfrentando os fantasmas que muito provavelmente, você criou e alimentou durante anos de sua incapacidade para se comunicar oralmente. Feito isso, que tal um curso de oratória? As técnicas são primordiais para aprimorar algumas habilidades como: postura, gesticulação, voz, planejamento, recursos, aparência, etc. Existem centenas de cursos disponíveis até pela internet que o ajudarão a conhecer essas técnicas.

Pense em quantas vezes você recuou diante de um convite para se apresentar em público. Talvez uma dessas oportunidades fosse exatamente aquela que faria com que você ficasse mais conhecido e o projetasse para o sucesso.

Em um mundo globalizado e competitivo como o que estamos vivendo, existe um fator imprescindível e que não pode ser contestado: comunicar-se de forma eficaz significa possuir um grande poder e autoridade no meio em que se vive. Buscar ser o melhor em tudo que se faz é o maior desafio que o profissional desse século poder ter. É necessário aliar conhecimento técnico com habilidades, inteligência emociona e relacionamento interpessoal, garantindo um lugar expressivo no mercado de trabalho.

Quem se comunicar bem torna-se reconhecido a aceito pelas pessoas, sendo necessário ter coragem para se expor, e a comunicação é essencial para o ser humano, através da qual estabelecemos os elos que nos ligam à própria existência. Um bom comunicador imprime sua marca no mundo, não apenas “levando a vida”, e sim, registrando sua passagem pela terra.

“Respiramos comunicação! Essa lei é imutável. Ignorá-la é selar um pacto com a inanição afetiva, mental e intelectual!”, (Reinaldo Polito, especialista em Comunicação Oral)


 


 

VESTINDO-SE ADEQUADAMENTE PARA O TRABALHO – IMAGEM É ESSENCIAL!

  Um bom espelho, coerência e preocupação com a imagem! Esses três itens não devem nunca faltar ao profissional que esteja preocupado com sua imagem e desenvolvimento. Causar uma boa impressão deve fazer parte da cartilha de todos aqueles que estão ou queiram entrar no mercado de trabalho.

Uma imagem leva 30 segundos para ser construída quando estamos em contato pessoal com alguém e a aparência pessoal conta muitos pontos nesse momento. Por isso, investir no desenvolvimento dessa imagem é tão importante quando freqüentar cursos de atendimento ao cliente, vendas ou outro qualquer.

Raramente você terá uma segunda chance de causar uma primeira impressão de forma positiva.  Não basta, porém, causar boa impressão na primeira vez; mas, também, mantê-la, e isso só se consegue com bom gosto e discrição.

Vestir-se adequadamente para trabalhar, de acordo com consultores da área valoriza muito o profissional, que não deve se esquecer que ele representa a empresa em que trabalha também através de sua aparência, que vai muito além de uma roupa cara ou um terno alinhado. Os cuidados começam com a própria higiene, cabelos arrumados, linguagem e postura, além de um bom banho pela manhã, dentes bem cuidados, unhas e pele tratados.

Segundo o renomado Consultor Roberto Shinyashik, “de nada adianta boa aparência e gestos adequados em uma pessoa pessimista e maledicente. É fundamental que você saiba se cuidar, adotar e cultuar atitudes e valores positivos, tais como: otimismo, entusiasmo, integridade, bondade, paciência, tolerância e flexibilidade.”

Por mais que a empresa seja informal, certas posturas e roupas não condizem com o profissional, principalmente  estando em contato com clientes externos. Sua imagem poderá dizer muito sobre sua personalidade nesse momento, e não deve depor contra você. Ao lidar com o público, a exposição se torna maior, portanto, não exagerar em detalhes só porque está na moda ou usar roupas que não condizem com a profissão ou ambiente de trabalho deve ser uma preocupação de qualquer pessoa antes de sair de sua casa para trabalhar.

Maria Aparecida Araújo, consultora em Etiqueta Profissional afirma: “o comportamento e imagem pessoal do profissional funciona como um espelho da instituição que o contratou, perante os clientes"

Portanto, tenha em mente que você representa a empresa para a qual trabalha em todos os momentos, criando uma imagem boa de se ver, tendo postura positiva perante os clientes, cuidando de sua linguagem, preocupando-se com uma boa higiene corporal. Além disso, faça de tudo para conquistar a confiança das pessoas no primeiro contato, marcando pontos no início do relacionamento. Seja uma pessoa que que todos se lembrem positivamente sem exagerar nos detalhes. Simplicidade e originalidade são fáceis de se ter quando se está seguro de quem você é e onde quer chegar!

TELEMARKETING – NÃO ESPANTE SEUS CLIENTES!

 

Todos os dias milhares empresas utilizam-se do telemarketing para realizarem contatos com clientes potenciais ou já conquistados. Essa ferramenta pode ser poderosa quando feita de maneira eficaz, pois através dela, podem ser realizados grandes negócios geradores de  resultados positivos e lucrativos. Porém, quando realizado de forma incorreta, o telemarketing pode se transformar em um grande perigo, colocando em risco a imagem da empresa.

A utilização do telefone para fins comerciais teve início em 1880, em Berlim, logo após o aparecimento do 1º aparelho criado por Alexandre Graahm Bell, quando um pasteleiro mantinha um cadastro de aproximadamente 180 pessoas e telefonava para elas oferecendo seu produto.

No Brasil, o telemarketing ganhou impulso no final dos anos 80, e desde então, tem sido difundido nos mais diversos setores da economia, ganhando força com o advento da tecnologia. No final do século, surgiram os Call Centers, que permitiram às empresas comunicarem-se com seus clientes através de diversos canais.

O telemarketing cresceu de uma forma surpreendente, porém, ainda encontramos muita resistência na receptividade desse serviço por parte dos clientes, que sentem-se incomodados por pessoas inoportunas e sem profissionalismo ou técnicas suficientes para conquistar e manter o contato até o fim. Algumas atitudes são responsáveis por essa rejeição, deixando irritados aqueles que poderiam se tornar os maiores aliados da empresa.

A primeira atitude negativa surge logo no início do contato, quando o telemarketer não se preocupa em saber se a pessoa está disponível para atender naquele momento, e de imediato, sai despejando as “ofertas imperdíveis do momento” em uma fração de segundos, sem sequer respirar. Do outro lado, o cliente fica sem saber quando terá tempo para explicar que aquela não é a melhor hora para falar sobre produtos e serviços.

Outra atitude é a velha história de que, após diversas pesquisas realizadas, a pessoa foi selecionada, devido à sua conduta e bom relacionamento comercial, para receber uma oferta especial (essa empresa que fez a pesquisa nunca é citada) e então vem mais uma enxurrada de promoções, em uma velocidade de fazer qualquer campeão da São Silvestre perder o fôlego!

Por fim, a insistência do telemarketer, em apresentar vantagens e benefícios em seus  produtos, tentando “empurrar” o que naquele momento, nem por sonho, passa pela cabeça do cliente em adquirir, mesmo após diversas tentativas de se dizer isso àquela pessoa que se acha um verdadeiro expert  em vendas por telefone.

É claro que existem excelentes profissionais, que no momento certo, com o produto ou serviços certos, conseguem convencer e vender de uma forma muito profissional. Eu mesma já comprei, em momentos nos quais fui abordada de forma inteligente, cortês e empática, alguns produtos através do telemarketing. E confesso que depois fiquei me perguntando como aquela pessoa conseguiu atingir seu objetivo.

É importante para as empresas que utilizam-se dessa ferramenta do marketing, perceberem que a imagem da empresa está na voz de quem fala por ela, fazendo com que as pessoas que entram em contato com o mercado-alvo por telefone, estejam plenamente capacitadas para realizarem negócios, deixando margem para novos contatos, ao invés de tentarem fazer uso de frases e táticas que nada mais fazem do que espantar os clientes.

Não permita que o contato telefônico seja uma arma contra sua empresa. Previna-se!


 

SUA EMPRESA ESTÁ ORIENTADA PARA O CLIENTE?

 

Muitas empresas estão buscando atualmente uma vantagem competitiva, acreditando que somente assim estarão à frente da concorrência. Porém, não adianta ter um diferencial em produtos, serviços ou lay-out para conquistar o mercado e ser líder. É necessário, em primeiro lugar, orientar-se para o cliente, desde o proprietário até as pessoas que ocupam a linha de frente.

É exatamente aí que se encontra o ponto crucial para qualquer empresa nesses tempos de competitividade. Quem está todos os dias frente a frente com o consumidor deve entender que é de sua inteira responsabilidade o sucesso da relação com as pessoas que compram produtos ou serviços.

Quando todos demonstram preocupação com um bom resultado nas relações com o cliente, pode-se dizer que a empresa encontra-se voltada para o cliente. De acordo com Peter Drucker, “é necessário ouvir o cliente para torná-lo um aliado, um parceiro”.

É necessário criar sistemas que possibilitem aproximar-se cada vez dos clientes, de forma a escutar para identificar todos os problemas que estejam ocorrendo. Porém, não basta apenas escutar, sendo necessário agir para que tudo se resolva de uma forma confortável e positiva para ambos os lados. Somente quando essa aproximação ocorre, é que se pode considerar que a empresa possui uma vantagem competitiva.

Atitudes sinceras e rápidas contribuem para solidificar os relacionamentos, sendo capazes de fazer com que os clientes se tornem leais à empresa, bastando para isso servi-los com qualidade e competência, colocando na mente e no coração da linha de frente a importância de seus atos no momento do atendimento. Para isso, é necessário que se dê autonomia para todos, transformando cada encontro com o cliente em um momento mágico, colocando a empresa na mente das pessoas.

Muitas são as atitudes negativas que demonstram que a empresa não se encontra orientada para seu cliente, podendo ser evitadas de forma barata e natural. Basta que todos, sem exceção, façam diariamente a seguinte pergunta: “Para que nossa empresa existe?” A resposta nada mais é do que o verdadeiro significado da Missão que foi projetada no momento da concepção da mesma.

Um cliente insatisfeito funciona como uma bomba que pode explodir causando um estrago muito grande, jogando por terra todos os investimentos de anos que o empresário tenha feito. É necessário pensar sempre em se orientar para a satisfação e excelência no atendimento, pois o poder migrou da mão da empresa para a mão do cliente, fazendo com que ele tenha um grande poder de barganha, não mais se contentando com atitudes mais ou menos tomadas pela empresa e por todos que dela fazem parte.

A empresa realmente voltada para o cliente é aquela em que a importância dessa orientação encontra-se engajada em todos os setores e hierarquias, não podendo ser apenas responsabilidade de um ou outro atendente. Fazer as coisas certas todos os dias é a melhor maneira de se manter competitivo no mercado e integrado no verdadeiro sentido do Marketing que é ”ENTENDER PARA ATENDER O CLIENTE”





SORRIA - O BOM HUMOR GARANTE SUCESSO PROSSIONAL E PESSOAL!

 

Patch Adams – O Bom Humor Contagia é o nome de um filme, protagonizado por Robin Williams, que conta a história de um estudante de medicina esforçado, de todas as maneiras possíveis, em mostrar a importância de humanizar a profissão médica, bem como a importância do humor como meio para atingir o bem-estar dos doentes.

Sorrir muito e usar o bom humor mesmo em situações inusitadas e inesperadas ajudam as pessoas a se aproximarem mais umas das outras, humanizam as relações, ajudando a criar laços, além de fazer muito bem à saúde. As pessoas bem-humoradas possuem um brilho e um carisma todo próprio, por isso nunca estão ou se sentem sozinhas. Hoje em dia, a medicina em geral e a psiquiatria, em particular, estudam muito a importância do bom humor, dos bons sentimentos e da afetividade sadia como fontes de melhoria da qualidade de vida e da saúde global da pessoa.

Recentemente pesquisadores da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, perceberam que pessoas mais otimistas e alegres tendem a viver sete anos e meio a mais que os de mau com a vida. Concluíram que o otimismo atua sobre a longevidade, bem como os benefícios de não fumar, manter o colesterol e a pressão arterial em níveis saudáveis. Nosso organismo produz dois hormônios, o estradiol e a adrenalina que, em excesso, causam danos à saúde. Eles baixam as defesas do organismo, abrindo portas para infecções e atrapalhando no combate a certas doenças, como o infarto.

Pessoas bem-humoradas se dão bem no amor e no trabalho Estão sempre olhando a vida de maneira otimista e contagiam a todos em sua volta. Nada pior do que trabalhar ao lado de uma pessoa amarga, com a cara amarrada, ou ser atendido por alguém que não está satisfeito com o que faz e trata os clientes com indiferença, sem um sorriso sequer no rosto. Atitudes assim espantam qualquer um da empresa, pois ninguém é obrigado a tolerar o mal-humor ou insatisfação das pessoas.

Pode ser que você já tenha ouvido frases como: "aquele ranzinza", "já acorda mal humorado", "parece que está chupando limão o dia todo". São frases dirigidas às pessoas que nunca estão satisfeitas e contaminam o ambiente. Ficar ao lado delas só faz mal para a saúde e prejudica nossa produtividade.

Por outro lado, em se tratando de relacionamento profissional, devem ser tomados alguns cuidados, pois a pessoa não pode ser engraçadinha o tempo todo, contando piadinhas e achando graça em tudo que as pessoas fazem a ponto de constranger os colegas. No ambiente da empresa, nem todo assunto deve ser motivo de graça, ou nem se deve ficar contando piadinhas ofensivas ou racistas. Existem pessoas que acabam se transformando no “palhaço da turma”, e isso faz com que elas se esqueçam de investir em outras qualidades e potencialidades que poderia usar em benefício do seu crescimento na empresa.

Alguns cuidados devem ser tomados junto aos colegas e diante dos clientes como por exemplo, risadas exageradas e escandalosas, que podem passar uma imagem de descontrole emocional ou imaturidade, além de total falta de profissionalismo.

Quando usado com moderação, o bom-humor só traz benefícios, ajudando a eliminar o stress, curando doenças, contagiando as pessoas e ajudando a levar a vida de forma mais leve e menos dolorida. Nesses tempos de pressão e cobranças, onde as pessoas se transformaram em verdadeiras máquinas, ainda devemos deixar um espaço para sorrir, acordando de bem com a vida, com o pé direito e deixando a tristeza e o baixo astral em casa, levando para fora apenas a vontade de ser feliz!